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O perigo Islamico no Brasil terra de Santa Cruz!

Leia em PDF quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Propaganda islâmica no Metrô de São Paulo

"Alguma coisa acontece no meu coração
que só quando cruzo a Ipiranga e a Avenida São João"
Assim diz a letra da música de Caetano Veloso, "Sampa." Mas o que acontece no meu coração hoje é preocupação, ao ver a ideologia mais intolerante do mundo, ideologia travestida de religião, o islamismo, fazer dentes e começar a se instalar no Brasil.



Repito, e torno a repetir:
O islão é uma ideologia política que exige dos seus "partidários" a sua propagação com vigor religioso (e total submissão), através da implementação da lei islâmica (Sharia).
E como é que o islão está penetrando no Brasil? Do mesmo jeito que acontece no resto do mundo ocidental, através do aumento demográfico (imigração, casamentos de homens muçulmanos com mulheres brasileiras, sendo a internet uma poderosa ferramenta para este fim), trabalho com a parcela da população negra, distorcendo a história e visando a sua conversão (veja um exemplo neste vídeo), e se servindo da falta de visão (e interesses econômicos) por parte da elite governante do país.

Eu discutí este assunto em um artigo intitulado Islamização da Europa. O mesmo pode acontecer no Brasil?  (por favor, leia este artigo se você ainda não o leu).

A estratégia é sempre a mesma, e segue a chamada Lei dos Números do Islão:
  1. Quando em minoria eles dizem: "Nós somos da Religião da Paz"
  2. Quando em minoria significante, eles exigem tratamento especial
  3. Quando em maioria, eles exigem e impõem a Sharia (lei islâmica)
E quem financia este esforço? Principalmente, os países do Golfo (Arábia Saudita, Qatar, Emirados), e a Irmandade Muçulmana, que propagam a forma mais virulenta do islamismo, o salafismo (que pode ser mencionado por diversos sinônimos como wahabismo, deobandi, etc.). 

O salafismo é aplicado por organizações jihadistas, como a Irmandade Muçulmana (com os seus diversos braços, como o Hamas), os diversos grupos derivados/associados com a Al Qaeda, e, agora em destaque, o Estado Islâmico (Califado). E quais os frutos do salafismo? Para as mulheres, misoginia; para os kufar (não-muçulmanos) as 3 opções: conversão, morte, ou humiliação e pagamento da jizia. E se você tem alguma dúvida basta ver o noticiário atual, porque as atrocidades têm sido tamanhas que não dá mais para esconder. 

O interesse final destes grupos, e daqueles que os financiam, é o estabelecimento de um Califado Global, regido pela Sharia. 
O Brasil aceita imigrantes de todas as partes do mundo. Ao chegarem no Brasil, eles trabalham duro para melhorar as suas vidas e a contribuem positivamente com o país. 
Mas os muçulmanos ortodoxos, aqueles que desejam a Sharia, vêm para o Brasil com o intuito de mudar o nosso país, de mudar a nossa cultura, de destruir a nossa civilização, para substituí-la pela Sharia. 
NÃO QUEREMOS SHARIA NO BRASIL !!! 
Esta semana, no metrô de São Paulo, me deparei com uma exposição intitulada "Por Trás do Véu."


Qual o problema desta exposição? Propaganda. A exposição apresenta o "véu islâmico" como algo "cultural", algo que pertence aos costumes locais, quando na verdade, o uso do véu é uma imposiçao política, porque o seu uso faz parte da lei islâmica. É por isso que nos paraísos islâmicos as mulheres apanham da polícia, ou da sua família, por não usá-lo. E existe um outro aspecto político que é o da segregação. Ao usarem o véu, qualquer um que seja, as muçulmanas se distinguem das mulheres não-muçulmanas, o que torna mais fácil o seu agrupamento social distinto, ou seja, a criação de guetos islâmicos (como acontece na Europa hoje, e já começa a acontecer no Brasil).

E o véu não é cultural como alguns dizem. Vejam bem. As mulheres do Norte da África, no Egito, na Síria, na Pérsia, no Afeganistão, etc., nunca usaram o véu islâmico. O véu islâmico nunca fez parte da cultura destas terras. Apenas após as conquistas militares das hordes islâmicas, e a consequente ocupação e imposição da Sharia, é que as mulheres passaram a usá-lo, por obrigação legal. Elas não tinham escolha, pois escolha é algo inerentemente anti-islâmico (lembre-se, islão significa "submissão" à lei de Alá, a Sharia).

Reflita comigo. O véu islâmico é obrigatório. Se a mulher usá-lo por sua livre vontade: ela está dentro da lei e não vai ter problemas. Se a mulher não quiser usá-lo: ela não tem escolha, ela tem que usá-lo, ou vai ficar fora da lei. Esse é um exemplo de "liberdade islâmica."

A exposição é da revista super-interessante. Sinceramente, eles poderiam ter feito uma pesquisa melhor. Ou será que eles perguntaram a algum xeique, dando-lhe oportunidade de praticar taquia?

Vejamos.

Imagem da burca, dizendo que ela não tem origem islâmica. Deixe-me pensar aqui. Foram os metodistas que inventaram a burca? E as datas apresentadas (século 18-19) representam o que? Afinal, existem pinturas de mulheres usando burcas que antecedem esta data, bem como cobrir-se com "tendas" é um mandamento de Alá, segundo o Alcorão (33:59). E, só mais uma pergunta: as mulheres teriam liberdade de NÃO USAREM a burca?


Imagem do niqab, a mais islâmica de todas as vestimentas. E o texto diz uma coisa certa. Todo o corpo da mulher é a sua genitália, deste modo, todo ele deve ser coberto. (Me desculpem, mas apenas uma pessoa com tremendos problemas sexuais como Maomé, poderia imaginar o cotovelo de uma mulher como genitália feminina).


O chador é a versão da "tenda" no mundo xiíta. O triste no texto é que diz que o chador foi proibido no Irã durante o "processo de ocidentalização forçada" mas que tornou-se obrigatório com a revolução iraniana. Ou seja, as pobres das mulheres não têm o direito de escolherem como irão se vestir.

Eu sou contra determinar como a mulher vai se vestir. Com exceção da burca e do niqab, que escondem o rosto e por conseguinte são perigosos no ponto-de-vista da segurança pública, eu acho que a mulher deve ter o mesmo direito que o homem em escolher como se vestir.

Outro motivo pelo qual eu sou favorável à proibição do niqab e e da burca é o "motivo religioso" por detrás desta vestimenta: o corpo da mulher, todo ele, é considerado como genitália!!! Me desculpe, mas aceitar este argumento é reduzir a mulher, em sua totalidade, a uma vagina, bem como aceitar argumento de pedófilos e tarados sexuais, pessoas pervertidas, essas sim, dos pés à cabeça. As pessoas que defendem o niqab e a burca é que deveriam ser trancafiadas em tendas, vendo o "sol nascer quadrado."


Agora, vem as variações do hijab (al-Amira e Shaila). O curioso é que o texto diz que eles vieram como consequência dos "protestos feministas nos países árabes." Que protestos foram esses? Quando? O que eu sei é que com o Colonialismo, várias práticas islâmicas deixaram de existir, como a da polícia religiosa islâmica e a da cobrança da taxa da humilhação que os não-muçulmanos tinham que pagar (jizia), e houve uma influência muito grande da cultura ocidental. Isso fez com que uma grande parte das mulheres muçulmanas, notadamente as mais educadas, deixassem de usar a burca e o niqab e começassem a mostrar os seus cabelos. Adicione-se a isso o esforço por parte do governo turco de Ataturk (partir de 1926) e do governo persa de Reza Pahlavi (a partir de 1936) em abolirem o véu islâmico. Veja abaixo foto de mulheres persas (esquerda), e egípcias (direita) durante esta época.

 

O uso do hijab faz parte de uma revolução, conhecida como o Despertar Islâmico, notadamente após a revolução iraniana, que influenciou o mundo islâmico, e que continua até hoje. Este Despertar Islâmico é manifesto pela crescente radicalização do mundo islâmico que presenciamos hoje em dia. As mulheres começaram a usar o hijab como uma declaração política de que elas apoiam a lei islâmica, que elas defendem a Sharia. E isso é facil de constatar. Converse com uma mulher de hijab e pergunte se ela está de acordo com a Sharia. Ela irá dizer que sim. Pergunte então sobre os aspectos mais nefastos da Sharia para as mulheres, tais como o testemunho da mulher valer metade do de um homem, a parte da herança da mulher ser metade da de um homem, no caso de estupro a mulher precisar da testemunha de quatro homens, etc (leia mais em Direito das Mulheres sob o Islão). Você vai se assustar quando ela te disser que isto tudo é a lei de Alá e quem é ela para ir contra.


Abaixo, um trecho que uma conversa minha com uma muçulmana no Facebook, no qual ela afirma que a Sharia é a lei de Alá e deve ser cumprida e nunca questionada.


A agora, o toque final da exposição, onde a taquia se faz mais presente. A foto de uma mulher normal, sem usar véu algum. Veja a foto e os meus comentários após a foto. 


O Líbano é um país dividido quase que meio-a-meio entre cristãos e muçulmanos. As cristãs não usam o véu. As muçulmanas irão usar qualquer um dos véus vistos acima. Então, o texto é tendencioso (ou apenas errado) ao indicar que as muçulmanas não cobrem a cabeça. O problema do Líbano é que o cristinanismo está sendo esmagado. O Líbano era majoritáriamento cristão 100 anos atrás. Ele vem passando por um tremendo processo de islamização, o que tem levado os cristãos a deixarem o Líbano (a maioria dos libaneses que a gente conhece Brasil são cristãos). Apenas recentemente, é que a migração de libaneses muçulmanos para o Brasil tem se acentuado (e promovida pelo governo). 

Nesta exposição, a falta de uma discussão mais aprofundada sobre o véu, e o que ele representa em termos políticos, é lamentável. E é isso que me deixa perplexo e preocupado com esta exposição, em pleno metrô paulista. As pessoas ficam expostas a propaganda, ou a falsas-verdades. E não existem indagações que as façam pensar.




O mundo atual está se tornando muito diferente do mundo dos nosssos pais, e do mundo no qual crescemos. O espalhamento do islamismo ortodoxo ao redor do mundo têm trazido para países ocidentais, chamados pelo islão de Dar al-Harb (a Casa da Guerra, aqueles contra quem se deve fazer guerra santa jihad até que sejam submetidos ou mortos) problemas que apenas ouvíamos falar. E a coisa apenas tende a piorar. 

Lembre-se de uma coisa. Com exceção de Portugal e Espanha, que derrotaram os invasores islâmicos militarmente, nenhuma outra civilização conseguiu resistir ao islamismo. Não é a toa que o islão é o aniquilador de civilizações. A escolha é nossa, se nós preferimos a nossa civilização (ainda que ela tenha os seus problemas) baseada na liberdade e livre escolha, ou se iremos aceitar uma civilização (totalmente oposta) baseada na submissão total a leis medievais e imutáveis (Sharia). 

Pense nisso. Faça a sua escolha. Lute por ela. Neste caso, omissão rima com submissão. E não existe outra escolha.

+++ OBSERVAÇÃO +++

O Brasil fora consagrado como terra de Santa Cruz onde os descobridores ao pisarem nesta terra com os missionários Jesuítas onde estes com o império ergueram a Santa Cruz construindo um belo altar monumental para honra e Gloria de Nosso Senhor. Fora celebrado nesta terra, a missa Tridentina em latim, missa hoje rejeitada e perseguida pelos modernistas não só apenas da própria Igreja mas de todos os meios e setores da sociedade que rejeitam a reinado social de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Se passaram 1500 anos do descobrimento do Brasil terra de Santa Cruz, entramos no século XXI onde as controvérsias e inversões de valores hoje atuam na sociedade que hoje deixa o Cristo de lado.
Já muitos sabemos que se retiram crucifixos de instituições governamentais inclusive no próprio detrito.  Hoje se pode ser presidente, vereador, deputado por causa da republica pois derrubaram o império hierárquico, para que hoje seja reinado o império da anarquia governamental.

Este império é do mau, e tendencioso cujo o reino é vermelho! servido Satanás. Pois veja seus frutos que é a implantação da morte com a matança de bebes realizados em abortos, com a lei que protegem e favorece o homossexualismo condenado pela palavra de Deus que é alfa e ômega. E não para por ai, a milhares de leis que foram aceitas para destruir o Brasil e seu povo.

Vemos este podre governo com o ditame de Brasil um pais de todos! pais de todos? Brasil é o pais de Nosso Senhor Jesus Cristo e dos Brasileiros que nele habitam e não é para as bestas do anticristo. Nisto hoje vemos este podre e miserável governo corrupto aceitando numa boa a ingresso de refugiados islâmicos com sua farsa mentirosa de famílias que correm da guerra sendo que estes são militantes extremistas muitos disfarçados que no momento certo agira! Só que não vê é quem é sego mesmo. É o mesmo que acontece com a farsa dos médicos cubanos sendo que o governo está investindo disfarçadamente no exercito do Fidel Castro, um comunista vermelho já decadente, mas para matar está super vivo.

Eis o tempo em que estamos sendo expulsos e roubados de nossa Pátria, nosso governo e nossos pais e reis da política.

Lembremos das palavras deste santo:

"Eis, pois, valorosos cavaleiros, marchai com segurança expulsai com uma coragem intrépida os inimigos da Cruz de Nosso Senhor...Porque a vitória da guerra não vem do grande numero de soldados , mas de um favor do Céu."  São Bernado de Claraval

6 comentários:

sou cristão , e cocordo ou lutamos hoje para evitar que o islã se instale no brasil ou seremos os proximos a sermos degolados em praça publica , por creermos em cristo , fora islã

sou cristão , e cocordo ou lutamos hoje para evitar que o islã se instale no brasil ou seremos os proximos a sermos degolados em praça publica , por creermos em cristo , fora islã

sou cristão , e cocordo ou lutamos hoje para evitar que o islã se instale no brasil ou seremos os proximos a sermos degolados em praça publica , por creermos em cristo , fora islã

Ivani Medina disse...

A propagação do islã em nosso país depende da adesão de brasileiros. Ao deixarmos claro que somos contrários a essa pretensão de domínio cultural da nossa gente, não porque somos católicos, evangélicos, ateus, judeus, budistas, espíritas etc., mas porque somos brasileiros e queremos legar a paz social, que ora usufruimos, às nossas futuras gerações, o recado há de ser bem compreendido e assimilado. Ficando claro que não se trata de uma questão religiosa, mas de algo muito mais sério, cujas providências devem ser tomadas agora com a contrapropaganda ao islã. Este simples ato de rejeição pode evitar um absurdo derramamento de sangue no futuro.

Ivani Medina disse...

A propagação do islã em nosso país depende da adesão de brasileiros. Ao deixarmos claro que somos contrários a essa pretensão de domínio cultural da nossa gente, não porque somos católicos, evangélicos, ateus, judeus, budistas, espíritas etc., mas porque somos brasileiros e queremos legar a paz social, que ora usufruimos, às nossas futuras gerações, o recado há de ser bem compreendido e assimilado. Ficando claro que não se trata de uma questão religiosa, mas de algo muito mais sério, cujas providências devem ser tomadas agora com a contrapropaganda ao islã. Este simples ato de rejeição pode evitar um absurdo derramamento de sangue no futuro.

Ivani Medina disse...
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