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AS 12 REFUTAÇÕES CATÓLICA CONTRA AS ACUSAÇÕES PROTESTANTES!

Leia em PDF terça-feira, 27 de agosto de 2013

DE FATO JESUS É UM JUDEU, MAS A PERGUNTA É, QUEM MATOU JESUS? OS JUDEUS OU OS ROMANOS? QUEM ENTREGOU JESUS AOS ROMANOS? 
Mas não foram estes mesmos judeus que mataram Cristo e fizeram o Cânon Palestino?

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[Para agilizar a sua pesquisa neste material siga os passos: Pressione no teu teclado "CONTROL + F" Escreva isto: ( Acréscimo de livros na bíblia ); ( Virgindade de Maria ); (  Batismo de criança ); (  
Confirmação do batismo); ( Orações repetidas ); (Purgatório ), (Oração pelos mortos) ; (Mariolatria ); (Intercessão dos santos e a Maria); ( Idolatria ); (Confissão auricular ); (Procissão ).

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O Cânon Palestino veio apenas para combater os cristãos da igreja primitiva e deixar Cristo fora das escrituras (como livros não sagrados).
Como eles fizeram o Cânon se Cristo mesmo disse que eles não compreendiam as escrituras?
Porque os protestantes seguem quem matou Cristo?
Sendo estas perguntas muito pertinentes, quero que fiquem as respostas a critério de cada um, pois foi a Igreja quem definiu a Bíblia e não o contrário. A Igreja foi criada (Atos 20,28), a Bíblia escrita (Cânon do Novo Testamento).
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O PROTESTANTE DIZ:
1ª heresia: Acréscimo de livros na bíblia
Refutação: Gl 1.8, “Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu, vos anunciar outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema(maldito).
Nota: Os livros apócrifos foram incluídos à bíblia romana no ano de 1546. Foram além!!!

RESPOSTA CATÓLICA=>"Acréscimo de livros na bíblia"
Para começar:
O principal argumento, usados pelos protestantes para negar a Igreja Católica como igreja de Jesus, consiste em apontar suas doutrinas como sendo heréticas. 
Sagrada Escritura (Bíblia) – Para os Protestantes nós Católicos somos heréticos por acrescentar 7 livros na Bíblia, sendo que fica assim, muito claro, que a Sagrada Tradição da Igreja e o Sagrado Magistério sempre confirmaram os livros deuterocanônicos como inspirados pelo Espírito Santo.
Vários Concílios confirmaram isto: os Concílios regionais de Hipona (ano 393); Cartago II (397), Cartago IV (419), Trulos (692). Principalmente os Concílios ecumênicos de Florença (1442), Trento (1546) e Vaticano I (1870) confirmaram a escolha.
No século XVI, Martinho Lutero (1483-1546) para contestar a Igreja, e para facilitar a defesa das suas teses, adotou o cânon da Palestina e deixou de lado os sete livros conhecidos, com os fragmentos de Esdras e Daniel.
Sabemos que é o Espírito Santo quem guia a Igreja e fez com que na hesitação dos séculos II a IV a Igreja optasse pela Bíblia completa, a versão dos Setenta de Alexandria, o que vale até hoje para nós católicos.
Mateus 5,18:
“18 porque em verdade vos digo que, até que passem o céu e a terra, não será omitido nem um só i, uma só vírgula da Lei, sem que tudo seja realizado”(Mateus 5,18) Bíblia de Jerusalém.

Em Jâmnia um acordo entre os fariseus sobre os livros que deveriam ser considerados canônicos pelos judeus. Note o leitor que alguns livros do AT considerados canônicos por todos os cristãos, quase ficaram fora do Cânon Hebreu; livros estes que foram amplamente usados pelos antigos judeus. E se tivessem sido excluídos do Cânon Hebreu, isto significaria que jamais foram considerados canônicos antes? E os livros que os fariseus rejeitaram [os deuterocanônicos], será mesmo que não eram canônicos?

A bíblia usada pelos apóstolos era a Septuaginta e não a Hebraica .


DETALHE : A Septuaginta tinha os 7 livros que Lutero tirou - Por que ele Tirou ? Com que autoridade ?


Até o ano de 1.500, a única Bíblia Cristã existente na face da terra era a Bíblia Católica! Foi Martinho Lutero, um ex-sacerdote, excomungado pela Igreja, que, ao criar a “sua” igreja, denominada de “Igreja Luterana”, forjou a “sua bíblia”, tomando a Bíblia Católica com os SETE LIVROS citados anteriormente, que passou desde então a ser chamada de “bíblia protestante”. 


A Bíblia que os Apóstolos e Evangelistas nos deixaram contém exatos 73 livros. Martinho Lutero, simplesmente tirou SETE LIVROS DA BÍBLIA CATÓLICA e “fez” assim a “sua bíblia protestante”, contendo 66 Livros. 


Ora, todos sabemos que o pai da mentira é satanás e sabemos que ele (satanás) é quem causa divisão e discórdia no Povo de DEUS. 

Das 350 citações do Antigo Testamento que há no Novo, 300 são tiradas da Versão dos Setenta, o que mostra o uso da Bíblia completa pelos apóstolos. Verificamos também que nos livros do Novo Testamento há citações dos livros que os judeus nacionalistas da Palestina rejeitaram. Por exemplo: Rom 1,12-32 se refere a Sb 13,1-9;  Rom 13,1 a  Sb 6,3;  Mt 27,43 a Sb 2, 13.18; Tg 1,19 a Eclo 5,11;  Mt 11,29s a Eclo 51,23-30;  Hb 11,34 a 2 Mac 6,18; 7,42;  Ap 8,2 a Tb 12,15.

RESPOSTA DIRETA => Meu irmão essa bíblia debaixo do teu sovaco não caiu do céu! antes mesmo da reforma protestante a bíblia já existia, aspirada pelo Espirito Santo!

Católica X Protestante

Duas bíblias, uma com 73 livros outra com 66, qual a verdadeira?

A Bíblia Católica com 73 livros foi definida pela Igreja em vários Concílios (Atos 15). Concílios de Hipona (ano 393); Cartago II (397), Cartago IV (419), Trulos (692), ainda temos mais concílios, mas como são posteriores, não os citarei.

A Bíblia Protestante foi definida por um grupo de pessoas que apenas diziam que os livros não foram inspirados por Deus. Eles mesmos usaram a Bíblia Católica até o século 19 com os 73 livros e depois mudaram para os 66 que usam hoje (e são sempre revisados).

Vamos mostrar alguns motivos pelos quais a Bíblia Católica tem 73 livros.

CONFERIR NA BÍBLIA

 Rm 1,12-32 refere-se à Sb 13,1-9;

 Rm 13,1  a  Sb 6,3;

 Mt 27,43  a  Sb 2, 13.18;

 Tg 1,19  a  Ecl 5,11;

 Mt 11,29  a  Ecl 51,23-30;

 Hb 11,34  a  2 Mc 6,18; 7,42;

 Ap 8,2  a  Tb 12,15.

Como podem observar, não foi a Igreja Católica que os colocou apenas por “achismo”. Estes livros foram citados por autores sagrados¹. A Igreja sabia que estes livros eram lidos na época apostólica e patrística, sendo este o motivo da sua inclusão na bíblia.

Agora vamos mostrar outros fatos interessantes dos judeus de Jãmnia:

Eles compilaram o Velho Testamento por causa dos cristãos e não por causa dos judeus, porque nesta época surgiam os escritos apostólicos e os judeus não aceitavam o cristianismo.

Os cristãos aceitavam os escritos apostólicos como sagrados, os judeus não.

Para definir estes livros como sagrados (leia-se 66), os judeus criaram alguns critérios interessantes:

1°- escrito somente em hebraico (nem aramaico e nem grego);

2°- escrito antes de Esdras (455-428 a.C.);

3°- sem contradição com a Torá ou lei de Moisés.

Com estes critérios os judeus de Jãmnia definiram o Velho Testamento com 66 livros, os quais foram adotados pelos protestantes.

A tradução dos setenta ou Cânon Alexandrino foi feita em 250 aC .O Cânon Palestino foi feito depois de Cristo.

De qual escritura Jesus disse: ”Errais não compreendendo nem as Escrituras nem o poder de Deus”

Será que era do Cânon judaico que nem existia na época ou do Cânon Alexandrino? (Mt 22,29).

Qual escritura Jesus falava nesta passagem?

Qual é a escritura correta?

Porque Cristo falou compreender as escrituras?

Quem não as compreendia?

Será que ele falava dos judeus?

Mas não foram estes mesmos judeus que mataram Cristo e fizeram o Cânon Palestino?

O Cânon Palestino veio apenas para combater os cristãos da igreja primitiva e deixar Cristo fora das escrituras (como livros não sagrados).

Como eles fizeram o Cânon se Cristo mesmo disse que eles não compreendiam as escrituras?

Porque os protestantes seguem quem matou Cristo?

Sendo estas perguntas muito pertinentes, quero que fiquem as respostas a critério de cada um, pois foi a Igreja quem definiu a Bíblia e não o contrário. A Igreja foi criada (Atos 20,28), a Bíblia escrita (Cânon do Novo Testamento).

Confiram com dados históricos.
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PROTESTANTE DIZ:
1ª heresia: Virgindade de Maria
Refutação: Mt 1.25 “E(José)não a “CONHECEU” até que deu à luz seu filho(Jesus), o primogênito; e pôs-lhe por nome Jesus”.
Nota: De acordo com o Aulete Digital, a aplicação mais prática da palavra “CONHECER” no texto de Mt1.25, é: Ant. Ter relações sexuais com [td.: Só conheceu a mulher depois de casado.]

RESPOSTA CATÓLICA => Esta questão eu nem deveria responder e portanto os país do protestantismo podem muito bem responde-las.

João Calvino ( 1509-1564) =>  "Virgindade de Maria"
Calvino em Genebra (Suíça) foi muito mais radical do que Lutero na Alemanha. Imprimiu notas pessoais à Reforma, entre as quais as do presbiterianismo.
Em relação a Maria, professa a Maternidade virginal:
"Professo que da genealogia de Cristo não se pode deduzir que Ele foi Filho de Davi a não ser através da Virgem" (Calvini Ópera 2,351).

A respeito de Mt 1,25 escreve: "Jesus é dito primogênito unicamente para que saibamos que Ele nasceu da Virgem" (CO 45,645).

A propósito Is 7,14: " O profeta teria feito coisa muito fria e insípida se, depois de anunciar algo de novo e insólito entre os judeus, acrescentasse: 'Uma jovem conceberá'. É assaz claro, portanto, que ele fala da Virgem, que havia de conceber não conforme as leis ordinárias da natureza, mas por graça do Espírito Santo" ( CO 36,156s).

Calvino exalta as virtudes de Maria quando escreve: "Quando a Virgem disse: 'Eis a Serva do Senhor', ela se ofereceu e entregou totalmente a Deus, para que se servisse dela conforme os direitos de Deus. 'Faça-se em mim': entendo estas palavras como expressão de que Maria estava persuadida do poder de Deus e voluntariamente se dispunha a atender ao seu chamado; acreditou na promessa do Senhor, cuja realização Ela não somente esperava, mas também pedia ardorosamente" ( CO 45,30).

Ao comentar a frase: "Bem-aventurada me dirão todas as gerações", julga que Maria assim "proclamava uma tão grande dádiva de Deus que não era lícito silenciá-la... Reconhecemos que este dom foi altamente honroso para Maria. De boa vontade seguimo-la como mestra e obedecemos aos ensinamentos e preceitos da Virgem" ( CO 45,38).

Ulrico Zvinglio ( 1484-1531)=>  "Virgindade de Maria"
Zvinglio em Zürich (Suíça) iniciou uma reforma, que foi posteriormente absorvida pelo Calvinismo. Escreveu:
"Creio firmemente que, segundo o Evangelho, Maria, como Virgem pura, gerou o Filho de Deus e no parto e após o parto permaneceu para sempre Virgem pura e íntegra. Também acredito firmemente que ela foi por Deus exaltada acima de todas as criaturas Bem-aventuradas (homens e anjos) na eterna bem-aventurança" (Zwinglii Opera 1,424).

Os "irmãos do Senhor" eram, para Zvinglio, "os amigos do Senhor" ( ZO 1,401}.

Declarou: "Estimo grandemente a Mãe de Deus, a Virgem Maria perpetuamente casta e imaculada" ( ZO 2,189).

Amman, discípulo e contemporâneo de Zvinglio, declarou: " Maria foi preservada de toda mancha e culpa: do pecado original, do pecado mortal e do pecado atual".

Heinrich Bullinger, sucessor de Zvinglio, testemunhou:
"Cremos que o corpo puríssimo da Virgem Maria, Mãe de Deus é templo do Espírito Santo... foi levado pelos anjos ao céu".

Em conclusão, Zvinglio: "Quanto mais crescem a honra e o amor de Cristo entre os homens, tanto mais crescem também a estima e a honra de Maria, que gerou para nós um tão grande e propício Senhor e Redentor" (ZO 1,427s).

Como se vê, os mestres da Reforma foram muito mais fiéis a Maria do que os seus discípulos, "reformadores da Reforma do século XVI". Todavia no protestantismo contemporâneo nota-se uma volta às origens, da qual vai aqui transcrito um espécimen, tirado de um Catecismo luterano:

"Maria faz parte do Evangelho... É apresentada como aquela que ouviu de maneira exemplar a palavra de Deus, como a serva do Senhor que diz Sim à palavra de Deus, como a cheia de graça que por si mesma nada é, mas que é tudo por bondade de Deus. É, com efeito, o modelo original dos homens que se abrem a Deus e se deixam enriquecer por Ele, o modelo original da comunidade dos fiéis, da Igreja... 'Concebido por obra do Espírito Santo, nascido da Virgem Maria': é uma verdade que confessamos de Jesus; conseqüentemente, confessamos também que Maria é a Mãe de Nosso Senhor" (Evangelischer Erwachsenenkatechismus, sob a direção de W. Jehtsh, Gütersloh).

É de esperar que o movimento de volta às fontes tem a sua feliz continuidade no protestantismo.

"É uma doce e piedosa crença esta de que a alma de Maria não possuía o pecado original; assim, sua alma estava completamente purificada do pecado original e embelezada com os dons de Deus, por ter recebido de Deus uma alma pura. Portanto, desde o primeiro momento de sua vida, ela estava livre de todo o pecado" 
(Martinho Lutero, "Sermão sobre o Dia da Conceição da Mãe de Deus", 1527).

PARA CALAR A BOCA=> "A Virgindade Perpétua de Maria"
Todos os cristãos crêem que Maria era virgem quando deu à luz a Jesus. "Mas Maria disse ao anjo: 'Como pode ser isso se não conheço varão?' E o anjo lhe respondeu: 'O Espírito Santo virá sobre ti e o poder do Altíssimo te encobrirá. Então a criança que irá nascer será chamada santa, o Filho de Deus'" (Lucas 1,34-35).

Quando José ficou sabendo que Maria estava grávida, ele já era noivo dela, embora ainda não vivessem juntos. Ele quis romper o compromisso pois sabia que aquela criança não era sua.
"Enquanto assim decidia, eis que o Anjo do Senhor manifestou-se a ele em sonho, dizendo: 'José, filho de Davi, não temas receber Maria, tua mulher, pois o que nela foi gerado vem do Espírito Santo" (Mateus 1,20).

Tudo isto foi previsto no Antigo Testamento e aconteceu para que se cumprissem as profecias dadas por Deus ao povo judeu: "Pois sabei que o Senhor mesmo vos dará um sinal: eis que a virgem concebeu e dará à luz um filho e pôr-lhe-á o nome de Emanuel" (Isaías 7,14).

O ensinamento da Bíblia sobre esta matéria é tão claro que todas as denominações cristãs concordam sobre a sua interpretação.


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PROTESTANTE DIZ:
2ª heresia: Batismo de criança
Refutação: Mt 3.1-12, o texto diz que o BATISMO, deve ser para o ARREPENDIMENTO!
Nota: Pode um bebezinho ainda no “colo” dos pais, se arrepender de algo?

RESPOSTA CATÓLICA SOBRE O BATISMO DE CRIANÇAS: ENTENDA SOBRE O ASSUNTO:


B.2.1 Apóstolos e missão de batizar

§ 1223 Todas as prefigurações da antiga aliança encontram sua realização em Cristo Jesus. Ele começa sua vida pública depois de ter-se feito batizar por São João Batista no Jordão, e após sua ressurreição confere esta missão aos apóstolos: "Ide, pois, fazei que todos os povos se tornem meus discípulos, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, e ensinando-as a observar tudo quanto vos ordenei" (Mt 28,19-20).

§ 1276 "Ide, portanto, e fazei que todos os povos se tornem meus discípulos, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, e ensinando-os a observar tudo quanto vos ordenei" (Mt 28,19-20).

B.2.2 Batismo das crianças

§ 403 Na linha de São Paulo, a Igreja sempre ensinou que a imensa miséria que oprime os homens e sua inclinação para o mal e para a morte são incompreensíveis, a não ser referindo-se ao pecado de Adão e sem o fato de que este nos transmitiu um pecado que por nascença nos afeta a todos e é "morte da alma". Em razão desta certeza de fé, a Igreja ministra o batismo para a remissão dos pecados mesmo às crianças que não cometeram pecado pessoal.

§ 1231 Quando o Batismo das crianças se tornou amplamente a forma habitual da celebração deste sacramento, esta passou a ser um único ato que integra de maneira muito resumida as etapas prévias à iniciação cristã. Por sua própria natureza, o Batismo das crianças exige um catecumenato pós-batismal. Não se trata somente da necessidade de uma instrução posterior ao Batismo, mas do desabrochar necessário da graça batismal no crescimento da pessoa. E o lugar próprio do catecismo.

§ 1233 Hoje em dia, portanto, em todos os ritos latinos e orientais, a iniciação cristã dos adultos começa desde a entrada deles no catecumenato, para atingir seu ponto culminante em uma única celebração dos três sacramentos: Batismo, Confirmação e Eucaristia. Nos ritos orientais a iniciação cristã das crianças começa no Batismo, seguido imediatamente pela Confirmação e pela Eucaristia, ao passo que no rito romano ela prossegue durante os anos de catequese, para terminar mais tarde com a Confirmação e a Eucaristia, ápice de sua iniciação cristã.

§ 1250 Por nascerem com uma natureza humana decaída e manchada pelo pecado original, também as crianças precisam do novo nascimento no Batismo, a fim de serem libertadas do poder das trevas e serem transferidas para o domínio da liberdade dos filhos de Deus, para a qual todos os homens são chamados. A gratuidade pura da graça da salvação é particularmente manifesta no Batismo das crianças. A Igreja e os pais privariam então a criança da graça inestimável de tomar-se filho de Deus se não lhe conferissem o Batismo pouco depois do nascimento.
§ 1251 Os pais cristãos hão de reconhecer que esta prática corresponde também à sua função de alimentar a vida que Deus confiou a eles.

§ 1252 A prática de batizar as crianças é uma tradição imemorial da Igreja. É atestada explicitamente desde o século II. Mas é bem possível que desde o início da pregação apostólica, quando "casas" inteiras receberam o Batismo, também se tenha batizado as crianças.
§ 1282 Desde os tempos mais antigos, o Batismo é administrado às crianças, pois é uma graça e um dom de Deus que não supõe méritos humanos; as crianças são batizadas na fé da Igreja. A entrada na vida cristã dá acesso à verdadeira liberdade.

§ 1290 Nos primeiros séculos, a Confirmação constitui em geral uma só celebração com o Batismo, formando com este, segundo a expressão de São Cipriano, um "sacramento duplo". Entre outros motivos, a multiplicação dos batizados de crianças e isto ao longo do ano todo e a multiplicação das paróquias (rurais), (multiplicação) que amplia as dioceses, não permitem mais a presença do Bispo em todas as celebrações batismais. No Ocidente, visto que se deseja reservar ao Bispo a complementação do Batismo, se instaura a separação dos dois sacramentos em dois momentos distintos. O Oriente manteve juntos os dois sacramentos, tanto que a Confirmação é ministrada pelo presbítero que batiza. Todavia, este não o pode fazer senão com o "mýron" consagrado por um Bispo.

B.2.3 Batismo de adultos

§ 1247 Desde as origens da Igreja, o Batismo dos adultos é a situação mais normal nas terras onde o anúncio do Evangelho é ainda recente. O catecumenato (preparação para o Batismo) ocupa então um lugar importante. Sendo iniciação à fé e à vida cristã, deve dispor para o acolhimento do dom de Deus no Batismo, na Confirmação e na Eucaristia.

§ 1248 O catecumenato, ou formação dos catecúmenos, tem por finalidade permitir a estes últimos, em resposta à iniciativa divina e em união com uma comunidade eclesial, que levem a conversão e a fé à maturidade. Trata-se de uma "formação à vida crista integral (...) pela qual os discípulos são unidos a Cristo, seu mestre. Por isso, os catecúmenos devem ser iniciados (...) nos mistérios da salvação e na prática de uma vida evangélica, e introduzidos, mediante ritos sagrados celebrados em épocas sucessivas, na vida da fé, da liturgia e da caridade do povo de Deus".

§ 1249 Os catecúmenos "já estão unidos à Igreja, já pertencem à casa de Cristo, não sendo raro levarem uma vida de fé, esperança e caridade". "A mãe Igreja já os envolve como seus em seu amor, cercando-os de cuidados."

B.2.4 Batismo de Jesus

§ 535 A vida pública de Jesus tem início com seu Batismo por João no rio Jordão. João Batista proclamava "um batismo de arrependimento para a remissão dos pecados" (Lc 3,3). Uma multidão de pecadores, de publicanos e soldados, fariseus e saduceus e prostitutas vem fazer-se batizar por ele. Jesus aparece, o Batista hesita, mas Jesus insiste. E Ele recebe o Batismo. Então o Espírito Santo, sob forma de pomba, vem sobre Jesus, e a voz do céu proclama: "Este é o meu Filho bem-amado" (Mt 3,13-17). É a manifestação ("Epifania") de Jesus como Messias de Israel e Filho de Deus.

§ 536 O Batismo de Jesus é, da parte dele, a aceitação e a inauguração de sua missão de Servo sofredor. Deixa-se contar entre os pecadores; é, já, "o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo" (Jo 1,29), antecipa já o "Batismo" de sua morte sangrenta. Vem, já, "cumprir toda a justiça" (Mt 3,15), ou seja, submete-se por inteiro à vontade de seu Pai: aceita por amor este batismo de morte para a remissão de nossos pecados. A esta aceitação responde a voz do Pai, que coloca toda a sua complacência em seu Filho. O Espírito que Jesus possui em plenitude desde a sua concepção vem "repousar" sobre Ele. Jesus ser a fonte do Espírito para toda a humanidade. No Batismo de Jesus, "abriram-se os Céus" (Mt 3,16) que o pecado de Adão havia fechado; e as águas são santificadas pela descida de Jesus e do Espírito, prelúdio da nova criação.

§ 537 Pelo Batismo, o cristão é sacramentalmente assimilado a Jesus, que antecipa em seu Batismo a sua Morte e a sua Ressurreição; deve entrar neste mistério de rebaixamento humilde e de arrependimento, descer à água com Jesus para subir novamente com ele, renascer da água e do Espírito para tornar-se, no Filho, filho bem-amado do Pai e "viver em uma vida nova" (Rm 6,4):

Sepultemo-nos com Cristo pelo Batismo, para ressuscitar com Ele; desçamos com Ele, para ser elevados com Ele; subamos novamente com Ele, para ser glorificados nele.
Tudo o que aconteceu com Cristo dá-nos a conhecer que, depois da imersão na água, o Espírito Santo voa sobre nós do alto do Céu e que, adotados pela Voz do Pai, nos tornamos filhos de Deus.

§ 556 No limiar da vida pública, o Batismo; no limiar da Páscoa, a Transfiguração. Pelo Batismo de Jesus "declaratum fuit mysterium primae regenerationis - foi manifestado o mistério da primeira regeneração": o nosso Batismo; a Transfiguração "est sacramentum secundae regenerationis - é o sacramento da segunda regeneração": a nossa própria ressurreição. Desde já participamos da Ressurreição do Senhor pelo Espírito Santo que age nos sacramentos do Corpo de Cristo A Transfiguração dá-nos um antegozo da vinda gloriosa do Cristo, "que transfigurar nosso corpo humilhado, conformando-o ao seu corpo glorioso" (Fl 3,21). Mas ela nos lembra também "que é preciso passarmos por muitas tribulações para entrarmos no Reino de Deus" (At 14,22):

Pedro ainda não tinha compreendido isso ao desejar viver com Cristo sobre a montanha. Ele reservou-te isto, Pedro, para depois da morte. Mas agora Ele mesmo diz: Desce para sofrer na terra, para servir na terra, para ser desprezado, crucificado na terra. A Vida desce para fazer-se matar; o Pão desce para ter fome; o Caminho desce para cansar-se da caminhada; a Fonte desce para ter sede; e tu recusas Sofrer?

§ 565 Desde o início de sua vida pública, em seu Batismo, Jesus é o "Servo", inteiramente consagrado à obra redentora que se realizará pelo "Batismo" de sua paixão.

§ 608 Depois de ter aceitado dar-lhe o Batismo junto com os pecadores, João Batista viu e mostrou em Jesus o "Cordeiro de Deus, que tira os pecados do mundo". Manifesta, assim que Jesus é ao mesmo tempo o Servo Sofredor que se deixa levar silencioso ao matadouro e carrega o pecado das multidões e o cordeiro pascal, símbolo da redenção de Israel por ocasião da primeira Páscoa Toda a vida de Cristo exprime sua missão: "Servir e dar sua vida em resgate por muitos".

§ 701 A pomba. No fim do dilúvio (cujo simbolismo está ligado ao batismo), a pomba solta por Noé volta com um ramo novo de oliveira no bico, sinal de que a terra é de novo habitável. Quando Cristo volta a subir da água de seu batismo, o Espírito Santo, em forma de uma pomba, desce sobre Ele e sobre Ele permanece. O Espírito desce e repousa no coração purificado dos batizados. Em certas igrejas, a santa Reserva eucarística é conservada em um recipiente metálico em forma de pomba (o columbarium) suspenso acima do altar. O símbolo da pomba para sugerir o Espírito Santo é tradicional na iconografia cristã.

§ 1223 Todas as prefigurações da antiga aliança encontram sua realização em Cristo Jesus. Ele começa sua vida pública depois de ter-se feito batizar por São João Batista no Jordão, e após sua ressurreição confere esta missão aos apóstolos: "Ide, pois, fazei que todos os povos se tornem meus discípulos, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, e ensinando-as a observar tudo quanto vos ordenei" (Mt 28,19-20).

§ 1224 Nosso Senhor submeteu-se voluntariamente ao Batismo de São João, destinado aos pecadores, para "cumprir toda a justiça (Cf Mt 3,15)". Este gesto de Jesus é uma manifestação de seu "aniquilamento". O Espírito que pairava sobre as águas da primeira criação desce então sobre Cristo, preludiando a nova criação, e o Pai manifesta Jesus como seu "filho amado".

§ 1225 Foi em sua Páscoa que Cristo abriu a todos os homens as fontes do Batismo. Com efeito, já tinha falado da paixão que iria sofrer em Jerusalém como de um "batismo" com o qual devia ser batizado. O sangue e a água que escorreram do lado traspassado de Jesus crucificado são tipos do Batismo e da Eucaristia, sacramentos da vida nova: desde então é possível "nascer da água e do Espírito" para entrar no Reino de Deus (Jo 3,5).

Vê, quando és batizado, donde vem o Batismo, se não da cruz de Cristo, da morte de Cristo. Lá está todo o mistério: ele sofreu por ti. E nele que és redimido, é nele que és salvo e, por tua vez, te tornas salvador.

§ 1286 No Antigo Testamento os profetas anunciaram que o Espírito do Senhor repousaria sobre o Messias esperado em vista de sua missão salvífica. A descida do Espírito Santo sobre Jesus por ocasião de seu Batismo por João Batista foi o sinal de que era Ele quem devia vir, que Ele era o Messias; o Filho de Deus. Concebido do Espírito Santo, toda a sua vida e toda a sua missão se realizam em uma comunhão total com o mesmo Espírito, que o Pai lhe dá "sem medida" (Jo 3,34).
B.2.5 Batismo de João Batista

§ 523 São João Batista é o precursor imediato do Senhor, enviado para preparar-lhe o caminho. "Profeta do Altíssimo" (Lc; 1,76), ele supera todos os profetas, deles é o último, inaugura o Evangelho; saúda a vinda de Cristo desde o seio de sua mãe e encontra sua alegria em ser "o amigo do esposo" (Jo 3,29), que designa como "o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo" (Jo 1,29). Precedendo a Jesus "com o espírito e o poder de Elias" (Lc 1,17), dá-lhe testemunho por sua pregação, seu batismo de conversão e, finalmente, seu martírio.

§ 720 Finalmente, com João Batista o Espírito Santo inaugura, prefigurando-o, o que realizará com e em Cristo: restituirá ao homem "a semelhança" divina. O Batismo de João era para o arrependimento, o Batismo da água e no Espírito será um novo nascimento

REFUTAÇÃO=> Se você encontrar na Bíblia onde está escrito de batizar os adultos, vou lhe dar uns 10 milhões?


A Igreja Católica o faz, lembrando que as crianças dos Judeus eram consagradas a Deus, sobretudo os primogênitos, pela circuncisão; e que Jesus, que não precisava ser batizado, foi circuncidado como criança segundo o rito Judaico e depois batizado por  João como adulto. Ora, se o menino puro e santo que era Jesus, e seus pais aceita o rito, que no Judaísmo equivalia ao batismo dos cristãos, por que negar às crianças esse sinal de entrega a Deus?
O batismo das crianças é então uma circuncisão nova, que agrega ao novo povo de Deus (Colossences 2,11) (Efésios 2,11-22) unido à páscoa de Cristo por esforços e por uma fidelidade generosa,o batizado se prepara para entrar no seu reino glorioso (Colossences 1,12) e na posse da celeste herança da qual tem as primícias pelo dom do espírito (2 Cor 1,22)  (Efésios 1,14).

Que é o Batismo Cristão?

É um sacramento da nova lei, que Jesus Cristo instituiu para nos fazer cristãos, filhos de Deus e da sua igreja.
Como é que o Batismo produz esses efeitos?

Pela força sobrenatural que Jesus Cristo lhe deu de produzir um verdadeiro ?Renascimento? ou ?Regeneração Espiritual? (João 3,5) (Tito 3,5-7), que perdoa o pecado original e outros, se houver, comunicando à alma a graça divina e santificante (Efésios 5,26-27).
Então há pecado original?

Sim. Além dos pecados pessoais que cada um comete após chegar ao uso da razão, é o que afirma a Bíblia (Romanos 5,19) (Romanos 5,12-14).

Então o pecado original atinge a todos?

Sim, exceto a virgem Maria por sua invencibilidade pelo maligno (Gêneses 3,15) e por sua plenitude da graça (Lucas 1,28) todos nós contraímos o pecado original (Romanos 5,12-14) E isso desde o primeiro momento da nossa concepção (Salmo 50,7) (Romanos 5,14).

Então o Batismo é necessário para todos?

Sim. Foi o que Jesus afirmou: ?quem não renascer pela água e pelo Espírito Santo, não entrará no reino dos céus? (João 3,5). Quem não excluí ninguém, não põe limite de idade.

E as crianças?

As crianças sem o uso da razão, não podendo opor qualquer obstáculo à graça, estão na melhor das disposições espirituais para receber o batismo e o seu efeito a graça santificante.

Não se deve esperar que cresçam para pedir o batismo?

Não. Como não se espera que peçam o alimento. Assim apenas nascidas para vida natural as crianças recebem o batismo pelo qual renascem para a vida sobre natural da graça. É pecado priva-las desse grande benefício. É impedi-las de irem a Jesus (Marcos 10,14).

Como explicar a frase: ?Quem crer e for batizado será salvo, quem não crer será condenado? (Marcos 16,16).

Nesta passagem, os protestantes, na verdade só observam a primeira parte. Veja bem: Quando eles falam que a criança não crê, porque não entende nada, deveriam também considerar a segunda parte do texto: Quem não crer será condenado! Se for por esse raciocínio, todas as crianças serão condenadas, pois elas não tem nenhuma condição de crer. Portanto mais uma vez, eles se contradizem, nesta passagem.

A criança não crê. De que forma, então poderá ser batizada? Vejamos: A fé não é produto da mente humana, de gente grande; ?A fé é dom de Deus? (Efésios 2,8). E, sendo a fé dom de Deus, não é somente individual, mas também comunitária. A fé manifesta também, na família, no lar, onde a criança participa da fé paternal e material, como participa do seu afeto, do seu carinho e do seu amor.

Ora, essa participação da fé já é um pressuposto para que a criança venha receber validamente o batismo. Vejamos: ?Porque o marido descrente é santificado pela mulher? ? E a mulher descrente é santificada pelo marido; doutra sorte os vossos filhos seriam imundos: Mas agora são santos?, isto é, são crentes junto, com os pais (1Cor 7,14).

Definitivamente, os pais que vivem a fé apóiam Biblicamente os filhos para a válida recepção do batismo.
Em (1Cor 10,2) Paulo mostra que todos os Israelitas foram batizados em Moisés, na nuvem e no mar (como símbolo do batismo Cristão). Sabemos porém que este batismo não aconteceu por imersão, pois os Israelitas, junto com todas as crianças passaram o mar vermelho a pé enxuto, tocando apenas a areia úmida do mar.

E o Batismo nos rios e por imersão? Que pensar?

É outro erro julgar que o Batismo tem que ser nos rios, e por imersão. Ao afirmarem tal exclusividade confundem o Batismo instituído por Cristo ? que é Sacramento de regeneração espiritual ? com o de João Batista, que era mero rito para excitar à penitência ou conversão (Mateus 3,11) (Atos 11,16) (João 1,29-34).

Esse modo de pensar e de agir é pois, contraditório:

1.º porque a Bíblia não afirma que João Batista imergia (mergulhar n?água) as pessoas. Muito menos o fez com Jesus Cristo, a Quem tinha grandíssimo respeito. Além disso, o costume constante dos hebreus era antes o das abluções rituais, isto é, derramar água por cima da pessoa que se purificava (Marcos 7,4) (João 2,6).
2.º porque nenhum dos seis casos de batismos cristãos feitos no tempo dos Apóstolos, e registrados na Bíblia, foram feitos em rios.

Onde estão na Bíblia esses batismos?

Estão narrados nos Atos dos Apóstolos:
= o 1.º está em (Atos 2,41) : cerca de três mil pessoas batizadas no dia de Pentecostes em Jerusalém, onde não há rios;
= o 2.º está em (Atos 8,36-38) : é o batismo do servo da rainha da Etiópia, em uma fonte na qual havia ?alguma água? (no original da Bíblia);
= o 3.º está em (Atos 9,11-18) : é o batismo de Saulo no interior de uma casa em Damasco;
= o 4.º está em (Atos 10,47) : é o batismo de um grupo de gentios em Cesaréia ?com água de batismo?;
= o 5.º está em (Atos 16,33-35) : é o batismo do carcereiro de Filipos, numa cadeia à meia noite, feito por São Paulo;
= o 6.º está em (Atos 19,3-5) : é o batismo de um grupo de ex-discípulos de João Batista em Éfeso, em que, como sempre, não há qualquer menção de rio.

Portanto, a maneira mais conforme à Bíblia, de se administrar o Batismo Cristão, é a de ablução (derramar água na pessoa a quem se batiza).

A demais, como se batizariam os enfermos? Ter-se-ia que providenciar tanques térmicos? Ou deixar-se-iam as pessoas morrerem sem o Batismo que, no entanto, é necessário para a salvação? Portanto, além das razões bíblicas e da prática constante da Igreja, quantos e sérios problemas na ordem prática?
Se quisermos celebrar o batismo por imersão, o ritual do batismo dá toda explicação de como fazer, embora, a quantidade de água comum, mergulhando o indivíduo no rio ou derramando água sobre sua cabeça, não altera em nada o batismo, pois a função da água, do líquido usado é, biblicamente, simbolizar a água viva, Jesus Cristo (João  4,14). Purificando a pessoa.

Há igrejas que não batizam as crianças porque, dizem eles, é contrário a Bíblia. Além disso, dizem que para ser batizados é preciso se arrepender dos pecados e as crianças não tem condições de fazer isso.
- Vejamos de agora em diante que o batismo é para todos independente de idade, ler (Mateus 28,19) (João 3,3).

- O batismo deverá ser tomado em sintonia com o poder de ?ligar e desligar? dado  pelo senhor Jesus a Igreja (Mateus 16,19) (Mateus 18,18).

- Jesus disse: Ide, pois ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.

- Nos atos dos apóstolos se lê que estes batizam famílias inteiras, ora, nas famílias há sempre crianças: 
Ler: (Atos 16,14-15) (Atos 32-33) (1 Coríntios 1,16) (Atos 9,18-19) (Colossenses 2,11-14).

Nestas três vezes em que os apóstolos batizavam, eles o fizeram por infusão e não por imersão, pois não havia nem rios nem riachos, estavam em casa ou no cárcere (Prisão). Ler ainda: (Atos 18,8).

No diálogo que Jesus teve com Nicodemos sobre o novo nascimento, por questão de humildade, não falou nada explicitamente sobre a entrega a ele, frisou sim, que é preciso nascer da água (João 4,14), água viva, simbolizada por aquela natural, aplicada no batismo e do espírito (João 3,5).

Na Nova e Eterna Aliança ?o Batismo substituiu a circuncisão da Antiga Aliança?, como rito da entrada para o povo escolhido de Deus. Ora se o próprio Deus ordenou a Abraão circuncidam os meninos já no 8.º dia depois do nascimento, sem exigir deles uma fé adulta e livre escolha, então não seria lógico recusar o Batismo às crianças dos Pais Cristãos, por causa de tais exigências.

Orígenes (185 255) escreve: ?A igreja recebeu dos apóstolos a tradição de um batismo também aos recém-nascidos?. (Epist. Ad. Rom. Livro 5,9). Cipriano em 258 escreve: ?Do batismo e da graça não devemos afastar as crianças?. (carta a Fido). Seguindo à tradição apostólica, cada homem honesto reconhece que os cristãos dos primeiros séculos conheciam muito bem e observavam a doutrina e as práticas religiosas recebidas dos apóstolos.

Ora, se a Igreja Católica, analisando os textos bíblicos que nos revelam: ?... Todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus.? (Romanos 3,23)  (Romanos 5,12) (1 Coríntios 15,21-23) ou eis que nasci na culpa, minha mãe recebeu-me no pecado (Salmos 50,7) achou por bem batizar todos, grandes e pequenos, colocando como condição para o batismo dos pequenos a participação na fé familiar de seus pais (1 Coríntios 7,14) (Atos 16,31-33), ela age, mediante Cristo, correta e autorizadamente.

CONCLUSÃO => 
( frase utilizada pelos protestantes contra o batismo de crianças, está em Marcos 16,16 que diz: “Quem crer e for batizado será salvo, mas quem não crer será condenado”. Na primeira parte desta frase, os protestantes dizem que as crianças não tem condições de crer e isso cabe somente aos adultos. E como ficaria a segunda parte: “quem não crer será condenado”? Se a primeira parte deste versículo mostrasse o batismo dos adultos, automaticamente a segunda parte condenaria todas as crianças ao inferno.)

O batismo realizado na Igreja Católica está fundamentado na pessoa de Jesus Cristo (Batismo através do Espírito Santo). O batismo nas igrejas protestantes está fundamentado na pessoa de João Batista (batismo de arrependimento). Eis a diferença!

Ao batizar uma criança, a Igreja Católica batiza através do fogo e do Espírito Santo e não por arrependimento, como ensinam os protestantes.

(Outro texto Bíblico confirmando o Batismo de crianças:

- "Nele também fostes circuncidados com circuncisão não feita por mão de homem, mas com a circuncisão de Cristo, que consiste no despojamento do vosso ser carnal. Sepultados com Ele no Batismo, com Ele também ressuscitastes por vossa fé no poder de Deus, que O ressuscitou dos mortos" (Colossenses 2,11-12).

Consta nos Atos dos Apóstolos que São Paulo batizou famílias inteiras. Ora, se foi dito “famílias” é de se supor que havia crianças – considerando-se que, naquela época, as famílias eram muito numerosas – e nenhum deles foi excluído do sacramento ministrado pelo Apóstolo. Conferir Atos 16,14-15.32-33; 1Coríntios 1,16; Atos 9,18-19; Colossenses 2,11-14; Atos 2,38-39; 1Pedro 3,20-21; Atos 16,31-32.

Os protestantes por desconhecerem estas passagens na Bíblia, dizem que a Igreja Católica peca em batizar crianças, porque elas não teriam consciência dos seus pecados e não teriam condições de se arrependerem dos seus atos; por isso deve-se batizar somente os adultos. Os protestantes se baseiam nestas palavras: “Ele percorria toda a região do Jordão, pregando o batismo de arrependimento para a remissão dos pecados” (Lucas 3,3).

Como esta interpretação está equivocada!

No Evangelho de Lucas, João Batista batizava os que vinham ao seu encontro, mas o batismo não era regenerador já que sua mensagem tinha somente caráter messiânico. O batismo de João era provisório e diferente daquele que o Mestre instituiria. Logo ele anunciaria o batismo definitivo que viria através do próprio Jesus:

- "E João responde: 'Eu batizo vocês com água, mas chegará alguém mais forte do que eu. Eu não sou digno nem sequer de desamarrar a correia das sandálias dele. Ele é quem batizará vocês com o Espírito Santo e com o fogo'" (Lucas 3,16)

Além do mais é necessário lembrar que Jesus, não possuindo qualquer pecado, não precisava se arrepender e não necessitava receber o batismo de conversão que João Batista administrava. No entanto, ao entrar no rio Jordão, Jesus deu a força santificadora para toda a água que se utilizaria no sacramento do batismo. Ao ser batizado, Ele assume a missão para a qual o Pai o havia enviado e Ele é reconhecido como Filho eterno no homem Jesus e o verdadeiro Messias: “Tu és o meu Filho amado; em Ti encontro o meu agrado” (Marcos 1,11). Além disso, Jesus recebe também o Espírito Santo em plenitude.)

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PROTESTANTE DIZ:
3ª heresia: Confirmação do batismo(crisma)
Refutação: A bíblia não fala em nenhum lugar sobre esse tal confirmação;
A bíblia diz em Mc 16.15, que a pessoa deve CRER para ser batizada.
Nota: A bíblia não diz, que “15 anos” após o batismo, a pessoa deve confirmá-lo; a confirmação é no ato!

RESPOSTA CATÓLICA =>


B.2.32.1 Confirmação do Batismo

§ 1288 "Desde então, os apóstolos, para cumprir a vontade de Cristo, comunicaram aos neófitos, pela imposição das mãos, o dom do Espírito que leva a graça do Batismo à sua consumação. E por isso que na Epístola aos Hebreus ocupa um lugar, entre os elementos da primeira instrução cristã, a doutrina sobre os batismos e também sobre a imposição das mãos. A imposição das mãos é com razão reconhecida pela tradição católica como a origem do sacramento da Confirmação que perpétua, de certo modo, na Igreja, a graça de Pentecostes."

§ 1289 Bem cedo, para melhor significar o dom do Espírito Santo, acrescentou-se à imposição das mãos uma unção com óleo perfumado (crisma). Esta unção ilustra o nome de "cristão", que significa "ungido" e que deriva a sua origem do próprio nome de Cristo, ele que "Deus ungiu com o Espírito Santo" (At 10,38). E este rito de unção existe até os nossos dias, tanto no Oriente como no Ocidente. Por isso, no Oriente, este sacramento é chamado Crismação, unção com crisma, ou mýron, que significa "crisma". No Ocidente, o termo Confirmação sugere que este sacramento, ao mesmo tempo, confirma o Batismo e consolida a graça batismal.

§ 1290 Nos primeiros séculos, a Confirmação constitui em geral uma só celebração com o Batismo, formando com este, segundo a expressão de São Cipriano, um "sacramento duplo". Entre outros motivos, a multiplicação dos batizados de crianças e isto ao longo do ano todo e a multiplicação das paróquias (rurais), (multiplicação) que amplia as dioceses, não permitem mais a presença do Bispo em todas as celebrações batismais. No Ocidente, visto que se deseja reservar ao Bispo a complementação do Batismo, se instaura a separação dos dois sacramentos em dois momentos distintos. O Oriente manteve juntos os dois sacramentos, tanto que a Confirmação é ministrada pelo presbítero que batiza. Todavia, este não o pode fazer senão com o "mýron" consagrado por um Bispo.

§ 1291 Um costume da Igreja de Roma facilitou o desenvolvimento da prática ocidental graças a uma dupla unção com o santo crisma depois do Batismo: realizada já pelo presbítero sobre o neófito, ao sair este do banho batismal, ela é terminada por uma segunda unção, feita pelo Bispo na fronte de cada um dos novos batizados. A primeira unção com o santo crisma, a que é dada pelo presbítero, permaneceu ligada ao rito batismal; ela significa a participação do batizado nas funções profética, sacerdotal e régia de Cristo. Se o Batismo é conferido a um adulto, há uma só unção pós-batismal, a da Confirmação.

§ 1298 Quando a Confirmação é celebrada em separado do Batismo, como ocorre no rito romano, a liturgia do sacramento começa com a renovação das promessas do Batismo e com a profissão de fé dos confirmandos. Assim aparece com clareza que a Confirmação se situa na seqüência do Batismo. Quando um adulto é batizado, recebe imediatamente a Confirmação e participa da Eucaristia [Cf CIC cânone 866].

§ 1304 Como o Batismo, do qual é consumação, a Confirmação é dada uma só vez, pois imprime na alma uma marca espiritual indelével, o "caráter", que é o sinal de que Jesus Cristo assinalou um cristão com o selo de seu Espírito, revestindo-o da força do alto para ser sua testemunha.

§ 1305 O "caráter" aperfeiçoa o sacerdócio comum dos fiéis, recebido no Batismo, e "o confirmado recebe o poder de confessar a fé de Cristo publicamente, e como que em virtude de um ofício (quasi ex ofício)".

§13 06 Todo batizado ainda não confirmado pode e deve receber o sacramento da Confirmação. Pelo fato de o Batismo, a Confirmação e a Eucaristia formarem uma unidade, segue-se que "os fiéis têm a obrigação de receber tempestivamente esse sacramento", pois sem a Confirmação e a Eucaristia, o sacramento do Batismo é sem dúvida válido e eficaz, mas a iniciação cristã permanece inacabada.

§ 1312 O ministro originário da Confirmação é ó Bispo. No Oriente, é normalmente o presbítero batizante que também ministra imediatamente a Confirmação em uma única e mesma celebração. Mas o faz com o santo crisma consagrado pelo patriarca ou pelo Bispo, o que exprime a unidade apostólica da Igreja, cujos vínculos são reforçados pelo sacramento da Confirmação. Na Igreja latina aplica-se a mesma disciplina nos batizados de adultos, ou quando se admite à comunhão plena com a Igreja um batizado de outra comunidade cristã que não recebeu validamente o sacramento da Confirmação.

§ 1313 No rito latino, o ministro ordinário da confirmação é o Bispo. Embora o Bispo possa, quando houver necessidade, conceder aos presbíteros a faculdade de administrar a Confirmação, é conveniente que ele mesmo o confira, não esquecendo que é por este motivo que a celebração da Confirmação foi separada temporalmente do Batismo. Os Bispos são os sucessores dos Apóstolos, receberam a plenitude do sacramento da Ordem. A administração deste sacramento pelos Bispos marca bem que ele tem como efeito unir aqueles que o receberam mais intimamente à Igreja, às suas origens apostólicas e à sua missão de dar testemunho de Cristo.

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REFUTANDO=> Santo Tomás de Aquino, na Suma Teológica, III Parte, na Questão nº 72, artigo 5, diz o seguinte: “Como o batismo é uma geração espiritual para a vida cristã, assim a confirmação é um crescimento espiritual que faz o homem avançar até a idade perfeita espiritual”. Trata-se, portanto, de um crescimento e é por isso que na lista dos sete sacramentos, a crisma está em segundo lugar, não em ordem de importância, mas segundo a natureza.

“Pois no batismo o homem recebe o poder de realizar o que concerne à salvação pessoal, enquanto vive para si mesmo: mas na confirmação recebe o poder de realizar o que concerne ao combate espiritual contra os inimigos da fé.” O poder do sacramento da confirmação confere ao homem uma missão pública, voltada para o outro, para a Igreja.

“Como se patenteia pelo exemplo dos apóstolos que, antes de receberem a plenitude do Espírito Santo, estavam no cenáculo “assíduos na oração”; depois, porém, saíram e não temiam confessar a fé publicamente, mesmo diante dos inimigos da fé cristã. Assim, é patente que o sacramento da confirmação imprime caráter.” A Confirmação faz com que a pessoa se torne um cristão público, com coragem para enfrentar os principais inimigos da fé: a carne, o mundo e o diabo.

A Crisma dá ao soldado de Cristo mais recursos para enfrentar o inimigo. Santo Tomás afirma que “o combate espiritual contra os inimigos invisíveis cabe a todos. Mas a luta contra os inimigos visíveis, isto é, contra os perseguidores da fé, pela confissão do nome de Cristo, é própria dos confirmados que já chegaram espiritualmente à idade viril.”

O Catecismo da Igreja Católica cita este mesmo ensinamento de Santo Tomás para falar da Confirmação. Ele diz no número 1305:

“deve-se dizer que todos os sacramentos são declarações de fé. Mas o batizado recebe o poder espiritual de confessar a fé em Cristo pela recepção dos demais sacramentos; o confirmado, porém, recebe, como por dever de ofício, o poder de professá-la com palavras, publicamente.”

Quem recebe o sacramento da Confirmação deve, portanto, professar a fé publicamente. Eis aqui a diferença entre um batizado e um confirmado. A crisma é um verdadeiro Pentecostes para o fiel cristão, pois ela o introduz na vida pública. O Espírito Santo é justamente o auxílio que vem do alto, dando a força necessária para que a pessoa se torne um soldado da estirpe de Cristo.

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PROTESTANTE DIZ:
4ª heresia: Orações repetidas
Refutação: Mt 6.7, “E, orando não useis de vãs repetições, como os gentios, que pensam que pelo muito falar serão ouvidos”.
Nota: Quantas “Ave-Marias” tem em 1 terço?

RESPOSTA CATÓLICA => "ORAÇÕES REPETIDAS"
dere à religião de um povo ou nação que não reconhece o DEUS do Judaísmo, da Cristandade ou do Islamismo.

a. Todos os Cristãos estão fora desta categoria.

2. Os não-convertidos.

a. O mesmo que em 1a.

3. Aquele que é considerado sem religião, não civilizado ou não esclarecido.

a. O mesmo que em 1a.

Hum, tenho a impressão de que os Cristãos não se encaixam em nenhum desses significados.


O X da questão é que existe repetição vã e repetição proveitosa. A Sagrada Escritura se refere muito mais à repetição proveitosa do que à vã...


Repetição proveitosa na oração...
1. Isaías 6,3: "Suas vozes se revezavam e diziam: "Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus do universo. A terra inteira proclama a Sua glória!"

a. Os Serafins louvando a DEUS repetidamente.

2. Daniel 3,51-90: É o famoso "Canto dos três jovens".

a. Um grande número de repetições neste caso.

3. Mateus 26,36-44: "... Deixou-os e foi orar pela terceira vez, dizendo as mesmas palavras."

a. O próprio Jesus Cristo usando oração repetitiva. Podemos fazer menos do que Ele?

4. Lucas 6,12: "Naqueles dias, Jesus retirou-se a uma montanha para rezar, e passou aí toda a noite orando a DEUS."

a. Oração a noite inteira, alguma repetição aqui?

5. Lucas 18:1,3-5: "Propôs-lhes Jesus uma parábola para mostrar que é necessário orar sempre sem jamais deixar de fazê-lo."

Os versículos: 3-5 contam a parábola do juiz iníquio: "...todavia, porque esta viúva me importuna, far-lhe-ei justiça, senão ela não cessará de me molestar."

6. Lucas 21,36: "Vigiai, pois, em todo o tempo e orai..."

7. At 12,5: "Pedro estava assim encerrado na prisão, mas a Igreja orava sem cessar por ele a Deus."

8. Romanos 1,9-10: "Pois DEUS, a quem sirvo em meu espíriro, anunciando o Evangelho de seu Filho, me é testemunha de como vos menciono incessantemente em minhas orações..."

9. Efésios 6,18: "Intensificai as vossas invocações e súplicas. Orai em toda circunstância, pelo Espírito..."

10. Colossenses 1,9: "Por isso, também nós, desde o dia em que o soubemos, não cessamos de orar por vós..."

11. 1 Tessalonicenses 3,10: "Noite e dia, com intenso, extremo fervor, oramos para que nos seja dado ver novamente a vossa face..."

12. 1Tessalonicenses 5,17: "Orai sem cessar."

a. "sem cessar": Você teria que acabar se repetindo.

13. 2Timóteo 1,3: "...e me lembro de ti sem cessar nas minhas orações, de noite e de dia.

a. Como pode alguém fazer isso sem usar orações repetidas?

14. Tiago 5,16: "A oração incessante do justo tem grande eficácia."

a. Eu diria que "de grande eficácia" é justamento o oposto de "vã", certo?

b. Eu diria que rezar o Rosário se encaixa muito bem nessa categoria, concorda?

15. Apocalipse 4,8: "Não cessavam de clamar dia e noite: "Santo, Santo, Santo é o Senhor DEUS, o Dominador, o que é, o que era e o que deve voltar."

a. Meu DEUS do céu, até os anjos usam orações repetitivas diante de DEUS!

16. O salmo 136 tem 25 versículos. Em cada um destes 25 versículos existe uma oração "por que a Sua misericórdia é eterna." Como é que aqueles que citam Mateus 6,7 para criticarem o Rosário explicam isso?

17. O Salmo 150 tem apenas 5 versículos e, mesmo assim, "Louvai ao Senhor", ou "Louvai-O" repetem-se 11 vezes naqueles 5 versículos.

18. Êxodo 17,8-13: enquanto Moisés mantinha as mãos erguidas em oração, Josué e Israel venciam a batalha contra Amalec. Assim que ele descansava os braços, Amalec levava a melhor. Como Moisés poderia ter ficado orando durante quase o dia inteiro sem ser repetitivo? Este é um exemplo brilhante do poder da oração.

19. Lucas 18,1-8: uma mulher persistente perturba o juíz com um pedido repetitivo por longo tempo. No versículo 5, o juíz se cansa e finalmente atende ao seu pedido. Agora, o que você acha que teria acontecido se a mulher tivesse pedido a 20 de seus amigos para falar (orar) em seu nome? Sem dúvida o juíz teria cedido ainda mais rápido.
Repetição vã na oração...
1. 1 Reis 18,25-29: Eles oravam para Baal e no versículo 29: "...Mas não houve voz, nem resposta, nem sinal algum de atenção."

O Rosário certamente não é uma repetição "vã" de orações, pois tem trazido alegria a muita gente. Só como exemplo, no dia 28 de janeiro de 1998, Madre Angélica do (canal Católico Americano) EWTN foi curada miraculosamente de uma lesão incapacitante na coluna, depois de quarenta anos de dor e tendo que usar três cintas. Foi curada enquando rezava o Rosário.
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PERGUNTA:
Quero perguntar a diferença entre orar e rezar, já que o dicionário Aurélio fala que são sinônimos. Porém, ao celebrar a Santa Missa, o Padre às vezes fala oremos e outras vezes rezemos. Os protestantes falam que devemos orar e não rezar... E que, segundo a Bíblia, não devemos orar repetidas vezes, e por isso eles condenam o Terço.

Resposta — Como já diz a consulente e o atestam os dicionários, orar erezar são sinônimos. A Liturgia da Santa Igreja — cuja língua materna é o latim — emprega em diversas circunstâncias o oremus, que se traduz em vernáculo por oremos ou rezemos, posto que são sinônimos.

Orar vem do latim orare; e rezar, do latim recitare, que também deu em português recitar. Já em latim, os verbos orare e recitare têm sentidos muito próximos: o primeiro significa “pronunciar uma fórmula ritual, uma oração, uma defesa em juízo”; o segundo, “ler em voz alta e clara” (portanto, o mesmo que em português recitar). Entretanto, para orare prevaleceu na latinidade e nas línguas românicas o sentido de rezar, isto é, dizer ou fazer uma oração ou súplica religiosa (cfr. A. Ernout–A. Meillet,Dictionnaire étymologique de la langue latine — Histoire des mots, Klincksieck, Paris, 4ª ed., 1979, p. 469).

Nós, católicos, damos ao verbo rezar um sentido bastante amplo e genérico, e reservamos a palavra oração mais especialmente — mas não exclusivamente — para os diversos gêneros de oração mental, como a meditação, a contemplação etc. Não há razão, portanto, para fazer dessa ligeira diferença, comum nos sinônimos, um tema de disputas.

Os protestantes, entretanto, salientam a diferença por dois motivos. Primeiro, porque para eles serve de senha. Com efeito, acentuando arbitrariamente essa pequena diferença de matiz entre as palavras, eles utilizam orar em vez de rezar, e assim imediatamente se identificam comocrentes (como diziam até há pouco) ou evangélicos (como preferem dizer agora). Isso tem a vantagem, para eles, de detectar entre os circunstantes os outros protestantes que ali estejam. É um expediente ao qual recorrem todas as seitas dotadas de um forte desejo de expansão, como é o caso dos protestantes no Brasil.

Por outro lado, a oração, para os protestantes, não tem o mesmo alcance que para nós, católicos. Enquanto para nós o termo oração engloba todos os gêneros de oração — desde a oração de petição até as orações de louvor e glorificação de Deus — os protestantes esvaziam a necessidade da oração de petição, que para eles tem pouco ou nenhum sentido. Com efeito, como nós, católicos, sabemos, a vida nesta Terra é uma luta árdua, em que devemos pedir a Deus em primeiro lugar os bens eternos, e depois os bens terrenos de que temos necessidade. É o que ensinou Nosso Senhor Jesus Cristo.

Quanto aos bens desta vida, tampouco tem muito sentido, para eles, a oração de petição. Pois, segundo a doutrina protestante, se temos fé — indício de que estaríamos na lista dos predestinados — Deus nos premia também com o sucesso na vida terrena. Não cabe refutar aqui essa falsa doutrina. Nossa intenção é apenas apontar a errônea — e, aliás, monstruosa — concepção teológica que está por trás de uma opção lingüística aparentemente inócua.

OS PROTESTANTES NOS CRITICAM POR FAZERMOS ORAÇÃO REPETITIVA SENDO ESTA BÍBLICA MAS VEJAM QUE ELES TAMBÉM DE CERTA FORMA ORAM RESPETIVAMENTE:

ORANDO DEPOIS DE ROUBAR
QUE ISSO? ALÉM DE REPETIR ORAÇÕES FAZ ESTE TEATRINHO!
O QUE É ISSO?
NOSSA QUE TANTO DE ALELUIA NESTA CANÇÃO EM FORMA DE ORAÇÃO!
Isso é só um pouquinho do que tem.
EXEMPLOS DE ORAÇÃO OU RECITAÇÃO EVANGÉLICO REPETIDO:
Em forma de cânticos ou recitação=> ALELUIA,ALELUIA,ALELUIA,ALELUIA....GLORIA,GLORiA,GLORIA. Senhor, Senhor, Senhor...Piedade, piedade, piedade etc.....

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PROTESTANTE DIZ:
5ª heresia: Purgatório
Refutação: Mt 25.33-36, fala sobre os que irão para Deus. Mt 25.41-46, fala sobre os que irão para o inferno.
Nota: Em nenhum lugar a bíblia fala sobre uma terceira alternativa.

RESPOSTA CATÓLICA=> "Purgatório"

A Existência do Purgatório

O purgatório é um lugar de sofrimentos em que as almas se purificam, solvendo suas dívidas, antes de serem admitidas no céu, onde só entrará quem for puro. Sua existência se baseia no testemunho da Sagrada Escritura e da Tradição. Vários Concilios o definiram como dogma; Santos Padres e Doutores da Igreja o atestam a uma voz. Há uma prisão da qual não se sairá senão quando tiver pago o último centavo. (Mat. 18, 23-35).

Novo Testamento 
Evangelho Segundo São Mateus 18

18 Eu vos garanto: Tudo que ligardes na terra, será ligado no céu; e tudo que desligardes na terra, será desligado no céu.
19 Digo-vos ainda: Se dois de vós se unirem na terra para pedir qualquer coisa, hão de consegui-lo do meu Pai que está nos céus.
20 Porque onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome, eu estarei ali no meio deles”. 
Parábola do devedor cruel. 
21 Então se aproximou Pedro e lhe perguntou: “Senhor, quantas vezes devo perdoar ao irmão que pecar contra mim? Até sete vezes?” 
22 Jesus lhe respondeu: “Não te digo até sete vezes, mas setenta e sete vezes. 
23 Por isso o reino dos céus se assemelha a um rei que quis ajustar contas com os seus servos. 
24 Quando começou a ajustá-las, trouxeram-lhe um que devia uma enorme fortuna. 
25 Como não tivesse com que pagar, o senhor ordenou que fosse vendido ele, a mulher, os filhos e tudo que tinha, para pagar a dívida. 
26 Mas o servo caiu de joelhos diante do senhor e disse: ‘Senhor, tem paciência comigo e te pagarei tudo’. 
27 Compadecido, o senhor o deixou ir embora e lhe perdoou a dívida.
28 Esse servo, ao sair dali, encontrou um de seus companheiros de trabalho, que lhe devia cem moedas de prata. Agarrou-o pelo pescoço e sufocava-o, dizendo: ‘Paga o que deves’! 
29 De joelhos, o companheiro suplicava: ‘Tem paciência comigo e te pagarei tudo’. 
30 Mas ele não concordou e o fez ir para a cadeia até pagar a dívida.
31 Ao verem isso, seus companheiros ficaram muito tristes e foram contar ao senhor tudo que havia acontecido. 
32 Então o senhor o chamou e lhe disse: ‘Servo miserável, eu te perdoei toda aquela dívida porque me suplicaste. 33 Não devias também tu ter compaixão do teu companheiro como eu tive de ti?’
34 Irado, o senhor o entregou aos carrascos até que pagasse toda a dívida.
35 Assim também fará convosco meu Pai celeste, se cada um de vós não perdoar seu irmão de todo o coração”.

Onde está na Bíblia o Purgatório? Ele é uma exigência da razão e mesmo da caridade de Deus por nós. A palavra “Purgatório” não existe na Bíblia, foi criada pela Igreja, mas a realidade, o “conceito doutrinário” deste estado de purificação existe amplamente na Sagrada Escritura como vamos ver. A Igreja não tem dúvida desta realidade por isso, desde o primeiro século reza pelo sufrágio das almas do Purgatório. 

1 - São Gregório Magno (†604), Papa e doutor da Igreja, explicava o Purgatório a partir de uma palavra de Jesus: “No que concerne a certas faltas leves, deve-se crer que existe antes do juízo um fogo purificador, segundo o que afirma aquele que é a Verdade, dizendo que se alguém tiver pronunciado uma blasfêmia contra o Espírito Santo, não lhe será perdoado nem no presente século nem no século futuro (Mt 12,31). Desta afirmação podemos deduzir que certas faltas podem ser perdoadas no século presente, ao passo que outras, no século futuro” (Dial. 41,3). O pecado contra o Espírito Santo, ou seja a pessoa que recusa de todas as maneiras os caminhos da salvação, não será perdoado nem neste mundo, nem no mundo futuro. Mostra o Senhor Jesus, então, neste trecho, implicitamente, que há pecados que serão perdoados no mundo futuro, após a morte.

2 - O ensinamento sobre o Purgatório tem raízes já na crença dos próprios judeus do Antigo Testamento; cerca de 200 anos antes de Cristo, quando ocorreu o episódio de Judas Macabeus. Narra-se aí que alguns soldados judeus foram encontrados mortos num campo de batalha, tendo debaixo de suas roupas alguns objetos consagrados aos ídolos, o que era proibido pela Lei de Moisés. Então Judas Macabeus mandou fazer uma coleta para que fosse oferecido em Jerusalém um sacrifício pelos pecados desses soldados. “Então encontraram debaixo da túnica de cada um dos mortos objetos consagrados aos ídolos de Jâmnia, coisas proibidas pela Lei dos judeus. Ficou assim evidente a todos que haviam tombado por aquele motivos… puseram-me em oração, implorando que o pecado cometido encontrasse completo perdão… Depois [Judas] ajuntou, numa coleta individual, cerca de duas mil dracmas de prata, que enviou a Jerusalém para que se oferecesse um sacrifício propiciatório. Com ação tão bela e nobre ele tinha em consideração a ressurreição, porque, se não cresse na ressurreição dos mortos, teria sido coisa supérflua e vã orar pelos defuntos. Além disso, considerava a magnífica recompensa que está reservada àqueles que adormecem com sentimentos de piedade. Santo e pio pensamento! Por isso, mandou oferecer o sacrifício expiatório, para que os mortos fossem absolvidos do pecado” (2Mc 12,39-45).

O autor sagrado, inspirado pelo Espírito Santo, louva a ação de Judas: “Se ele não esperasse que os mortos que haviam sucumbido iriam ressuscitar, seria supérfluo e tolo rezar pelos mortos. Mas, se considerasse que uma belíssima recompensa está reservada para os que adormeceram piedosamente, então era santo e piedoso o seu modo de pensar. Eis porque ele mandou oferecer esse sacrifício expiatório pelos que haviam morrido, afim de que fossem absolvidos do seu pecado”. (2 Mac 12,44s) .Neste caso, vemos pessoas que morreram na amizade de Deus, mas com uma incoerência, que não foi a negação da fé, já que estavam combatendo no exército do povo de Deus contra os inimigos da fé. Cometeram uma falta que não foi mortal.

Fica claro no texto de Macabeus que os judeus oravam pelos seus mortos e por eles ofereciam sacrifícios, e que os sacerdotes hebreus já naquele tempo aceitavam e ofereciam sacrifícios em expiação dos pecados dos falecidos e que esta prática estava apoiada sobre a crença na ressurreição dos mortos. E como o livro dos Macabeus pertence ao cânon dos livros inspirados, aqui também está uma base bíblica para a crença no Purgatório e para a oração em favor dos mortos.

3 - Com base nos ensinamentos de São Paulo, a Igreja entendeu também a realidade do Purgatório. Em 1Cor 3,10, ele fala de pessoas que construíram sobre o fundamento que é Jesus Cristo, utilizando uns, material precioso, resistente ao fogo (ouro, prata, pedras preciosas) e, outros, materiais que não resistem ao fogo (palha, madeira). São todos fiéis a Cristo, mas uns com muito zelo e fervor, e outros com tibieza e relutância. E S. Paulo apresenta o juízo de Deus sob a imagem do fogo a provar as obras de cada um. Se a obra resistir, o seu autor “receberá uma recompensa”; mas, se não resistir, o seu autor “sofrerá detrimento”, isto é, uma pena; que não será a condenação; pois o texto diz explicitamente que o trabalhador “se salvará, mas como que através do fogo”, isto é, com sofrimentos. 

4 - Na passagem de Mc 3,29, também há uma imagem nítida do Purgatório:”Mas, se o tal administrador imaginar consigo: ‘Meu senhor tardará a vir’. E começar a espancar os servos e as servas, a comer, a beber e a embriagar-se, o senhor daquele servo virá no dia em que não o esperar (…) e o mandará ao destino dos infiéis. O servo que, apesar de conhecer a vontade de seu senhor, nada preparou e lhe desobedeceu será açoitado com numerosos golpes. Mas aquele que, ignorando a vontade de seu senhor, fizer coisas repreensíveis será açoitado com poucos golpes.” (Lc 12,45-48). É uma referência clara ao que a Igreja chama de Purgatório. Após a morte, portanto, há um “estado” onde os “pouco fiéis” haverão de ser purificados.

5 - Outra passagem bíblica que dá margem a pensar no Purgatório é a de (Lc 12,58-59): “Ora, quando fores com o teu adversário ao magistrado, faze o possível para entrar em acordo com ele pelo caminho, a fim de que ele não te arraste ao juiz, e o juiz te entregue ao executor, e o executor te ponha na prisão. Digo-te: não sairás dali, até pagares o último centavo.”

O Senhor Jesus ensina que devemos sempre entrar “em acordo” com o próximo, pois caso contrário, ao fim da vida seremos entregues ao juiz (Deus), nos colocará na “prisão” (Purgatório); dali não sairemos até termos pago à justiça divina toda nossa dívida, “até o último centavo”. Mas um dia haveremos de sair. A condenação neste caso não é eterna. A mesma parábola está´ em Mt 5, 22-26: “Assume logo uma atitude reconciliadora com o teu adversário, enquanto estás a caminho, para não acontecer que o adversário te entregue ao juiz e o juiz ao oficial de justiça e, assim, sejas lançado na prisão. Em verdade te digo: dali não sairás, enquanto não pagares o último centavo” . A chave deste ensinamento se encontra na conclusão deste discurso de Jesus: “serás lançado na prisão”, e dali não se sai “enquanto não pagar o último centavo”.

6 - A Passagem de São Pedro 1Pe 3,18-19; 4,6, indica-nos também a realidade do Purgatório:”Pois também Cristo morreu uma vez pelos nossos pecados (…) padeceu a morte em sua carne, mas foi vivificado quanto ao espírito. É neste mesmo espírito que ele foi pregar aos espíritos que eram detidos na prisão, aqueles que outrora, nos dias de Noé, tinham sido rebeldes (…).” Nesta “prisão” ou “limbo” dos antepassados, onde os espíritos dos antigos estavam presos, e onde Jesus Cristo foi pregar durante o Sábado Santo, a Igreja viu uma figura do Purgatório. O texto indica que Cristo foi pregar “àqueles que outrora, nos dias de Noé, tinham sido rebeldes”. Temos, portanto, um “estado” onde as almas dos antepassados aguardavam a salvação. Não é um lugar de tormento eterno, mas também não é um lugar de alegria eterna na presença de Deus, não é o céu. È um “lugar” onde os espíritos aguardavam a salvação e purificação comunicada pelo próprio Cristo.

Prof. Felipe Aquino

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PROTESTANTE DIZ:
6ª heresia: Oração pelos mortos
Refutação: Hb 9.27, “E, como ao homem está ordenado morrer "uma" vez, vindo depois disso o juízo”.
Nota: Depois da morte, vem o juízo de Deus; então, não resta nada mais a fazer.

RESPOSTA CATÓLICA=>"Oração pelos falecidos"

A reza pelos mortos diferente do que o protestantismo afirma ela é bíblica , sim ela esta na bíblia em varias passagens , 2ª Epístola a Timóteo, cap.1, vers.18(assim ora a Deus pelo amigo Onesíforo: ?Que o Senhor lhe conceda a graça de obter misericórdia do Senhor naquele dia?.!sim Onesíforo era morto quando Paulo pediu por ele

Portanto biblicamente explicado a reza aos mortos, mas tem outras passagens também muito importantes veja que (Tobias 12,12) Quando tu oravas com lágrimas e enterravas os mortos, quando deixavas a tua refeição e ias ocultar os mortos em tua casa durante o dia, para sepultá-los quando viesse a noite, eu apresentava as tuas orações ao Senhor?.

Agora me pergunto com que autoridade um protestante fala que não existe reza pelos mortos não são eles grandes leitores da bíblia,porque não sabem destes versículos

De onde tirarão esta grande inverdade que pregam como se fossem os donos da verdade! Será que lêem mesmo a bíblia ou apenas escuta uma explicação sabe-se lá de onde e passa a ter esta explicação como grande verdade sem saber a fundo o que falam ?

Mas vamos a mais texto bíblico falando de reza aos mortos (Jó 1,18-20) 19. Quando um furacão se levantou de repente do deserto, abalou os quatro cantos da casa e esta desabou sobre os jovens. Morreram todos. Só eu consegui escapar para te trazer a notícia. 20. Jó então se levantou, rasgou o manto e rapou a cabeça. Depois, caindo prosternado por terra,

Novamente a bíblia mesmo desmente o absurdo que falam estes grandes leitores da bíblia, podemos notar por textos bíblicos é provar que sempre ouve reza aos mortos (embora nem sempre tivesse este nome) toda história bíblica fala de reza aos mortos é na igreja fundada em ( Matheus 16,18,20) sempre haverá porque é agradável a Deus é a igreja católica sempre esta como Deus gosta.

Mas vamos a mais texto bíblico (Eclesiástico 38,16-24) 16. Enchei Sião com vossas palavras inefáveis, e o vosso povo com a vossa glória. 17. Dai testemunho em favor daqueles que são vossas criaturas desde a origem. Tornai verdadeiros os oráculos que proferiam os antigos profetas em vosso nome. 18. Recompensai aqueles que vos esperam pacientemente, a fim de que vossos profetas sejam achados fiéis. Ouvi as orações de vossos servos.19. Segundo as bênçãos dadas a vosso povo por Aarão, conduzir-nos pelo caminho da justiça, para que todos os habitantes da terra saibam que vós sois o Deus que contempla os séculos.20. O estômago recebe toda espécie de alimentos, mas entre os alimentos um é melhor do que o outro. 21. O paladar discerne o gosto da caça; o coração sensato discerne as palavras enganadoras. 22. Um coração perverso é causa de tristeza, mas o homem experiente resistir-lhe-á. 23. A mulher pode esposar toda espécie de homens, mas entre as jovens uma é melhor do que a outra. 24. A beleza da mulher alegra o rosto do esposo: ela se torna mais amável que tudo o que o homem pode desejar.

Como podem ver não é um trechinho não! São vários todos falam de pessoas mortas nos dizendo que é bom, saudável edificante rezar pelos mortos conhecidos é desconhecidos também por isto cuidado ao ler a bíblia pois quem não a ler com entendimento entenderá menos de que não leu .

Mas vamos a mais um texto (êxodo 32, 11,13) 11. Moisés tentou aplacar o Senhor seu Deus, dizendo-lhe: “Por que, Senhor, se inflama a vossa ira contra o vosso povo que tirastes do Egito com o vosso poder e à força de vossa mão? 12. Não é bom que digam os egípcios: com um mau desígnio os levou, para matá-los nas montanhas e suprimi-los da face da terra! Aplaque-se vosso furor, e abandonai vossa decisão de fazer mal ao vosso povo13. Lembrai-vos de Abraão, de Isaac e de Israel, vossos servos, aos quais jurastes por vós mesmo de tornar sua posteridade tão numerosa como as estrelas do céu e de dar aos seus descendentes essa terra de que falastes, como uma herança eterna.”

Moises afirma nesta passagem a promessa de Deus aos patriarcas ,porque faria isto se os patriarcas ( por estarem mortos) segundo o protestantismo nada sabem do que acontece entre nós ? Agora observem bem que Moises se lembrou dos patriarcas para falar com Deus ,isto nos lembra também interseção pois Moises falou em pessoas já mortas quando rezou a Deus mostrando que os mortos estão sabendo o que acontece aqui conosco é nos auxilia.

Vamos a mais um texto vejam bem que agora é o Cristo que fala !(Lucas 19,25)

19. Havia um homem rico que se vestia de púrpura e linho finíssimo, e que todos os dias se banqueteava e se regalava. 20. Havia também um mendigo, por nome Lázaro, todo coberto de chagas, que estava deitado à porta do rico. 21. Ele avidamente desejava matar a fome com as migalhas que caíam da mesa do rico… Até os cães iam lamber-lhe as chagas. 22. Ora, aconteceu morrer o mendigo e ser levado pelos anjos ao seio de Abraão. Morreu também o rico e foi sepultado. 23. E estando ele nos tormentos do inferno, levantou os olhos e viu, ao longe, Abraão e Lázaro no seu seio.24. Gritou, então: – Pai Abraão, compadece-te de mim e manda Lázaro que molhe em água a ponta de seu dedo, a fim de me refrescar a língua, pois sou cruelmente atormentado nestas chamas. 25. Abraão, porém, replicou: – Filho,lembra-te de que recebeste teus bens em vida, mas Lázaro, males; por isso ele agora aqui é consolado, mas tu estás em tormento.

Onde os mortos estão inconscientes sem nada saber? Se Cristo diz que sabem ,que conversam e pedem também vejam quanta incoerência .

Cristo não ia falar esta parábola se eles estivessem inconscientes ,se eles não soubessem o que estava acontecendo , nem conversavam entre si .

Por estas é outras leiam a bíblia , mas de acordo com o magistério da igreja pois a ela foi dado conhecer os mistérios de Deus (10. QUANDO SE ACHARAM A SÓS, os que o cercavam e OS DOZE indagaram dele o sentido da parábola.11. Ele disse-lhes: A VÓS É REVELADO O MISTÉRIO do Reino de Deus, mas AOS QUE SÃO DE FORA tudo se lhes propõe em parábolas.12. Desse modo, eles olham sem ver, ESCUTAM SEM COMPREENDER, SEM QUE SE CONVERTAM E LHES SEJA PERDOADO.(Marcos 4,10-12))

slacerdaf


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PROTESTANTE DIZ:
7ª heresia: Mariolatria (adoração à Maria)
Refutação: Mt 4.10 [...] ”Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás”.
Nota: Somente à Deus, é que nós devemos adorar ou prestar cultos.

RESPOSTA CATÓLICA=>"ADORAR SOMENTE A DEUS! MARIA NÃO É DEUS E NENHUMA DEUSA, MARIA É A MÃE DE JESUS! 

REFUTANDO=>Na realidade, não é só heresia dizer que tal afirmação como é falta de caridade, fazendo julgamento com falsa afirmação de que somos idolatras e adoramos Maria a Mãe de Jesus no lugar de Deus. Pois bem, passemos a demonstrar a inconsistência das acusações ridículas contidas em falsas afirmações, mostrando a você – e a todos quantos quiserem conhecer a verdade – o que a Igreja verdadeiramente nos ensina sobre Maria.

PROTESTANTE DIZ: “(...) os cultos modernos às chamadas "Nossas Senhoras" não é mera coincidência, mas perpetuação de uma milenar tradição de culto a deusas, hoje disfarçada com matiz cristã (...)” 

REFUTANDO=>A primeira heresia contida nesta ideologia herética é afirmar que Maria é uma “deusa”, comparando-a a divindade pagã Diana, dizendo com isso que a veneração que os católicos devotam a Maria seria uma idolatria a uma deusa pagã! Essa primeira acusação mentirosa e herética, não tem fundamentação alguma. Poderia o autor me citar ao menos um documento da Igreja, uma citação dos papas ou santos em que Maria é tida como deusa? A resposta é não, como aliás, nada consta no texto. 

Ensina com propriedade o Sagrado Magistério da Igreja:

"Todas as gerações me chamarão bem-aventurada" (Lc 1,48): "A piedade da Igreja para com a Santíssima Virgem é intrínseca ao culto cristão". A Santíssima Virgem "é legitimamente honrada com um culto especial pela Igreja. Com efeito desde remotíssimos tempos, a bem aventurada Virgem é venerada sob o título de 'Mãe de Deus', sob cuja proteção os fiéis se refugiam suplicantes em todos os seus perigos e necessidades (...) Este culto (...) embora inteiramente singular, difere essencialmente do culto de adoração que se presta ao Verbo encanado e igualmente ao Pai e ao Espírito Santo, mas o favorece poderosamente"; este culto encontra sua expressão nas festas litúrgicas dedicadas à Mãe de Deus e na oração mariana, tal como o Santo Rosário, "resumo de todo o Evangelho".(CIC § 971). [destaques nossos]

Portanto, a veneração prestada a Maria, a bem aventurada, a cheia de graça (cf. Lc 1,28), difere essencialmente do culto de adoração prestado unicamente à Santíssima Trindade (Pai, Filho e Espírito Santo).

“Ao celebrar o ciclo anual dos mistérios de Cristo, a santa Igreja venera com particular amor a bem-aventurada mãe de Deus, Maria, que por um vínculo indissolúvel está unida à obra salvífica de seu Filho; em Maria a Igreja admira e exalta o mais excelente fruto da redenção e a contempla com alegria como puríssima imagem do que ela própria anseia e espera ser em sua totalidade.” (CIC 1172)

Noutro ponto desta ideologia herética, a ignorância teológica protestante, não compreendendo a Assunção de Nossa Senhora, desdenha, e mais adiante apresenta a sua “interpretação” das Escrituras, as quais eles distorcem para a própria perdição. (cf. II Pd 3,16).

PROTESTANTE DIZ:“(...) Qualquer conhecedor das Escrituras fica aborrecido diante de tamanha distorção”. A humilde camponesa de Belém, que singelamente aceitou sua missão de ser a mãe de Jesus, foi, ao longo dos séculos, transformada em uma divindade pagã.

Em toda a Bíblia, a figura de Maria não recebe qualquer posição especial com relação a Jesus ou ao plano de salvação:

. Jesus não a chamava de mãe, mas de mulher (Jo 4.4; 19.26);(...)

REFUTANDO=>O ódio protestante contra Maria é tão grande, a ponto de cegarem-lhe os olhos e obscurecerem-lhe a mente, para compreender que Maria foi imaculada “em vista dos méritos de Cristo”, pois o Filho de Deus (Jesus) que dela nasceria não poderia nascer de uma pecadora, por isso, Deus que pode todas as coisas (cf.Lc 1,37; Mt 19,26) a preservou do pecado para que dela nascesse o Salvador. No fim de sua peregrinação terrestre, também por graça de Deus ela foi elevada de corpo [glorioso, cf. Fl 3,21] e alma à glória celeste, pois era “cheia de graça”, mostrando-nos antecipadamente o mistério da ressurreição. 

"Finalmente, a Imaculada Virgem, preservada imune de toda mancha da culpa original, terminado o curso da vida terrestre, foi assunta em corpo e alma à glória celeste. E para que mais plenamente estivesse conforme a seu Filho, Senhor dos senhores e vencedor do pecado e da morte, foi exaltada pelo Senhor como Rainha do universo." A Assunção da Virgem Maria é uma participação singular na Ressurreição de seu Filho e uma antecipação da ressurreição dos outros cristãos: “Em vosso parto, guardastes a virgindade; em vossa dormição, não deixastes o mundo, ó mãe de Deus: fostes juntar-vos à fonte da vida, vós que concebestes o Deus vivo e, por vossas orações, livrareis nossas almas da morte[1]” (CIC §966) [destaques nossos].

Sobre a falsa interpretação protestante de que Jesus depreciava Maria por chamá-la de “mulher” ao invés de mãe, explicamos que Jesus ao utilizar o termo “mulher” fazia a ligação entre Maria e a mulher que esmaga a cabeça da serpente, assim se expressou para que todos reconheçam em Maria aquela "mulher" que foi profetizada no Gênesis: “Porei ódio entre ti e a mulher, entre a tua descendênciae a dela. Esta te ferirá a cabeça, e tu ferirás o calcanhar.” (Gen 3, 15). A mesma mulher que aparece no Apocalipse de São João, coroada no céu (Ap 12,1ss). Eu pergunto ao leitor, qual será a descendência dos que proclamam Maria bem aventurada (cf. Lc 1,48)? E a qual a descendência dos que a odeiam a ponto de escreverem textos heréticos como este que ora refutamos?

“Ao celebrar o ciclo anual dos mistérios de Cristo, a santa Igreja venera com particular amor a bem-aventurada mãe de Deus, Maria, que por um vínculo indissolúvel está unida à obra salvífica de seu Filho (...)” (CIC § 1172)

Continua a ideologia herética PROTESTANTE: (...). Aos que a definiram como sua mãe Ele fez questão de mostrar que seus familiares são os seus seguidores (Mt 12.46-50);

. Quando quiseram atribuir alguma honra a Maria pelo fato de ter dado à luz a Jesus, Ele fez questão de mostrar que há honra maior em obedecer a Deus (Lc 11.27-28);”

REFUTANDO=>Mais uma vez – como sempre – erram os protestantes por não compreenderem as Escrituras (cf. Mt 22,29). Jesus nestes episódios mostra-nos que sua família, muito além dos laços meramente sanguíneos, é composta por todos aqueles que fazem a vontade do Pai, e quem mais que Maria, fez a vontade do Pai? Ela que disse sim ao projeto de Deus (cf. Lc 1,38) ela nos ensina: “fazei tudo o que ele vos disser” (cf. Jo 2,5 )..

Santo Agostinho nos escreve: "O Senhor indica assim, o parentesco espiritual que o liga ao povo por ele redimido. (...) Além do mais, sua mãe é ainda toda alma piedosa que cumpre a vontade de seu Pai e cuja fecundíssima caridade manifesta-se naqueles que ela gera para ele, até que o próprio Cristo seja neles formado. (Gl 4,19). Portanto, Maria ao fazer a vontade de Deus é, corporalmente, só a mãe de Cristo; mas, espiritualmente, é também a sua mãe e irmã." (S. Agostinho in: A Virgem Maria: Cem textos Marianos com comentários, Paulus, 3a. ed., Pág. 54).

Sobre a objeção protestante do trecho do Evangelho segundo São Lucas 11,27-28, em que Jesus afirma ser: “antes bem-aventurados aqueles que ouvem a palavra de Deus e a observam”, em aparente confronto com o trecho: “Bem-aventurado o ventre que te trouxe, e os peitos que te amamentaram!”. Ensina S. Agostinho, que Jesus demonstra ser “bem aventurado”, não apenas seus descendentes carnais, mas também, seus descendentes espirituais, ou seja, aqueles que escutam e guardam Sua Palavra! E Mais uma vez, Maria nos aparece como maior exemplo dessa escuta da Palavra do Senhor (cf. Lc 2,51).

“Minha mãe, ela mesma, a quem chamais de feliz (bem-aventurado), é feliz porque guarda a palavra de Deus. Não é feliz somente porque nela a Palavra “se fez carne e habitou entre nós” (Jo 1,14). É feliz porque guardou essa mesma palavra de Deus, por quem foi feita e que nela se fez carne. Logo, que as pessoas não se alegrem por sua posteridade temporal, mas sim, exultem pelo espírito com que estão unidas a Deus.” (S. Agostinho In: Comentário do Evangelho de João 10, 3.)

Destilando seu veneno pérfido, continua a ideologia herética PROTESTANTE: “(...) Nenhum dos apóstolos fez qualquer menção a ela, seja Paulo, Pedro, Tiago, João ou Judas. (...) Como a Igreja Católica pôde transformar uma figura que não recebeu nenhum destaque no Novo Testamento na peça mais importante de sua religião?”

REFUTANDO=>Neste ponto os hereges só faltaram dizer que Maria nem aparece nas Escrituras! Em primeiro lugar a Santa Mãe de Nosso Senhor Jesus Cristo não é nenhuma “peça”, em segundo lugar, Maria, a mãe da Igreja, é modelo de fé, obediência e caridade: “Por sua adesão total à vontade do Pai, à obra redentora de seu Filho, a cada moção do Espírito Santo, a Virgem Maria é para a Igreja o modelo da fé e da caridade. (...) "De modo inteiramente singular, pela obediência, fé, esperança e ardente caridade, ela cooperou na obra do Salvador para a restauração da vida sobrenatural das almas. Por este motivo ela se tornou para nós mãe na ordem da graça." (...)"A missão materna de Maria em favor dos homens de modo algum obscurece nem diminui a mediação única de Cristo; pelo contrário, até ostenta sua potência, pois todo o salutar influxo da bem-aventurada Virgem (...) deriva dos superabundantes méritos de Cristo, estriba-se em sua mediação, dela depende inteiramente e dela aufere toda a sua força. Com efeito, nenhuma criatura jamais pode ser equiparada ao Verbo encarnado e Redentor. Mas, da mesma forma que o sacerdócio de Cristo é participado de vários modos, seja pelos ministros, seja pelo povo fiel, e da mesma forma que a indivisa bondade de Deus é realmente difundida nas criaturas de modos diversos, assim também a única mediação do Redentor não exclui, antes suscita nas criaturas uma variegada cooperação que participa de uma única fonte." (CIC § 967-970; cf. Lumen Gentium n.º 61 - 63) [destaques nossos] 

Escolhida por Deus, é a ela que o anjo Gabriel vai lhe anunciar que será a mãe do Salvador (cf. Lc 1,25-37). Em visita a Isabel, esta cheia do Espírito Santo a proclama: “Mãe do Senhor” (cf. Lc 1,43) [Pergunta aos hereges, quem será o Senhor de Isabel? Senão DEUS? cf. Lc 1,57-58]. Em Caná, a seu pedido, Jesus realiza seu primeiro milagre (cf. João 2,1-12). Na Paixão de Cristo, Maria está de pé em frente ao seu Filho (cf. Jo 19,25). No dia de Pentecostes, Maria está junto aos discípulos no Cenáculo (At 1,14; 2,1).

“O papel de Maria para com a Igreja é inseparável de sua união com Cristo, decorrendo diretamente dela (dessa união). "Esta união de Maria com seu Filho na obra da salvação manifesta-se desde a hora da concepção virginal de Cristo até sua morte." Ela é particularmente manifestada na hora da paixão de Jesus: A bem-aventurada Virgem avançou em sua peregrinação de fé, manteve fielmente sua união com o Filho até a cruz, onde esteve de pé não sem desígnio divino, sofreu intensamente junto com seu unigênito. E com ânimo materno se associou a seu sacrifício, consentindo com amor na imolação da vítima ela por gerada. Finalmente, pelo próprio Jesus moribundo na cruz, foi dada como mãe ao discípulo com estas palavras: "Mulher, eis aí teu filho" (Jo 19,26-27). (CIC § 964) [destaques nossos]

Em seu delírio herético continua A HERESIA PROTESTANTE: “A devoção às deusas do catolicismo cresceu nas últimas décadas e continua crescendo. Por meio de abaixo-assinado na internet para pressionar o papa João Paulo II a conceder a Maria de Nazaré o que os católicos chamam de "Quinto Dogma", cinco milhões de assinaturas já foram levantadas. O "Quinto Dogma", título oficial de co-redentora da humanidade, confere à santa a posição de quarta pessoa da Trindade.” 

REFUTANDO=>Neste ponto, a heresia protestante priva-os até mesmo do raciocínio lógico – matemático! Seria possível uma “Trindade” composta de 4 pessoas?

A Igreja não cria dogmas, ela define os dogmas (verdades de fé contidas na Revelação divina), empenhando a autoridade que recebeu de Cristo: “tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus” (cf. Mt 16,19). A Igreja ao definir um dogma é iluminada pelo Espírito Santo (cf. Jo 14,26), não se valendo de “abaixo-assinado” ou similares. 

“O Magistério da Igreja empenha plenamente a autoridade que recebeu de Cristo quando define dogmas, isto é, quando, utilizando uma forma que obriga o povo cristão a uma adesão irrevogável de fé, propõe verdades contidas na Revelação divina ou verdades que com estas têm uma conexão necessária.” (CIC § 88) [destaques nossos]

Noutro ponto, a ideologia herética dos PROTESTANTES tentando rechaçar o Concílio de Éfeso, que proclamou solenemente que Maria é Theotókos (Mãe de Deus) escreve: “Longe de ser uma disputa teológica, na qual a Palavra de Deus era o padrão da verdade, essa foi uma guerra política, ocasião em que Maria foi proclamada a "mãe de Deus", iniciando uma ascensão que fez dela a deusa que é hoje.”

REFUTANDO=>O Sagrado Magistério da Igreja, com propriedade ensina:

“A heresia nestoriana via em Cristo uma pessoa humana unida à pessoa divina do Filho de Deus. Diante dela, São Cirilo de Alexandria e o III Concílio Ecumênico, reunido em Éfeso em 431, confessaram que "o Verbo, unindo a si em sua pessoa uma carne animada por uma alma racional, se tornou homem". A humanidade de Cristo não tem outro sujeito senão a pessoa divina do Filho de Deus, que a assumiu e a fez sua desde sua concepção. Por isso o Concílio de Éfeso proclamou, em 431, que Maria se tornou de verdade Mãe de Deus pela concepção humana do Filho de Deus em seu seio: "Mãe de Deus não porque o Verbo de Deus tirou dela sua natureza divina, mas porque é dela que ele tem o corpo sagrado dotado de uma alma racional, unido ao qual, na sua pessoa, se diz que o Verbo nasceu segundo a carne". (CIC § 466) [destaques nossos]

Como os protestantes são afeitos a heresias, por isso rechaçam a reta doutrina da Igreja, apoiando heresias como a de Nestório... Para conhecer a verdade sobre a história do Concílio de Éfeso, recomendo a leitura do Curso de História da Igreja do saudoso mestre beneditino, Dom Estevão Bettencourt: As Heresias Cristológicas (I) .

Creio que as principais partes desse texto nefasto foram tratadas nestas linhas, para ajudá-lo a conhecer a importância de Maria no plano salvífico de Deus, recomendo-lhe os artigos abaixo, que contém verdadeiros ensinos sobre nossa Santa Mãe. Rogo a Deus que você seja membro da geração que sempre proclamou e proclamará Maria a bem aventurada! Que jamais sejas contaminado pelo veneno pérfido da descendência da serpente, cujo ódio por Maria pôde ser observado neste texto que ora refutamos para a glória de Deus.
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PROTESTANTE DIZ:
8ª heresia: Intercessão aos "santos" e a Maria
Refutação: 1Tm 2.5, “porque há um só Deus, e um só mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo, homem”!
Nota: Jesus diz que SOMENTE ele é o mediador!

RESPOSTA CATÓLICA=> "INTERCESSÃO"

Intercessão dos Santos:
A Intercessão dos Santos... Amo falar sobre este assunto. Para podermos analisar a intercessão dos Santos, vejamos o que ensina o Catecismo da Igreja Católica em relação a isso: Catecismo da Igreja Católica, Parágrafo 956: ‘’A intercessão dos santos. "Pelo fato de os habitantes do Céu estarem unidos mais intimamente com Cristo, consolidam com mais firmeza na santidade toda a Igreja. Eles não deixam de interceder por nós ao Pai, apresentando os méritos que alcançaram na terra pelo único mediador de Deus e dos homens, Cristo Jesus. Por conseguinte, pela fraterna solicitude deles, nossa fraqueza recebe o mais valioso auxílio": Não choreis! Ser-vos-ei mais útil após a minha morte e ajudar-vos-ei mais eficazmente do que durante a minha vida’’. 

O Catecismo nos ensina que os Santos não cessam de interceder por nós. Pelo fato de eles estarem mais próximos de Jesus Cristo, nos ajuda a se aproximar de Cristo. Mas será que isso tudo tem base Bíblica? Como posso explicar a Intercessão dos Santos para meus colegas protestantes? Os protestantes utilizam a seguinte passagem para tentar negar a Intercessão dos Santos, vejamos: ‘’ Porque há um só Deus e há um só mediador entre Deus e os homens: Jesus Cristo, homem’’ (1Timóteo 2,5) Lendo essa passagem ao pé da letra, aparenta aqui negar a intercessão dos Santos, pelo fato de ser UM só Mediador, entre Deus e os homens. 

Mais uma vez o protestante ler fora do contexto, pegando apenas uma parte do texto e querendo formar sua opinião. Vamos ver o que nos diz o versículo 6 de 1 Timóteo 2: ‘’ que se entregou como resgate por todos. Tal é o fato, atestado em seu tempo’’ (1Timóteo 2,6) Lendo o versículo 6 podemos entender o sentido do versículo 5. Quando se trata do único mediador fala da Salvação, tanto que se utiliza a palavra ‘’homem’’, no final do versículo 5. Por quê? Porque isso se refere à Salvação, somente Cristo poderia morrer na Cruz em resgate da humanidade. Como sabemos a Bíblia não é contraditória, por ser ela a palavra de Deus. Em 1Timóteo 2,1 nos ensina que devemos ser intercessores uns dos outros, vejamos: ‘’ Acima de tudo, recomendo que se façam preces, orações, súplicas, ações de graças por todos os homens’’ (1Timóteo 2,1). Se só existe um único mediador entre Deus e os homens da forma que o protestantismo interpreta, a Bíblia então se contradiz? Lógico que a Bíblia não é contraditória, por ser ela a Palavra de Deus; aqui nos faz perceber que a interpretação dos protestantes sobre essa passagem é errada! Quando você reza por algum conhecido seu, você está sendo um intercessor daquela pessoa a Deus. Quando alguém me ajuda rezando por mim, essa pessoa está pedindo a Deus em nome de Jesus por mim, assim como aprendemos em 1Timóteo 2,1. Por tanto, a exclusividade da medição de Cristo refere-se à justificação dos homens. A mediação da intercessão dos santos é de outra natureza, referindo-se à providência de Deus em favor do nosso semelhante. Desta forma, o texto de 1Tm 2,5 dentro de seu contexto não oferece qualquer obstáculo à doutrina da intercessão dos santos. Mas os protestantes, usam uma passagem Bíblica, distorcendo seu verdadeiro significado, para tentarem afirmar que os mortos estão inconscientes. Vejamos:

‘’ Com efeito, os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos de nada sabem. Para eles não há mais recompensa, porque sua lembrança jaz no esquecimento. Amor, ódio e inveja acabaram. Não terão mais parte alguma, para o futuro, no que se faz debaixo do sol’’ (Eclesiastes 9,5-6). Já que a Bíblia é um conjunto coeso de livros, não podemos aceitar a doutrina da “dormição” ou “inconsciência” dos mortos simplesmente pelo fato de que há versículos claros na Sagrada Escritura que mostram que os mortos não estão nem “dormindo” e nem “inconscientes” (cf. Is 14, 9-10; 1Pd 3,19; Mt 17,3; Ap 5,8; Ap 7,10; Ap 6,10); o que faria alguém pensar que há contradições na Bíblia.

A questão é que os versículos citados do Eclesiastes não fazem referência a um estado mental dos mortos, mas sim ao infortúnio espiritual em que se encontram por causa do lugar onde estão. Os mortos os quais os textos se referem são aqueles que morreram na inimizade de Deus, e não a qualquer pessoa que morreu. Vejamos os versículos abaixo:

“Ignora ele que ali há sombras e que os convidados [da senhora Loucura] jazem nas profundezas da região dos mortos.” (Prov 9,18)

“O sábio escala o caminho da vida, para evitar a descida à morada dos mortos.” (Prov 15,24)
Os versículos acima mostram que a região dos mortos é um lugar de desgraça, onde são encaminhados os inimigos de Deus. Isto é ainda mais evidente em Prov 15,24. O sábio é aquele que guarda a ciência de Deus, este quando morrer não vai para a “morada dos mortos”. As expressões “morada dos mortos” ou “região dos mortos” fazem alusão a um lugar de desgraça, onde os inimigos de Deus estão privados da Sua Graça.

Voltando aos versículos do Eclesiastes, o escritor sagrado ao escrever que para os mortos “não há mais recompensa”, “não há mais trabalho, nem ciência, nem inteligência, nem sabedoria”, refere-se unicamente ao infortúnio que existe “na região dos mortos’’, para onde eles vão”. Eles quem? Os que estão mortos para Deus.

Por tanto, dentro de seu contexto, os versículos do Eclesiastes também não oferecem qualquer imposição à doutrina da intercessão dos santos. Mas para detonar de vez com essa acusação, podemos analisar belas palavras pronunciadas pela boca do próprio Cristo, vejamos: ‘’Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que esteja morto, viverá. E todo aquele que vive e crê em mim, JAMAIS MORRERÁ . Crês Nisto?’’ (João 11,25-26). Os Santos por terem servido a Jesus Cristo, terem acreditado e renunciado tudo que era mundano para obedecerem a Deus, esses não estão mortos, e sim vivos. Vejamos mais exemplos:

‘’ Eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaac e o Deus de Jacó. Ora Ele não é Deus dos mortos, mas Deus dos vivos’’ (Mateus 22,32). ‘’Pois, se os mortos não ressuscitam também Cristo não ressuscitou. E se Cristo não ressuscitou, é inútil a vossa fé, e ainda estais em vossos pecados’’ (1 Coríntios 15,16-17) Existem passagens que podemos ver claramente que os Santos estão conscientes, vamos analisar: ‘’ O Senhor disse-lhe: Que fizeste! Eis que a voz do sangue do teu irmão clama por mim desde a terra’’ (Gênesis 4,10). Como isso acontece? Vamos analisar a visão de João: ‘’ Quando abriu o quinto selo, vi debaixo do altar as almas dos homens imolados por causa da palavra de Deus e por causa do testemunho de que eram depositários. E clamavam em alta voz, dizendo: Até quando tu, que és o Senhor, o Santo, o Verdadeiro, ficarás sem fazer justiça e sem vingar o nosso sangue contra os habitantes da terra?’’ (Apocalipse 6,9-10). Podemos analisar também que o Juízo particular é um fato Bíblico. Vejamos: ‘’ Como está determinado que os homens morram uma só vez, E LOGO EM SEGUIDA VEM O JUÍZO’’ (Hebreus 9,27). Veja com atenção essas palavras do apóstolo Paulo: ‘’ Estamos, repito, cheios de confiança, preferindo ausertar-nos deste corpo para IR HABITAR JUNTO DO SENHOR’’ (2Coríntios 5,8). Perceba que aqui claramente Paulo diz que vai habitar junto do Senhor, ele não fala que vai ficar dormindo até a volta de Cristo! A Bíblia nos ensina que os homens após a ‘’morte’’ serão como os Anjos: ‘’ Na ressurreição, os homens não terão mulheres nem as mulheres, maridos; mas serão como os anjos de Deus no céu’’ (Mateus 22,30). ‘’ Eles jamais poderão morrer, porque são iguais aos anjos e são filhos de Deus, porque são ressuscitados’’ (Lucas 20,36). Se seremos como os Anjos; o que os anjos fazem? Vamos analisar o que a Bíblia ensina: ‘’ Não são todos os anjos espíritos a serviço de Deus, que lhes confia missões para o bem daqueles que devem herdar a salvação’’ (Hebreus 1,14).

‘’ Quando recebeu o livro, os quatro Animais e os vinte e quatro Anciãos prostraram-se diante do Cordeiro, tendo cada um uma cítara e taças de ouro cheias de perfume (que são as orações dos Santos). (Apocalipse 5,8). ‘’Por isso, estão diante do trono de Deus e o servem, dia e noite, no seu templo. Aquele que está sentado no trono os abrigará em sua tenda. Já não terão fome, nem sede, nem o sol ou calor algum os abrasará’’ (Apocalipse 7,15) Existem como podemos ver vários exemplos de passagens Bíblicas que nos mostra a intercessão dos Santos. Certo dia ao estudar o livro do profeta Daniel, aprendi bastante. Vou mostrar aqui umas passagens que me fez mergulhar na graça que é a intercessão dos Santos. Veja coma atenção: ‘’ Não temas, Daniel – disse-me-, porque desde o primeiro dia em que aplicaste teu espírito a compreender, e em que te humilhaste diante de teu Deus, tua oração foi ouvida, e é por isso que eu vim. O chefe do reino persa resistiu-me durante vinte e um dias; porém Miguel, um dos principais chefes, veio em meu socorro. Permaneci assim ao lado dos reis da Pérsia’’ (Daniel 10,12-13). ‘’ Contra esses adversários não há ninguém que me defenda a não ser Miguel, vosso chefe’’ (Daniel 10,22 - Obs: Em algumas Bíblias é o versículo 21) Profeta Daniel mostra aqui claramente a intercessão de São Miguel por ele. Daniel diz que não há quem lhe proteja a não ser Miguel. Será então que Miguel foi colocado no lugar de Deus? Será que isso é idolatria? Claro que Miguel não foi colocado no lugar de Deus. Podemos ver aqui claramente que Miguel serve a Deus. Miguel intercedeu por Daniel, protegeu Daniel. Mas se nós em algum lugar formos falar que nossa Senhora é a única que nos protege, seriamos acusados pelos protestantes de idolatria... Protestantes, não sabem o que dizem... - Os protestantes não se cansam, e afirmam que os Santos não podem interceder porque não são onipresentes. E agora como argumentar isso a um protestante? Vejamos: São Paulo nos ensina que a Igreja é o corpo de Cristo. Desta forma, os que estão unidos a Cristo através de seu ingresso na Igreja, são membros do Seu corpo. Isso quer dizer que tantos nós que estamos na terra, como os que já morreram na amizade do Senhor, todos somos membros do Corpo Místico de Cristo, onde Ele é a cabeça. Vejam:

São Paulo ensina que a Igreja é corpo de Cristo: “Agora me alegro nos sofrimentos suportados por vós. O que falta às tribulações de Cristo, completo na minha carne, por seu corpo que é a Igreja.” (Col 1,24)
São Paulo ensina que somos membros do corpo de Cristo e por isso nós cristãos estamos ligados uns aos outros: “assim nós, embora sejamos muitos, formamos um só corpo em Cristo, e cada um de nós é membro um do outro.” (Rom 12,5)

São Paulo ensina que Cristo é a cabeça do seu corpo que é a Igreja: “Ele é a Cabeça do corpo, da Igreja.” (Col 1,18)

Isso quer dizer que nós e os santos (que estão na presença de Deus) estamos ligados, pois somos membros de um mesmo corpo, o corpo de Cristo, que é a Igreja.

Assim como minha mão direita não pode se comunicar com a esquerda sem que esse comando tenha sido coordenado pela minha cabeça (caso contrário seria um movimento involuntário), da mesma forma, no Corpo de Cristo os membros não podem se comunicar sem que essa comunicação aconteça através da cabeça que é Cristo. Dessa forma, quando nós pedimos para que os santos intercedam por nós junto a Deus (comunicação de um membro com o outro no corpo de Cristo), isso acontece através de Cristo. Assim como a nossa cabeça pode coordenar movimentos simultâneos entre os vários membros de nosso corpo, Cristo que é a cabeça da Igreja e é onisciente e onipresente possibilita a comunicação entre os membros do Seu corpo.

Por tanto, a falta de onipresença e onisciência dos santos não apresenta qualquer impedimento para que eles conheçam ou recebam nossos pedidos, e então possam interceder por nós junto à Cristo. 
Podemos também analisar alguns textos Bíblicos. Vejamos: ‘’ Naquele tempo, surgirá Miguel, o grande chefe, o protetor DOS FILHOS do seu povo [...]’’ (Daniel 12,1). Miguel protegia OS FILHOS, ou seja, ele protegia vários ao mesmo tempo e não era onipresente! ‘’ Porque, embora CORPORALMENTE DISTANTE, ESTOU PRESENTE A VÓS EM ESPÍRITO, e me Alegro EM VER a firmeza da vossa fé em Cristo’’ (Colossenses 2,5). 

Apóstolo Paulo, não era onipresente e estava AUSENTE corporalmente, mas estava PRESENTE em espírito, ao ponto de VER a firmeza da fé do povo daquela certa região. ‘’ Adiantou-se outro ANJO e pôs-se junto ao altar, com um turíbulo de ouro na mão. Foram-lhe dados muitos perfumes, para que os OFERECESSE com as ORAÇÕES DE TODOS OS SANTOS no Altar de ouro, que está adiante do trono’’ (Apocalipse 8,3). O Anjo não era onipresente e tinha acesso às orações de TODOS os SANTOS. 

‘’ Estes são os que não se contaminaram com mulheres, pois são virgens. São eles que ACOMPANHAM O CORDEIRO POR ONDE QUER QUE VÁ [...]’’ (Apocalipse 14,4). Aqui podemos ver que os Anciãos, acompanhavam o Cordeiro (Que é Jesus), por onde ele for Jesus está em todo lugar por ser onipresente. Esse acesso, essa unidade entre o Céu e a terra é de fato permitida por Deus, para que assim uns ajude aos outros. ‘’ Desse modo, cercados como estamos de uma tal nuvem de TESTEMUNHAS [...]’’ (Hebreus 12,1). 

O Reino dos Céus nos cerca. Faz-se presente na terra, os Santos, por meio de Cristo, cabeça do Corpo Místico. ‘’ Foi para dar a esse assunto uma nova feição que Joab fez isso. Porém tu, ó rei, meu senhor, és tão sábio COMO UM ANJO DE DEUS, PARA SABER TUDO o que SE PASSA NA TERRA’’ (2 Samuel 14,20). 

Os anjos sabem TUDO o que se passa na terra! ‘’ Ele nos manifestou o misterioso desígnio de sua vontade, que em sua benevolência formara desde sempre, para realizá-lo na plenitude dos tempos – desígnio de REUNIR EM CRISTO TODAS AS COISAS, AS QUE ESTÃO NOS CÉUS E AS QUE ESTÃO NA TERRA’’ (Efésios 1,9-10).

 Essa passagem nos mostra a unidade do Corpo Místico de Cristo que é a Igreja. A Igreja é a realização da unidade de tudo que está no Céu e na Terra. - Outro ataque protestante é dizer que nós não podemos dirigir nossas orações aos santos, pois isto caracteriza evocação dos mortos que é severamente proibida na Bíblia.
Esta objeção baseia-se principalmente nos versículos abaixo:

“Não se ache no meio de ti quem pratique a adivinhação, o sortilégio, a magia, o espiritismo, a evocação dos mortos: porque todo homem que fizer tais coisas constitui uma abominação para o Senhor” (Dt 18, 9-14).

“Se uma pessoa recorrer aos espíritos, adivinhos, para andar atrás deles, voltarei minha face contra essa pessoa e a exterminarei do meio do meu povo. (…) Qualquer mulher ou homem que evocar espíritos, será punido de morte” (Lev 20, 6 – 27).

Conforme vimos, Deus abomina a evocação dos mortos. No entanto, há uma diferença tremenda entre evocar os mortos e dirigir nossos pedidos de orações aos santos.

A evocação dos mortos é caracterizada pelo pedido de que o espírito do defunto se apresente e então se comunique com os vivos como se ainda estivesse na terra. Esta prática é condenada por Deus, pois em vez de confiarmos na Providência Divina quanto ao futuro e às coisas que necessitamos, deseja-se confiar nas instruções dos espíritos. Conforme a Sagrada Escritura dá testemunho em 1 Samuel 28.

Na intercessão dos santos, não estamos pedindo que o santo se apresente para “bater um papo” a fim obter qualquer tipo de informação, mas sim, dirigimos a eles nossos pedidos de oração, como se estivéssemos enviando uma carta solicitando algo (o que é bem diferente de evocar mortos). Na intercessão dos santos continuamos confiando

na Providência Divina, pois os santos são apenas mediadores. Quem atende aos nossos pedidos é Deus.
FONTE: DANIEL SLVEIRA EX PROTESTANTE

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PROTESTANTE DIZ:
9ª heresia: Idolatria
Refutação: 2Co 6.16 “E que consenso tem o templo de Deus com os ídolos?[...]
1Co 6.10; At 17.29; 1Jo 5.21; Ap 22.15; At 17.16.
Nota: Não foram usadas aqui, as muitas referêncais do A.T.

RESPOSTA CATÓLICA=> "IDOLATRIA"
Idolatria & Imagens: É muito comum hoje em dia, nós Católicos sermos atacados pelos protestantes de ‘’Idolatras’’. Creio eu que esse é o nome que mais os protestantes chamam os Católicos. 

Porque isso? Simples... Porque nós Católicos temos em nossa Igreja, imagens de Santos e de Anjos. 

Acusam também porque nos ajoelhamos diante das imagens.
 Bom será mesmo que a acusação protestante tem lógica? Vamos analisar primeiramente o significado da palavra ‘’Idolatria’’. - Idolatria: Idolatria é formada por duas palavras: ‘’eidolon’’ (ídolo) e ‘’latreia’’ (adoração). Aqui podemos ver claramente que Idolatria significa adorar um ídolo; e o que é um ídolo? 

Vejamos: -Ídolo: É uma estátua que representava um deus ou deusa – ‘’ os povos antigos adoravam muitos ídolos. 

Podemos ver até aqui que Ídolo é uma imagem que representa um ‘’deus’. E o que é verdadeiramente Adoração? Vejamos: - Adoração: Adorar é elevar algo acima de tudo. 

Quando gosto excessivamente de algo ao ponto de elevar aquilo acima de todas as coisas, isso significa adorar. Como acabamos de ler, Idolatria significa a adoração a um Ídolo, ou seja, adorar uma imagem ou uma divindade, elevar algo ou alguém acima de tudo. Sabemos que verdadeiramente a Bíblia proíbe a Idolatria, proibi-se na Bíblia a confecção de imagens, podemos citar aqui alguns exemplos: Lv 26,1; Dt 7,25; Sl 97,7; Sl 115; Ex 20,1-4. 

Todas essas passagens condenam a fabricação de Imagens de Ídolos, ou seja, de imagens que representam ‘’deuses’’, que não é o verdadeiro Deus. Da mesma forma que a Bíblia condena a fabricação dessas Imagens, a mesma Sagrada Escritura nos mostra que nem todas as imagens são proibidas. 

Vejamos aqui alguns exemplos: Ex 25,17-22; 37,7-9; 41,18; Nm 21,8-9; 1Rs 6,23-29.32; 7,26-29.36; 8,7; 1Cr 28,18-19; 1Sm 4,4 e etc. Deus que é Onisciente, não poderia estar em contradição. Pois se toda imagem representasse um ídolo, Deus era contraditório, por ter proibido as imagens em certa hora e em outro momento ter permitido. Analisando cuidadosamente, percebemos que Deus está nos mostrando que o que é proibido são imagens de ‘’deuses’’ criados pelos homens. O que nós Católicos temos para com os Santos e Anjos, é uma Veneração, um respeito, uma honra. Vamos analisar o que significa então veneração:

-Veneração: Do grego δουλια, "douleuo" ou "dulia", que significa "HONRAR”, Respeitar,
Muitas pessoas dizem que devemos dar toda honra a Deus, e que os Santos não merecem Honra.

 É verdade que devemos dar Honra só a Deus, mas que tipo de Honra? Honra de Adoração. Somente Deus é digno de Receber Honra de Adoração, isso é fato. Mas é bom saber que nem toda honra significa adoração. Existe a honra de veneração, ou seja, respeito. Vamos analisar, até mesmo na Bíblia que devemos honrar os Santos, e as pessoas.

 Vejamos: A veneração é uma forma respeitosa de “CONSIDERAR, LEMBRAR E IMITAR” os nossos guias da fé. (Hb 13,7)

“GLÓRIA, HONRA E PAZ para todo aquele que pratica o bem" (Rm 2,10). ‘’ HONRA as viúvas que são realmente viúvas’’ (1 Timóteo 5,3) ‘’HONRA teu pai e tua mãe, amarás teu próximo como a ti mesmo’’ (Mateus 19,19). 

Aqui vimos que nem toda Honra significa adoração. Os protestantes querem se colocar no lugar de Deus, ao julgar o Católico de Idolatria, pois, sabemos que a adoração não é um gesto e sim um sentimento. Um sentimento que brota do coração e não de um gesto, adorar não é beija, se prostrar ou qualquer gesto. Adorar é ter um sentimento que eleve algo ou alguém acima de tudo. É muita ignorância da parte dos protestantes afirmarem que somos idolatras porque nos ajoelhamos diante de imagens e de pessoas. Na própria Bíblia que eles tanto dizem viver, nos mostra a diferença de Adoração (Latria) e o culto de Veneração (Dulia). Ajoelhar-se também é um sinal de reverência e veneração. Os súbitos devem prestar veneração pelos Reis, ou por uma autoridade suprema. O filho pelos pais, os alunos pelos professores e os discípulos pelo mestre. Tudo isso está em conformidade com a ordem estabelecida por Deus.

 Vejamos alguns exemplos na Sagrada Escritura:

"Pela terceira vez, mandou o rei [Ocozias da Samaria] um chefe com os seus cinquenta homens, o qual, chegando a onde estava Elias, pôs-se de joelhos e suplicou-lhe, dizendo: Peço-te, ó homem de Deus, que a minha vida tenha algum valor aos teus olhos e a destes cinquenta homens teus servos " (2Rs 1,13). Na passagem acima um mensageiro do Rei Ocozias da Samaria põe-se de joelhos diante do Profeta Elias. Por que faz isso? Para suplicar-lhe que permita viver com seus cinquenta companheiros de viagem, pois antes Elias mandou vir fogo do céu sobre duas equipes anteriores. O ato de súplica não é um ato de adoração, mas de humildade, de rebaixamento, onde se reconhece no outro sua superioridade ou seu poder de atender-lhe um pedido. Sabemos que toda Imagem representa o que nela está. O próprio Jesus Cristo nos ensina isso com muita maestria na passagem de Lucas 20,24-25, quando diz que a moeda pertence a César porque na moeda tinha sua imagem. Os protestantes usam a seguinte passagem para tentar anular a fabricação de imagens: ‘’Para que não vos corrompais, e vos façais alguma imagem esculpida na forma de qualquer figura, semelhança de homem ou mulher’’ (Deuteronômio 4:16)

Os protestantes usando essa passagem esquecem de ler o versículo anterior, vejamos do que se trata essa proibição: ‘’Guardai, pois, com diligência as vossas almas, pois nenhuma figura vistes no dia em que o Senhor, em Horebe, falou convosco do meio do fogo’’ (Deuteronômio 4:15) O versículo 16 desse capítulo 4 de Deuteronômio só pode ser entendido se lermos o versículo 15. Quando está escrito que ‘’Não viste FIGURA ALGUMA’’ refere-se a Deus. Ninguém havia visto Deus, por isso Ele não queria ser confundido com nenhuma imagem. Somente no Novo Testamento, Deus se revela como uma IMAGEM HUMANA EM CRISTO veja: ‘’[...] Cristo, que é a IMAGEM DE DEUS’’ (II Coríntios 4,4). Mas os protestantes podem insistir em atacar-nos. Vamos ver uma acusação protestante, e logo em seguida nossa resposta: -

ACUSAÇÃO:
AJOELHAR DIANTE DE ALGUÉM É IDOLATRIA!!!
Pedro reprendeu Cornélio por ter se ajoelhado diante dele. (At 10,25-26)

-RESPOSTA:
Pedro repreendeu Cornélio, porque este se ajoelhou para ADORA-LO; (At 10,25)
Ou seja, Cornélio queria igualar Pedro a Deus, E PEDRO NEGOU SUA ADORAÇÃO.
O ato de se ajoelhar não pode ser confundido com uma adoração, pois no mesmo Livro o carcereiro se prostra diante de Paulo e Silas, e não foi repreendido, POIS ELE ESTAVA APENAS VENERANDO.
At 16:27-31: “E, acordando O CARCEREIRO, e vendo abertas as portas da prisão[...]E, pedindo luz, saltou dentro e, todo trêmulo, SE PROSTROU ANTE PAULO E SILAS” -

ACUSAÇÃO:
O ANJO REPREENDEU JOÃO por se ajoelhar (Ap 19,10).

-RESPOSTA:
O anjo repreendeu João, porque este se ajoelhou para ADORA-LO; (Ap 19.10)
Ou seja, João queria igualar o anjo a Deus, E O ANJO NEGOU SUA ADORAÇÃO.
PROSTRAR “katákoitos” NÃO É o mesmo que ADORAR “latreía”,

A Bíblia está cheia de exemplos;
No ANTIGO TESTAMENTO, Davi e Balaão se prostraram DIANTE DE UM ANJO e não foram repreendidos, pois eles estavam o VENERANDO,(1Cr 21:16; Num 22:31) Sabemos que a Doutrina da Igreja Católica está escrita no Catecismo da Igreja Católica. Vamos ver o que realmente a Igreja Católica ensina em relação à Adoração: -Catecismo da Igreja Católica, Parágrafo 2096 diz: ‘’A adoração é o primeiro ato da virtude da religião. Adorar a Deus é reconhecê-lo como Deus, como o Criador e o Salvador, o Senhor e o Dono de tudo o que existe, o Amor infinito e misericordioso. "Adorarás o Senhor, teu Deus, e só a Ele prestarás culto" (Lc 4,8), diz Jesus, citando o Deuteronômio (6,13)’’. -Catecismo da Igreja Católica, Parágrafo 2628 diz: A adoração é a primeira atitude do homem que se reconhece criatura diante de seu Criador. Exalta a grandeza do Senhor que nos fez e a onipotência do Salvador que nos liberta do mal. É prosternação do Espírito diante do "Rei da glória" e o silêncio respeitoso diante do Deus "sempre maior". A adoração do Deus três vezes santo e sumamente amável nos enche de humildade e dá garantia a nossas súplicas. Como acabamos de ver, o Catecismo da Igreja, ou seja, no livro em que está escrita a doutrina da Igreja Católica, não se ensina a adorar outro além de Deus. Somente Deus altíssimo é digno de ser adorado. Nem Maria nem nenhum Santo ou Anjo pode ser adorado, porque não são Deus e nem podem ser colocados acima de Deus. Se existe alguém que adora a Virgem Maria, um Santo, imagem ou Anjo, esse não está obedecendo à doutrina da Igreja Católica, pois a Igreja não ensina que se deve adorar outro, e sim unicamente a Deus!

FONTE DANIEL SILVEIRA EX-PROTESTANTE
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PROTESTANTE DIZ:
10ª heresia: Confissão Auricular
Refutação: 1Jo 1.9-10; 1Jo 2.1; O texto diz que se tivermos pecado, devemos confessar a Jesus Cristo.
Nota: Só Deus pode perdoar pecados (Mc2.7).

RESPOSTA CATÓLICA=>"Confissão"

Estas evidências mostram que a Igreja sempre teve a consciência plena de haver recebido de Cristo o poder de perdoar os pecados e considera este como parte do depósito de fé. Surpreendentemente tanto os padres do oriente como do ocidente interpretam as palavras de Cristo tal como nós católicos fazemos quase vinte séculos depois. É evidente, portanto, que o concílio de Trento somente fez eco do que a Igreja já ensinava contra os hereges dos primeiros séculos, os quais, em sua grande maioria, nem sequer defendia a posição protestante de hoje, já que a grande maioria deles não rejeitava que a Igreja havia recebido tal poder.

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1. INTRODUÇÃO

A penitência é “um sacramento da nova lei instituída por Jesus Cristo de que é outorgado o perdão pelos pecados cometidos logo depois do batismo através da absolvição do sacerdote àqueles que com verdadeiro arrependimento confessam seus pecados e prometem dar satisfação pelos mesmos. É chamado de sacramento e não de uma simples função ou cerimônia por que é um sinal interno instituído por Cristo para conceder graça a alma. Como sinal externo compreende as ações do penitente ao apresentar-se ao sacerdote e confessar seus pecados, e as ações do sacerdote ao pronunciar a absolvição e aplicar o perdão” (Enciclopédia Católica).
É importante notar que: “A confissão não é realizada no secreto do coração do penitente tão pouco a um leigo como amigo e advogado, tampouco a um representante de autoridade humana, mas somente a um sacerdote devidamente ordenado com a jurisdição necessária e com o poder das chaves, isto é o poder de perdoar os pecados que Cristo outorgou a sua Igreja”. (Encíclopédia Católica).
A finalidade do presente estudo consiste em se aprofundar na base bíblica e histórica do sacramento, analisar a luz desta evidência os erros introduzidos pela “reforma” protestante, assim como as distorções históricas que se propagam nas denominações surgidas desta, ao ponto de se chegar a converter em uma história alternativa completamente diferente da real.

2. O FUNDAMENTO BÍBLICO

O poder que a Igreja tem para conceder em nome de Deus o perdão dos pecados provém do mesmo Cristo que conferiu esse poder a seus apóstolos pois:
Disse-lhes outra vez: A paz esteja convosco! Como o Pai me enviou, assim também eu vos envio a vós. Depois dessas palavras, soprou sobre eles dizendo-lhes: Recebei o Espírito Santo. Àqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados; àqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos” (João 20, 21-23).
Também disse Jesus a Pedro:
Eu te darei as chaves do Reino dos céus: tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus” (Mateus 16, 19).
E disse mais Jesus aos apóstolos:
Em verdade vos digo: tudo o que ligardes sobre a terra será ligado no céu, e tudo o que desligardes sobre a terra será também desligado no céu” (Mateus 18, 18).
O significado de "ligar" e "desligar" não se limita a autoridade de definir o que é lícito e que não é a respeito da doutrina, mas também o poder de conceder o perdão de pecados, já que o poder outorgado aqui não é limitado: “tudo que ligares”, “tudo que desligares”, poder que por sua vez é confirmado explicitamente por Cristo ao permitir perdoar ou reter os pecados.

2.1 A EVIDÊNCIA DA RECONCILIAÇÃO NO ANTIGO TESTAMENTO
A realidade sacramental da Igreja é precedida na história por seu modelo profético, a Lei Mosaica. Na Lei Mosaica vemos (Levítico capítulos 4 e 5) que Deus exigia um sacrifício cerimonial pelos pecados cometidos pelo povo, isto é, pelos fiéis. O sacrifício se realizava no tabernáculo, (em seguida no templo) e diante dos sacerdotes, o qual em si é uma admissão pública pelo pecado. O exercício destas cerimônias não só era público, mas ainda ensinava aos pecadores a inevitável consequência do pecado: a morte. O animal que se sacrificava morria no lugar do pecador. O modo de execução de tais sacrifícios, é equivalente ao sacramento da reconciliação que não se poder negar que nele tanto o sacerdote quando o fiel tem um participação claramente definida.
Se for alguém do povo quem pecou involuntariamente, cometendo uma ação proibida por um mandamento do Senhor, tornando-se assim culpado, trará para sua oferta uma cabra sem defeito, pela falta cometida, logo que tiver tomado consciência de seu pecado. Porá a mão sobre a cabeça da vítima oferecida pelo pecado e a imolará no lugar onde se imolam os holocaustos. Em seguida, o sacerdote, com o dedo, tomará o sangue da vítima, e pô-lo-á sobre os cornos do altar dos holocaustos, derramando o resto ao pé do altar. Tirará toda a gordura, como se fez no sacrifício pacífico, e a queimará no altar, como agradável odor ao Senhor. É assim que o sacerdote fará a expiação por esse homem, e ele será perdoado. Se for um cordeiro que oferecer em sacrifício pelo pecado, oferecerá uma fêmea sem defeito. Porá a mão sobre a cabeça da vítima oferecida pelo pecado e a imolará em sacrifício de expiação no lugar onde se imolam os holocaustos. Em seguida, com o dedo, tomará o sacerdote o sangue da vítima oferecida pelo pecado, e o porá sobre os cornos do altar dos holocaustos, derramando o resto do sangue ao pé do altar. Tirará toda a gordura como se tirou a do cordeiro do sacrifício pacífico, e a queimará no altar, entre os sacrifícios feitos pelo fogo ao Senhor. É assim que o sacerdote fará a expiação pelo pecado cometido por esse homem, e ele será perdoado” (Levítico 4, 27-35).

2.2 OBJEÇÕES PROTESTANTES
Existem inúmeras objeções por parte das diferentes denominações protestantes a respeito do Sacramento da Penitência. O protestantismo em geral declara que não é necessária a intervenção humana para que Deus perdoe o pecado e que este deve ser confessado em privado somente a Deus.
Um exemplo disso é o Manual Prático para a Obra do Evangelismo Pessoal em que se afirma:
Não encontramos nas Santas Escrituras nenhuma só linha em que se ordene ao cristão confessar seus pecados diante de um homem” (Manual Práctico para la Obra del Evangelismo Personal, pub. Iglesia de Dios - Israelita -).
Outro exemplo desse tipo de declaração temos nos comentários de um dos mais aficionados apologistas protestantes da internet, que escreve com mais entusiasmo do que sabedoria:
Jesus Cristo admitiu implicitamente que o único que perdoa os pecados é Deus (Marcos 2, 7 e Lucas 5, 21). E o mesmo apóstolo João afirma que Deus é fiel e justo para perdoar os pecados – se confessarmos nossos pecados, ele é fiel e justo para perdoar nossos pecados, e limpar-nos de toda maldade – (I João 1, 8-9). Nem neste texto, nem em nenhum outro a Escritura está registrado que algum apóstolo atuou como confessor ou absolveu os pecados de algum cristão” (A confissão auricular, Daniel Sapia).
Este tipo de objeção comete o erro de confundir quem concede o perdão (Deus), com o meio que Deus utiliza para administra-lo (o sacerdote). O texto citado não entra em contradição com a confissão do pecado ante o sacerdote ou ante a Igreja, senão que o deixa o deixa implícito, pois se parte de algo que já se sabia  que a Igreja recebeu o poder de perdoar pecados – para se dar a entender que Deus é fiel e justo para perdoar a quem reconhece suas faltas. Isto se faz mais claro se se analisar o contexto inteiro. O versículo anterior diz: “mas se dissermos a que não temos pecado, nós enganamos a nós mesmos” e o versículo seguinte completa: “Mas se reconhecermos nossos pecados, fiel e justo ele é para nos perdoar”. O contexto é em si uma exortação ao reconhecimento das próprias faltas (ao invés de negá-las) e nunca uma recusa ou aval para confessarmos nossos pecados diretamente a Deus.
Também é incorreto afirmar que Cristo admitiu que só Deus perdoa os pecados. A Escritura ensina que Ele também tem a capacidade de Fazê-lo, sem entrar em polêmica sobre sua divindade:
Ora, para que saibais que o filho do homem tem na terra o poder de perdoar os pecados” (Mateus 9, 6).
Dessa maneira, fica provado através de um milagre físico (o sinal externo da cura do paralítico) o que é um verdadeiro milagre espiritual (a realidade interna do perdão do pecado). Assim, na conclusão deste ensinamento, é-nos declarado:
Vendo isto, a multidão encheu-se de medo e glorificou a Deus por ter dado tal poder aos homens” (Mateus 9, 8).
É óbvio que isto não se refere a uma sanidade física, que era a prova tangível de um milagre muito mais poderoso: o milagre da cura espiritual do enfermo através do perdão dos seus pecados. E enquanto esse milagre da saúde física, nesse contexto, se fizesse única vontade reconhecida por Cristo na ocasião de apenas curar (mesmo assim, coisa que não se admite)– sem nenhuma realidade implícita além, isto tampouco teria por que impedir que Cristo posteriormente pudesse transmitir esse poder a seus apóstolos, tal como é finalmente testificado nas Escrituras.
Também não é verdade que nenhum apóstolo ou qualquer outro agiu como um confessor, ou que não há nenhuma menção nas Escrituras de qualquer homem confessar os pecados. Há referências bíblicas explícitas que a chegam demolir por completo essas reivindicações, mostrando que os pecadores arrependidos não se limitaram à confissão interior. O Evangelho de São Marcos narra como aqueles que vieram a João Batista para ser batizado confessavam seus pecados:
Pessoas de Jerusalém, de toda a Judeia e de toda a circunvizinhança do Jordão vinham a ele. Confessavam seus pecados e eram batizados por ele nas águas do Jordão” (Mateus 3, 5-6).
O mesmo se afirma daqueles que, ao se converter, vinham aos apóstolos:
Muitos dos que haviam crido vinham confessar e declarar suas práticas” (Atos 19, 18).
Existem evidências também de que o pecador não somente devia confessar seus pecados a Deus, mas também a Igreja:
Confessai os vossos pecados uns aos outros, e orai uns pelos outros para serdes curados. A oração do justo tem grande eficácia” (Tiago 5, 16).
Apesar de não vermos nesses textos uma confissão auricular tal como a conhecemos hoje, podemos ver dois fatos principais: (a) Cristo deu aos apóstolos o poder de perdoar os pecados, e que (b) o pecador não se limitou à confissão interior. Como poderiam os Apóstolos perdoar pecados secretos a menos que o fiel confesse?
É incorreta também a objeção de que quando na Escritura de ordena confessar os pecados se refere a pedir perdão aos irmãos que ofendemos. Se uma ofensa é um pecado, nem todos os pecados são uma ofensa ao próximo e reduzir a isto o significado do texto é desvirtuar seu significado real e completo.
Quando a Escritura fala da confissão dos pecados não se refere a pedir perdão a algum irmão por haver ofendido. Compare esta interpretação com a narrativa de São Marcos:
E saíam para ir ter com ele toda a Judeia, toda Jerusalém, e eram batizados por ele no rio Jordão, confessando os seus pecados” (Marcos 1, 5).
Deveríamos interpretar que todas as pessoas da Judeia e Jerusalém haviam ofendido a João Batista? Se aplicarmos a Atos 19, 18 – Muitos dos que haviam crido vinham confessar e declarar suas práticas” – deveríamos interpretar que todos os novos conversos haviam ofendido os apóstolos. Note que o texto aqui é particularmente claro, porque fala de confessar e declarar “suas práticas”, não suas ofensas. Recordemos também que o primeiro ofendido por nossos pecados é Deus, pois todo pecado é primeiramente uma violação da Justiça Divina.

3. FOI O CONCÍLIO LATERANO IV QUE CRIOU A CONFISSÃO AURICULAR?

Existe uma grande variedade de distorções históricas em cima do sacramento da penitência entre as seitas protestantes. Algumas vêm a confissão auricular (componente importante do sacramento) como um invento do segundo milênio. Um exemplo deste tipo de distorção é encontrado no “Manual prático para a obra do evangelismo pessoal” já citado, em que se afirma a esse respeito:
A confissão auricular aos sacerdotes foi oficialmente estabelecida na Igreja Romana no ano de 1215. Mais tarde no Concílio de Trento em 1557, pronunciou maldições sobre todos aqueles que haviam lido na Bíblia o suficiente para rejeitar a confissão auricular.”
É importante deixar claro que as definições dogmáticas dos concílios não podem ser interpretadas como que de alguma maneira se está introduzindo uma nova doutrina. Estas definições só ocorrem quando uma verdade fundamental é questionada ou necessita ser definida claramente para o bem dos fiéis.
Mas onde os protestantes acharam no concílio Laterano IV uma instituição da confissão auricular? Transcreveremos abaixo todo o cânon 21 que trata sobre a confissão auricular para vermos se há a criação de alguma coisa:
Todos os fiéis de ambos os sexos devem, depois de terem atingido a idade do discernimento, fielmente confessar todos os seus pecados pelo menos uma vez por ano ao seu próprio (pároco) sacerdote e realizar no melhor de sua capacidade a penitência imposta, recebendo com reverência pelo menos na Páscoa o sacramento da Eucaristia, a menos que, talvez, seguindo o conselho de seu próprio sacerdote podem, por um bom motivo se abster por um tempo da recepção dela, caso contrário eles devem ser cortados da Igreja (excomungados) durante a vida e privados de um enterro cristão na morte. Portanto, que este salutar decreto seja publicado com frequência nas igrejas, que ninguém pode encontrar no fundamento de ignorância sombra de desculpa. Mas, se alguém por um bom motivo desejaria confessar seus pecados a outro sacerdote, primeiramente, procure e obtenha a permissão de seu próprio sacerdote (pároco), pois, caso contrário ele (o outro sacerdote) não pode desligá-los ou ligá-los.
O sacerdote seja discreto e cauteloso. Que ele possa derramar vinho e azeite nas feridas de um dos feridos segundo o proceder de um médico habilidoso, cuidadosamente investigar as circunstâncias do pecador e do pecado, a partir da natureza da qual ele pode entender que tipo de conselho dar e qual o remédio aplicar, fazendo uso de experimentos diferentes para curar o doente. Todavia, exercite-o na maior precaução. Que ele não faça conhecido o pecador em qualquer grau por palavra, sinal ou outra forma, mas que ele deve precisar do mais prudente concelho, busque-o dele cautelosamente sem qualquer menção de pessoa. Aquele que se atrever a revelar um pecado confidenciado a si em tribunal de penitência, nós decretamos que ele não será apenas deposto do ofício sacerdotal, mas também relegado a um monastério de estrita observância em fazer penitência para o resto de sua vida” (Concílio Laterano, Cânon 21).
Não encontramos em nenhum lugar uma instituição da confissão da maneira disseminada pelas calúnias dos adversários da Igreja, mas somente a recomendação pastoral de que todos que atingirem a idade da razão, isto é, do discernimento façam a confissão pelo menos uma vez no ano, para o seu próprio pároco, e que tenham a permissão dele se o fizer a outro, e que qualquer sacerdote que revelar um pecado confessado seja deposto e enclausurado em um mosteiro. Este cânon não faz nada mais do que confirmar a legislação corrente na Igreja.
O concílio de Trento refutando os hereges “reformadores”, fala claramente:
A Igreja não prescreveu através do concílio Laterano que os fiéis de Cristo deveriam confessar – uma coisa que é sabida ser um direito divino necessário e estabelecido  mas que o preceito de confessar pelos menos uma vez por ano deveria ser cumprida por todos e cada um quando chegarem a idade da razão” (Sessão XIV, c. 5).
Ou seja, o próprio concílio de Trento afirma que o artigo de Latrão não foi uma nova definição, mas apenas as regras de como se fazer a confissão que é mandamento do próprio Cristo. As bravatas começaram a surgir quando os pseudorreformadores acharam que Cristo tinha abandonado a Igreja por centenas de anos e veio, somente, restaurar a Igreja por meio deles, então começaram a negar tudo que antes era crido.

4. TESTEMUNHOS PRIMITIVOS

DIDAQUÊ
Examinemos a Didaquê (60-160 d.C.) considerada um dos mais antigos escritos cristão não-canônicos e que antecede e muito a maioria dos escritos do Novo Testamento. Estudos recentes comprovam que há possibilidade de haver terminado sua composição em 160 d.C. É um excelente testemunho do pensamento da Igreja primitiva. Este documento é particularmente insistente em pedir a confissão dos pecados antes de receber a Eucaristia.
Na reunião dos fiéis confessarás teus pecados e não te aproximarás da oração com má consciência” (Didaquê IV, 14).
Na Didaquê temos um claro testemunho histórico oposto a posição protestante de confessar os pecados diretamente a Deus.

CLEMENTE DE ROMA
Submetam-se aos presbíteros e recebam a correção, de modo que se arrependam” (capítulo 57).

TESTEMUNHO DE ORÍGENES (185-254 d.C.)
Orígenes foi escritor eclesiástico, teólogo e comentarista bíblico. Viveu em Alexandria até o ano 231, passando os últimos 20 anos de sua vida em Cesareia Marítima (Palestina) e viajando pelo Império Romano. Foi o maior mestre de doutrina cristã de seu tempo e exerceu extraordinária influência como intérprete da Bíblia.
Afirma que depois do batismo há meios para obter o perdão dos pecados cometidos depois dele. Entre eles enumera a penitência:
“(...) Dura et laboriosa per poenitentiam remissio peccatorum, cum lavat peccator in lacrymis stratum suum et fiunt ei lacrymae suae panes die ac nocte, et cum non erubescit sacerdoti domini indicare peccatum suum et quaerere medicinam”.
Além destas três coisas há também um sétima [razão] dura e trabalhosa: a remissão de pecados por meio da penitência, quando o pecador lava seu travesseiro com lágrimas, quando suas lágrimas são sua vida de dia e de noite, quando não se retém de confessar os seus pecados ao sacerdote do Senhor nem de buscar o remédio, da maneira do que está escrito: ‘Diante do Senhor me acusarei de minhas iniquidades, e tu perdoarás a deslealdade do meu coração’” (Homilia sobre o Salmo 2, 4).
Assim Orígenes admite a remissão dos pecados através da Penitência e da Confissão a um sacerdote. Afirma também que é o sacerdotes quem decide se os pecados devem ser confessados também em público:
Observa com cuidado a quem confessas teus pecados; põe a prova ao médico para saber se é fraco com os fracos, e se chora com os que choram. Se ele achar que é necessário que teu mal seja conhecido e curado na presença da assembleia reunida, segue o conselho do médico sábio” (Homilia sobre o Salmo 37, 2, 5).
Também reconhece que todos os pecados podem ser perdoados:
Os cristãos mortos choram como aos que se entregaram à intemperança ou cometam qualquer outro pecado, por que se perdem e morrem para Deus. Mas, se dão provas suficientes de uma sincera mudança de coração, são admitidos de novo no rebanho depois de transcorrido algum tempo (depois de um intervalo maior do que quando foram admitidos a primeira vez) como se tivessem ressuscitado dentre os mortos” (Contra Celso 3, 50: EH 253).

DECLARAÇÕES DE TERTULIANO
Tertuliano não é considerado um pai da Igreja, mas sim um escritor e apologista eclesiástico, já que no final da sua vida caiu em heresia abraçando o montanismo. Contudo foi muito lido antes de seu abandono da Igreja Católica. Tanto em seu período ortodoxo quanto em seu período herético vemos Tertuliano testemunho sem igual que nos informa sobre a penitência na Igreja.
Quando escreve De Penitentia (aproximadamente no ano 203 d.C., ainda sendo católico). Fala-se de uma segunda penitência que Deus:

Colocou no salão para abrir a porta aos que chama, mas somente uma vez, por que está já é uma segunda” (De Paenitentia, c.7).

Nos textos de Tertuliano se vê um entendimento transparente de como o crente que caiu em pecado depois do batismo tem necessidade do Sacramento da Penitência e expressa o temor de que isto seja mal interpretado pelos fracos com um meio de seguir pecando e obter novamente o perdão:

"Oh Jesus Cristo, meu Senhor, concede aos teus servos a graça de conhecer e aprender com a minha boca a disciplina da penitência, mas enquanto lhes convém e não para o pecado, em outras palavras, que depois (do batismo) não tenham que conhecer a penitencia e nem pedi-la. Odeio mencionar aqui a segunda, ou por melhor dizer, neste caso, a última penitência. Temo que, ao falar de um remédio da penitência que se tem em reserva, parece sugerir que existe, todavia, um tempo em que se pode pecar. Deus me livre alguém interprete mal meu pensamento, fazendo-os dizer que com esta porta aberta a penitência existe, portanto, agora uma porta aberta ao pecado. (...) Temos escapado uma vez (no batismo). Não vamos entrar mais em perigo, mesmo que nos pareça que ainda escaparemos outra vez" (De Paenitentia, c.7).

A Igreja pode perdoar o pecado , mas não vou fazer isso (perdoar) para que eles (os que são perdoados) cair em outros pecados.” (De Pudicitia, 21,7).

Tertuliano fala de “pedir” a penitência, descartando a ideia de se limitar a uma confissão direta com Deus.  Detalhadamente quando afirma que para alcançar o perdão o penitente deve submeter-se a "έξομολόγησις" ou confissão pública, e também cumprir os atos de mortificação (Capítulos 9-12).
O testemunho de Tertuliano prova também que a penitência terminava tal como hoje em dia, como uma absolvição oficial, depois de haver confessado o pecado:

Esquivar-se deste dever como uma revelação pública de suas pessoas, o que difere de um dia para o outro... Acaso é melhor ser condenado em secreto que perdoado em público?”

No capítulo XII fala-se da eterna condenação que sofrem quem não quiser usar esta “planca salutis”.
Em seu período montanista Tertuliano nega a Igreja o poder universal de perdoar pecados graves (adultério e fornicação) afirmando que a capacidade de perdoar esses pecados só Pedro recebeu e negava que este poder foi transmitido a Igreja. As razões desta negação, não são as razões dos protestantes de hoje, mas eram por causa do caráter rigoroso da doutrina montanista que afirmava que esses pecados eram imperdoáveis.

Assim como ele se retrata do escrito que ele mesmo escreveu De Pudicitia (Sobre a Modestia) quando se vê impelido a enfrentar um bispo que ele chama Pontifex Maximus eEpsicopus Episcoporum (muito possivelmente o Papa Calixto) em virtude de um edito em que se escreve  “Eu perdoo os pecados de adultério e fornicação àqueles que cumpriram penitência” – confirmando assim o poder da Igreja de perdoar pecados mesmo que seja adultério e fornicação. Este edito é outra evidência da posição oficial da Igreja que tem a consciência do poder recebido de Cristo para outorgar o perdão dos pecados.

Tertuliano deixa assim seu testemunho hostil e revoltoso sobre a prática da Igreja numa típica literatura pré-nicena:

E desejo conhecer teu pensamento, saber que fonte te autoriza a usurpar este direito a ‘Igreja’. Sim, porque o senhor disse a Pedro: ‘Sobre esta Pedra eu edificarei a minha Igreja’, ‘Ti darei as chaves do reino dos céus’, e também: ‘tudo o que desligares na terra será desligado; todo o que ligares será ligado’; tu presumes que depois que o poder se ligar e desligar foi sucedido até você, ou melhor, a toda a Igreja que está em comunhão com Pedro, que audácia a tua de perverter e mudar inteiramente a intenção manifesta do Senhor, que conferiu este poder pessoalmente a Pedro! ” (De Pudicitia, c.21)

REGISTROS DE SÃO CIPRIANO (258 d.C.)
São Cipriano nasceu em torno do ano 200, provavelmente em Cartago, de família rica e culta. Dedicou-se em sua juventude à retórica. O desgosto que sentia diante da imoralidade dos ambientes pagãos contrastado com a pureza de costumes dos cristãos, o induziu a abraçar o Cristianismo por volta do ano 246. Pouco depois, em 248, foi eleito bispo de Cartago. Ele é um claro expositor da consciência da Igreja de haver recebido de Cristo o poder de perdoar pecados. Combate assim a heresia de Novaciano, que negava que havia perdão para quem em tempo de perseguição havia renegado a fé (os apóstatas). Assim, emDe opere et eleenosynis disse que quem pecou depois de haver recebido o batismo pode voltar a obter o perdão de qualquer pecado que seja.

Também deixa um testemunho claro do dever de confessar o pecado enquanto é tempo e enquanto essa confissão pode ser recebida por a Igreja:

“Exorto-os, caríssimos irmãos, que cada um confesse seu pecado, enquanto quem pecou vive ainda neste mundo, ou seja, enquanto sua confissão pode ser aceita, enquanto a absolvição e o perdão pode ser outorgado pelos sacerdotes que são agradáveis a Deus” (Os Apóstatas 28; Epistolae 16, 2).

“(...) Pois, se quando se trata de pecados menores fazem penitência os pecadores no devido tempo, e conforme foi ordenado pela disposição disciplinar vêm à confissão e recebem o direito da comunhão pela imposição das mãos do bispo e do clero, agora em tempo difícil, quando ainda dura a perseguição, ainda não tendo sido restaurada a paz à Igreja, são recebidos na comunhão e se oferece ao seu nome, e mesmo sem fazer penitência ou confissão ou ter recebido a imposição das mãos pelo bispo e clero, recebem a Eucaristia, enquanto está escrito: ‘Aquele que comer o pão ou beber o cálice do Senhor indignamente, será réu do corpo e sangue do Senhor'.

Antes de se extinguir o medo da perseguição, antes de nosso regresso, antes quase no mesmo trânsito dos mártires, têm comunhão com os mortos, oferecem e entregam a Eucaristia" (Carta 16, nº. 2ss – HARTEL, 518ss; Bayard; ML 4,251 A – 253 B, epist. 9).

O apóstolo [Paulo]  da mesma forma dá o testemunho e diz: ‘Portanto, todo aquele que comer o pão ou beber o cálice do Senhor indignamente será culpável do corpo e do sangue do Senhor’ (I Coríntios 11, 27). Mas [o impenitente] despreza e ignora todos os avisos; antes de seus pecados serem expiados, antes deles terem feito a confissão de seus crimes, antes das suas consciências terem purgado na cerimônia e na mão do sacerdote... Eles são violentos com o corpo e o sangue, e com suas mãos e boca eles pecam contra o Senhor mais do que quando o negam” (Os Apóstatas 15, 1-3).

ENSINAMENTOS DE SANTO HIPÓLITO MARTIR (235 D.C)
Desconhece-se o lugar e data de seu nascimento, embora se saiba que foi discípulo de Santo Irineu de Lião. Seu grande conhecimento da filosofia e dos mistérios gregos, sua própria psicologia, indica que era do oriente. Até o ano 202 d.C. era presbítero em Roma, onde Orígenes – durante sua viagem a capital do império – o ouviu dar um sermão.

Com a ocasião do problema da remissão na do que haviam apostatado durante uma perseguição, instalou-se um grande conflito que se opôs ao papa Calixto, pois Hipólito se mostrava rigoroso neste assunto, embora não negava o poder da Igreja para perdoar os pecados. Tão forte foi o enfrentamento que Hipólito se separou da Igreja e, eleito bispo de Roma por um reduzido círculo de partidários, se tornou assim o primeiro antipapa da história. O cisma de prolongou após a morte de Calixto, durante o pontificado de seus sucessores Urbano e Ponciano.  Terminou no ano de 235 d.C., com a perseguição de Maximiano, que baniu o Papa legítimo (Ponciano) e a Hipólito para as minas de Cerdenha, em que se reconciliaram. Ali os 2 renunciaram ao pontificado, para facilitar a pacificação da comunidade Romana, que deste modo pôde eleger um novo Papa e dar por terminado o cisma. Tanto Ponciano como Hipólito morreram no ano de 235 d.C.

Hipólito é uma excelente testemunha de como a Igreja estava consciente de sua própria autoridade de perdoar pecados, já que, embora sendo intransigente, não nega a faculdade da Igreja para a absolvição. Prova disto está na A Tradição Apostólica  Αποστολική παράδοσις, em que nos deixa um testemunho indiscutível quando reproduz ali a oração para a consagração de um bispo:

Pai que conhece os nossos corações, concede a este teu servo que foi eleito para o episcopado… Que em virtude do Espírito do Sacerdócio soberano tenha o poder de ‘perdoar os pecados’ segundo teu mandamento; que ‘distribua as partes’ segundo tua disposição, e que ‘desate todos os laços’, segunda a autoridade que destes aos apóstolos” (Tradição apostólica, 3).

Particularmente importante este testemunho, já que a Tradição apostólica é a fonte de um grande número de constituições eclesiásticas orientais, o que confirma a dita consciência estava bem presente em toda a Igreja.

AS CONSTITUIÇÕES APOSTÓLICAS DO SÉCULO IV
Como na Tradição Apostólica de Santo Hipólito, as constituições apostólicas escritas na Síria no século IV incluem uma oração similar a oração do bispo:

Dá-lhe, Senhor Todo-Poderoso, através de Cristo, a participação em teu Espírito Santo, para que tenha o poder de perdoar os pecados de acordo ao Teu preceito e Teu comando, e desate todos as ataduras, qualquer que seja, de acordo com o poder que Tu outorgou aos Apóstolos” (Constitução Apostólica, VIII).

SÃO BASÍLIO O GRANDE (330-379 d.C.)
Foi bispo de Cesareia e proeminente clérigo do século IV. É santo da Igreja ortodoxa e cantado entre os pais da Igreja.

Quasten comenta que embora K. Holl diz que foi São Basílio que introduziu a confissão no sentido católico, como a confissão regular e obrigatória de todos os pecados, mesmo os mais secretos. (Enthusiasmus, p. 257. 2ª ed.. 267). Acrescenta também:

Seu erro, no entanto, é identificar a 'Confissão Sacramental' com 'confissão monástica' que era simplesmente um meio de disciplina e orientação espiritual e não implicava a reconciliação e absolvição sacramental. Em sua regra (Regulae fusius tractae 25, 26 e 46), São Basílio ordena que o monge tem que descobrir seu coração e confessar suas ofensas, até mesmo seus pensamentos mais íntimos, a seu superior e aos outros homens honestos ‘que gozam da confiança dos irmãos’. Neste caso, o posto do superior pode ocupar alguém que foi eleito como seu representante. Não há a menor indicação de que o superior ou seu substituto tenha que ser sacerdotes. Se pode dizer, pois, que Basílio inaugurou o que se conhece com o nome de ‘confissão monástica’ , mas não a confissão auricular, que constitui uma parte essencial do sacramento da penitência.
Comenta também Quasten:

De suas cartas canônicas (cf. supra, p. 234) se deduz que seguia todavia em rigor a disciplina que havia existido nas Igrejas da Capadócia desde os tempos de Gregório Taumaturgo. A expiação consistia na separação do penitente da assembleia cristã (Capítulo VII). Na Epístola canônica menciona quatro graus: o Estado de ‘os que choram’, que foram colocados para fora da igreja (προίσκλαυσις)o estados de ‘os que ouvem’, que estavam presentes para a leitura da Sagrada Escritura e para o sermão (άκρόασης), o estado ‘dos que se prostram’, que assistem de joelhos a oração (υπόσταση), por último, o estado de quem ‘estava de pé’ durante todo o oficio, mas não participavam da comunhão (σύστασις)”.

SANTO AMBRÓSIO DE MILÃO (340-396 D.C.)
Padre e doutor da Igreja, nascido no ano 340 e consagrado bispo em 374. Foi também um ardente defensor da ortodoxia contra o Arianismo. Morreu no ano 397. Em 387 d.C., batizou Santo Agostinho de Hipona. Fez-se popular pela firmeza de que deu provas em 390 d.C. diante do imperador Teodósio, a quem proibiu o acesso a suas Igrejas depois da matança em Tessalônica, até que o imperador fizesse penitência pública.

Compôs entre 384 e 394 d.C. o De Paenitentia, que é um tratado não homilético em dois livros, nos quais Ambrósio refuta as afirmações dos novacianos acerca  do poder da Igreja de perdoar pecados e facilita informações de particular interesse para conhecer a prática penitencial da Igreja de Milão no século IV.
Professam mostrando reverência ao Senhor, reservando só a Ele o poder de perdoar pecados. Maior erro ele não poderia cometer ao buscar rescindir as Suas ordens derrubando o ofício que Ele mesmo conferiu. A Igreja o obedece em ambos os aspectos, ao ligar o pecado e ao desliga-lo; por que o Senhor quis que ambos os poderes fossem iguais” (De poenitentia, I, ii, 6).

Ensina que este poder é uma função do sacerdócio e que este pode perdoar todos os pecados:
Pareceria impossível que os pecados devam ser perdoar através penitência; Cristo outorgou este (poder) aos apóstolos e dos apóstolos foi transmitido ao ofício dos sacerdotes” (De poenitentia II, ii, 12).

O poder de perdoar se estende a todos os pecados:
Deus não faz distinção; Ele prometeu misericórdia para todos e a Seus sacerdotes outorgou a autoridade para perdoar sem nenhuma exceção” (Depoenitentia I, iii, 10).

SANTO ATANÁSIO
Santo Atanásio também escreve:
Assim como o homem batizado pelo sacerdote é iluminado pela Graça do Espírito Santo, assim também aquele que em penitência confessa seus pecados, recebe através do sacerdote o perdão em virtude da graça de Cristo” (Fragmentum contra Novatum, PG XXVI, 1315).

SANTO AGOSTINHO DE HIPONA (354-430 d.C.)
Bispo de Hipona e doutor da Igreja, é reconhecido como um dos quatro doutores mais distintos da Igreja latina, ao lado de São Jerônimo, Santo Ambrósio e São Gregório Magno. Nasceu em 354 e chegou a ser bispo de Hipona durante 34 anos. Combateu duramente todas as heresias de sua época e morreu no ano 430.

Escreve contra aqueles que negam que a Igreja recebeu o poder de perdoar os pecados:
Não vamos ouvir aqueles que negam que a Igreja de Deus tem o poder de perdoar todos os pecados”.

Quando você for batizado, mantenha uma vida boa nos mandamentos de Deus para que você possa preservar o seu batismo até o fim. Que eu não digo que você vai viver aqui sem pecado, mas eles são pecados veniais que esta vida nunca está sem. O Batismo foi instituído para todos os pecados. Para pecados leves, sem os quais não podemos viver, a oração foi instituída... Mas não cometa esses pecados por conta de que você teria que ser separado do corpo de Cristo. Pereça o pensamento! Para aqueles que você vê fazendo penitência cometeram crimes, seja adultério ou algumas outras enormidades. É por isso que eles estão fazendo penitência. Se seus pecados eram leves, a oração diária bastaria para apagá-los... Na Igreja, portanto, existem três maneiras em que os pecados são perdoados: nos batismos, na oração, e na maior humildade de penitência” (Sermão aos Catecúmenos sobre o Credo 7:15; 8:16).

“Um abcesso havia se formado em sua consciência; ele o atormentado  e não lhe deu nenhum descanso... Confesse, e na confissão deixe o pus sair e escoar” (Comentário sobre Salmo 66, 6).
Eu percebo o que a incontinência pode dizer: (...), que se um homem, acusando a esposa de adultério, mata-la, este pecado, pois ele está acabado e não perdura nele [isto é, desde que ele não continue a cometê-lo], se ele é cometido por um catecúmeno, é absolvido no batismo, e se for feito por quem é batizado, é curado por penitência e da reconciliação” (Casamentos adúlteros 2:16:16).
A Crença de Agostinho na penitência (e da necessidade do batismo e da Eucaristia) coloca uma sentença de morte na opinião de que ele ensinou o Sola Fide.

No entanto, aqueles que fazem penitência de acordo com o tipo de pecado que eles cometeramnão fiquem desesperados para receberem a misericórdia de Deus na Santa Igreja, para a remissão de seus crimes, porém graves” (Echiridian 17, 65).

Iniquidade, no entanto, por vezes, faz tal progresso nos homens que, mesmo depois de terem feito penitência e após a sua reconciliação com o altar eles cometem os mesmos pecados ou mais graves... E apesar de que o lugar da penitência na Igreja, não lhes é concedido, Deus não vai ser esquecido de sua paciência em relação a eles (...)” (Cartas 153, 3, 7).

Há aqueles que diriam que nenhuma penitência está disponível para certos pecados; e eles falam que eles devem ser excluídos da Igreja e feitos hereges. A Santa Madre Igreja não é impotente a qualquer tipo de pecado” (Sermões 352, 9).

SÃO JOÃO CRISÓSTOMO
Também são João Crisóstomo mostra claramente que já em seu tempo 15 séculos atrás, tinha plena certeza do poder dos sacerdotes perdoarem os pecados:

Fosse loucura manifesta para condenar tão grande poder, sem a qual não podemos nem obter o céu nem receber o cumprimento das promessas... Não apenas quando eles (os sacerdotes) nos regeneraram (batismo), mas também depois de nosso novo nascimento, eles podem perdoar nossos pecados” (De sacra., III, 5).

Os sacerdotes receberam um poder que Deus não deu nem aos anjos nem aos arcanjos. Foi dito a eles: 'Tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares, será desligado. Governantes temporais têm realmente o poder de ligação, mas eles só podem ligar o corpo. Sacerdotes, em contraste, podem ligar com um vínculo que pertence à própria alma e transcende os próprios céus. Será que [Deus] não lhes dar todos os poderes do céu? De quem você deve perdoar pecados’, diz ele, ‘são-lhes perdoados; cujos pecados você retiver, são retidos’. Que maior poder há do que isso? O Pai entregou todo o julgamento ao Filho. E agora eu vejo o Filho colocando todo esse poder nas mãos dos homens [Mat. 10, 40, João 20, 21-23]. Eles são criados para esta dignidade como se eles já estivessem reunidos para o céu” (O Sacerdócio 3, 5).

Pode haver testemunhos mais claros do que esses, se a Igreja criou a confissão e a absolvição no concílio de Latrão IV em 1215, por que será que 800 anos antes deste mesmo concílio São João Crisóstomo, faz tais declarações?

SÃO JERÔNIMO
São Jerônimo é categórico em falar que é necessário a confissão e a penitência:
Se a serpente, o diabo, morder alguém secretamente, ele infecta  essa pessoa com o veneno do pecado. E se o que foi mordido se manter em silencio e não fizer penitência, e não quiser confessar sua ferida... então seu irmão e mestre, que tem a palavra [de absolvição] que vai curá-lo, não pode o ajudar muito bem” (Comentário sobre Eclesiastes 10, 11).
SÃO PACIANO, O BISPO DE BARCELONA
Em 390 d.C. Escreve a respeito do perdão dos pecados:
Isso que tu dizes, só Deus pode perdoar. Bastante certo: mas quando o faz através de seus sacerdotes é Ele que faz com Seu próprio poder” (Epistola I ad Simpron, 6 em P.L., XIII, 1057).
SÃO CIRILO DE ALEXANDRIA (447 d.C)
Também este ilustre doutor da Igreja escreve:
Homens cheios do Espírito de Deus (isto é. sacerdotes) perdoam pecados de duas maneiras, tanto pela administração do batismo a aqueles que merecem ou pelo perdão do filho penitente da Igreja” (In Joan., 1, 12 em P.G., LXXIV, 722).

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PROTESTANTE DIZ:
11ª heresia: Procissão
Refutação: Is 45.20;[...]nada sabem os que conduzem em procissão as suas imagens de escultura, feitas de madeira, e rogam a um deus que não pode salvar.
Nota: Conduzir as imagens em procissão é um ato comum na ICAR.

RESPOSTA CATÓLICA=> "PROCISSÃO"

PROCISSÃO
Em procissão levando nos ombros a arca da aliança os sacerdotes e TODO POVO EM PROCISSÃOobedeceram a ordem de Deus que culminaram na queda da muralha de Jericó.
6-Josué, filho de Nun, convocou os sacerdotes e disse-lhes: Levai a arca da aliança, e sete sacerdotes estejam diante dela tocando as trombetas. 
7.E disse em seguida ao povo: Avante! Dai volta à cidade, marchando os guerreiros diante da arca do Senhor.         
8.Logo que Josué acabou de falar, os sete sacerdotes, levando as sete trombetas, retumbantes, puseram-se em marcha diante do Senhor, tocando os seus instrumentos; e a arca da aliança do Senhor os seguiu.
9.Marcharam os guerreiros diante dos sacerdotes que tocavam a trombeta, e à retaguarda seguia a arca; e durante toda a marcha ouvia-se o retinir das trombetas. (Josué 6)
E na dedicação dos muros de Jerusalém
Então fiz subir os príncipes de Judá sobre o muro, e ordenei dois grandes coros em procissão, um à mão direita sobre o muro do lado da porta do monturo.(NEEMIAS 12,31)
E quando Cristo entrou em Jerusalem
E muitíssima gente estendia as suas vestes pelo caminho, e outros cortavam ramos de árvores, e os espalhavam pelo caminho.
E a multidão que ia adiante, e a que seguia, clamava, dizendo: Hosana ao Filho de Davi; bendito o que vem em nome do Senhor. Hosana nas alturas!
Conheça as imagens religiosas no antigo testamento.


Têm boca, mas não falam; olhos têm, mas não vêem.Salmos 115


IMAGENS DE ESCULTURA NO TEMPLO DE SALOMÃO, ONDE O DEUS CRIADOR DO CÉU E DA TERRA, SE FAZIA PRESENTE(Meio aos querubins de ouro) PARA VIR TER COM OS SACERDOTES .
Deus eterno criador de todo universo se faz presente meio a IMAGENS DE ESCULTURA de anjos?
 DEUS ORDENANDO FAZER IMAGENS E ESCULTURA:
Farás também dois querubins de ouro(IMAGENS DE ESCULTURA);de ouro batido os farás, nas duas extremidades do propiciatório.” Êxodo 25,18 
“Fez também dois querubins de ouro; de obra batida os fez, nas duas extremidades do propiciatório.” Êxodo 37,7 
Segundo os protestantes tornou-se Deus e os sacerdotes do templo idolatras?
Pois as imagens de escultura foram confeccionada por artesões (OBRA DE MÃOS HUMANA) por ordem de Deus e usadas pelos sacerdotes no lugar mais santo do templo, para o ato mais importante de adoração(sacrificio do cordeiro para expiação dos pecados de todo o povo de Israel)

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PROSTRADOS DIANTE DA ARCA
Diante de duas imagens de esculturas Moisés e os anciões prostraran-se diante da arca.
Então Josué rasgou as suas vestes, e se prostrou em terra sobre o seu rosto perante a arca do SENHOR até à tarde, ele e os anciãos de Israel; e deitaram pó sobre as suas cabeças.(Josué 7,6)
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Prostrar-se diante de pessoas
Lamento dizer-lhe mais isso não é idolatria!Pois o próprio Deus MANDOU que pessoas se ajoelhassem diante das outras para fazer uma PRECE DE JOELHOS!
Isaías 45.
1 ASSIM diz o Senhor ao seu ungido, a Ciro, a quem tomo pela mão direita, para abater as nações diante de sua face, e descingir os lombos dos reis, para abrir diante dele as portas, e as portas não se fecharão (…)
14 Assim diz o Senhor: O trabalho do Egito, e o comércio dos etíopes e dos sabeus, homens de alta estatura, passarão para ti, e serão teus; irão atrás de ti, virão em grilhões, ((( e diante de ti se prostrarão ))); ((( far-te-ão as suas súplicas ))), dizendo: Deveras Deus está em ti, e não há nenhum outro deus.
Veja, o Senhor Deus manda se ajoelhar diante de Ciro para SUPLICAR!
E isso se chama PRECE!
Veja outro exemplo!
Gen 49:8 – Judá, a ti te louvarão os teus irmãos; a tua mão será sobre o pescoço de teus inimigos; os filhos de teu pai a ti se inclinarão.
Veja essa outra passagem acima!
As pessoas se ajoelharam diante de Judá para LOUVÁ-LO!
Agora, veja esse exemplo abaixo!
Mat 27:29 – E, tecendo uma coroa de espinhos, puseram-lha na cabeça, e em sua mão direita uma cana; e, ajoelhando diante dele, o escarneciam, dizendo: Salve, Rei dos judeus.
Nessa passagem acima, os soldados se ajoelhavam diante de Jesus não para adorá-lo, mas sim para ZOMBAR dele!
A própria bíblia se encarrega de mostrar os tipos DIFERENTES de se ajoelhar
São os protestantes que misturam tudo! !
CONHEÇA DE ONDE VEM AS PROCISSÕES
CONHEÇA MUITO MAIS:
http://www.crismacabeus.com/index.php?pagina=1622789828_14
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DEUS ORDENA FAZER IMAGENS DE ESCULTURA.
DEUS ORDENA FAZER IMAGENS DE ESCULTURA.
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1ª Resposta: Virgindade de Maria
Refutação: "Mas Maria disse ao anjo: 'Como pode ser isso se não conheço varão?' E o anjo lhe respondeu: 'O Espírito Santo virá sobre ti e o poder do Altíssimo te encobrirá. Então a criança que irá nascer será chamada santa, o Filho de Deus'" (Lucas 1,34-35).
Nota:
João Calvino reformador protestante ( 1509-1564) =>  "Virgindade de Maria"
Calvino em Genebra (Suíça) foi muito mais radical do que Lutero na Alemanha. Imprimiu notas pessoais à Reforma, entre as quais as do presbiterianismo.
Em relação a Maria, professa a Maternidade virginal:
"Professo que da genealogia de Cristo não se pode deduzir que Ele foi Filho de Davi a não ser através da Virgem" (Calvini Ópera 2,351).

A respeito de Mt 1,25 escreve: "Jesus é dito primogênito unicamente para que saibamos que Ele nasceu da Virgem" (CO 45,645).

A propósito Is 7,14: " O profeta teria feito coisa muito fria e insípida se, depois de anunciar algo de novo e insólito entre os judeus, acrescentasse: 'Uma jovem conceberá'. É assaz claro, portanto, que ele fala da Virgem, que havia de conceber não conforme as leis ordinárias da natureza, mas por graça do Espírito Santo" ( CO 36,156s).

2ª Resposta: Batismo de criança
Refutação: Marcos 16,16 que diz: “Quem crer e for batizado será salvo, mas quem não crer será condenado”. Na primeira parte desta frase, os protestantes dizem que as crianças não tem condições de crer e isso cabe somente aos adultos. E como ficaria a segunda parte: “quem não crer será condenado”? Se a primeira parte deste versículo mostrasse o batismo dos adultos, automaticamente a segunda parte condenaria todas as crianças ao inferno.)

O batismo realizado na Igreja Católica está fundamentado na pessoa de Jesus Cristo (Batismo através do Espírito Santo). O batismo nas igrejas protestantes está fundamentado na pessoa de João Batista (batismo de arrependimento). Eis a diferença!

Ao batizar uma criança, a Igreja Católica batiza através do fogo e do Espírito Santo e não por arrependimento, como ensinam os protestantes.

Nota: As crianças sem o uso da razão, não podendo opor qualquer obstáculo à graça, estão na melhor das disposições espirituais para receber o batismo e o seu efeito a graça santificante.

3ªResposta: Confirmação do batismo(crisma)
Refutação: § 1288 "Desde então, os apóstolos, para cumprir a vontade de Cristo, comunicaram aos neófitos, pela imposição das mãos, o dom do Espírito que leva a graça do Batismo à sua consumação. E por isso que na Epístola aos Hebreus ocupa um lugar, entre os elementos da primeira instrução cristã, a doutrina sobre os batismos e também sobre a imposição das mãos. A imposição das mãos é com razão reconhecida pela tradição católica como a origem do sacramento da Confirmação que perpétua, de certo modo, na Igreja, a graça de Pentecostes."

§ 1289 Bem cedo, para melhor significar o dom do Espírito Santo, acrescentou-se à imposição das mãos uma unção com óleo perfumado (crisma). Esta unção ilustra o nome de "cristão", que significa "ungido" e que deriva a sua origem do próprio nome de Cristo, ele que "Deus ungiu com o Espírito Santo" (At 10,38). E este rito de unção existe até os nossos dias, tanto no Oriente como no Ocidente. Por isso, no Oriente, este sacramento é chamado Crismação, unção com crisma, ou mýron, que significa "crisma". No Ocidente, o termo Confirmação sugere que este sacramento, ao mesmo tempo, confirma o Batismo e consolida a graça batismal.


Nota:
A Crisma dá ao soldado de Cristo mais recursos para enfrentar o inimigo. Santo Tomás afirma que “o combate espiritual contra os inimigos invisíveis cabe a todos. Mas a luta contra os inimigos visíveis, isto é, contra os perseguidores da fé, pela confissão do nome de Cristo, é própria dos confirmados que já chegaram espiritualmente à idade viril.”

O Catecismo da Igreja Católica cita este mesmo ensinamento de Santo Tomás para falar da Confirmação. Ele diz no número 1305:

“deve-se dizer que todos os sacramentos são declarações de fé. Mas o batizado recebe o poder espiritual de confessar a fé em Cristo pela recepção dos demais sacramentos; o confirmado, porém, recebe, como por dever de ofício, o poder de professá-la com palavras, publicamente.”


4ªResposta: Orações repetidas
Refutação: Mt 6.7, “E, orando não useis de vãs repetições, como os gentios, que pensam que pelo muito falar serão ouvidos”. Se refere a vãs repetições, isto significa que existe diferenças:  Isaías 6,3: "Suas vozes se revezavam e diziam: "Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus do universo. A terra inteira proclama a Sua glória!"
Os Serafins louvando a DEUS repetidamente.

Daniel 3,51-90: É o famoso "Canto dos três jovens".

Um grande número de repetições neste caso.

Mateus 26,36-44: "... Deixou-os e foi orar pela terceira vez, dizendo as mesmas palavras."


Nota: Em forma de cânticos ou recitação=> ALELUIA,ALELUIA,ALELUIA,ALELUIA....GLORIA,GLORiA,GLORIA. Senhor, Senhor, Senhor...Piedade, piedade, piedade etc.....

5ªResposta: Purgatório
Refutação: Mt 25.33-36, fala sobre os que irão para Deus. Mt 25.41-46, fala sobre os que irão para o inferno. No céu só entra os puros de coração já diz na palavra em São Mateus 5,8 - Chamamos também o purgatório como o habismo da misericordia de Deus - O purgatório é um lugar de sofrimentos em que as almas se purificam, solvendo suas dívidas, antes de serem admitidas no céu, onde só entrará quem for puro. Sua existência se baseia no testemunho da Sagrada Escritura e da Tradição. Vários Concilios o definiram como dogma; Santos Padres e Doutores da Igreja o atestam a uma voz. Há uma prisão da qual não se sairá senão quando tiver pago o último centavo. (Mat. 18, 23-35).
Nota: São Gregório Magno (†604), Papa e doutor da Igreja, explicava o Purgatório a partir de uma palavra de Jesus: “No que concerne a certas faltas leves, deve-se crer que existe antes do juízo um fogo purificador, segundo o que afirma aquele que é a Verdade, dizendo que se alguém tiver pronunciado uma blasfêmia contra o Espírito Santo, não lhe será perdoado nem no presente século nem no século futuro (Mt 12,31). Desta afirmação podemos deduzir que certas faltas podem ser perdoadas no século presente, ao passo que outras, no século futuro” (Dial. 41,3). O pecado contra o Espírito Santo, ou seja a pessoa que recusa de todas as maneiras os caminhos da salvação, não será perdoado nem neste mundo, nem no mundo futuro. Mostra o Senhor Jesus, então, neste trecho, implicitamente, que há pecados que serão perdoados no mundo futuro, após a morte.

6ª Resposta: Oração pelos mortos
Refutação: Hb 9.27, “E, como ao homem está ordenado morrer "uma" vez, vindo depois disso o juízo”. -  Recompensai aqueles que vos esperam pacientemente, a fim de que vossos profetas sejam achados fiéis. Ouvi as orações de vossos servos.
Nota:
A reza pelos mortos diferente do que o protestantismo afirma ela é bíblica , sim ela esta na bíblia em varias passagens , 2ª Epístola a Timóteo, cap.1, vers.18(assim ora a Deus pelo amigo Onesíforo: ?Que o Senhor lhe conceda a graça de obter misericórdia do Senhor naquele dia?.!sim Onesíforo era morto quando Paulo pediu por ele

Portanto biblicamente explicado a reza aos mortos, mas tem outras passagens também muito importantes veja que (Tobias 12,12) Quando tu oravas com lágrimas e enterravas os mortos, quando deixavas a tua refeição e ias ocultar os mortos em tua casa durante o dia, para sepultá-los quando viesse a noite, eu apresentava as tuas orações ao Senhor?.

Agora me pergunto com que autoridade um protestante fala que não existe reza pelos mortos não são eles grandes leitores da bíblia,porque não sabem destes versículos

De onde tirarão esta grande inverdade que pregam como se fossem os donos da verdade! Será que lêem mesmo a bíblia ou apenas escuta uma explicação sabe-se lá de onde e passa a ter esta explicação como grande verdade sem saber a fundo o que falam ?
Vamos a mais um texto vejam bem que agora é o Cristo que fala !(Lucas 19,25)

19. Havia um homem rico que se vestia de púrpura e linho finíssimo, e que todos os dias se banqueteava e se regalava. 20. Havia também um mendigo, por nome Lázaro, todo coberto de chagas, que estava deitado à porta do rico. 21. Ele avidamente desejava matar a fome com as migalhas que caíam da mesa do rico… Até os cães iam lamber-lhe as chagas. 22. Ora, aconteceu morrer o mendigo e ser levado pelos anjos ao seio de Abraão. Morreu também o rico e foi sepultado. 23. E estando ele nos tormentos do inferno, levantou os olhos e viu, ao longe, Abraão e Lázaro no seu seio.24. Gritou, então: – Pai Abraão, compadece-te de mim e manda Lázaro que molhe em água a ponta de seu dedo, a fim de me refrescar a língua, pois sou cruelmente atormentado nestas chamas. 25. Abraão, porém, replicou: – Filho,lembra-te de que recebeste teus bens em vida, mas Lázaro, males; por isso ele agora aqui é consolado, mas tu estás em tormento.

Onde os mortos estão inconscientes sem nada saber? Se Cristo diz que sabem ,que conversam e pedem também vejam quanta incoerência .

Cristo não ia falar esta parábola se eles estivessem inconscientes ,se eles não soubessem o que estava acontecendo , nem conversavam entre si .

Por estas é outras leiam a bíblia , mas de acordo com o magistério da igreja pois a ela foi dado conhecer os mistérios de Deus (10. QUANDO SE ACHARAM A SÓS, os que o cercavam e OS DOZE indagaram dele o sentido da parábola.11. Ele disse-lhes: A VÓS É REVELADO O MISTÉRIO do Reino de Deus, mas AOS QUE SÃO DE FORA tudo se lhes propõe em parábolas.12. Desse modo, eles olham sem ver, ESCUTAM SEM COMPREENDER, SEM QUE SE CONVERTAM E LHES SEJA PERDOADO.(Marcos 4,10-12))
‘’ Com efeito, os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos de nada sabem. Para eles não há mais recompensa, porque sua lembrança jaz no esquecimento. Amor, ódio e inveja acabaram. Não terão mais parte alguma, para o futuro, no que se faz debaixo do sol’’ (Eclesiastes 9,5-6). Já que a Bíblia é um conjunto coeso de livros, não podemos aceitar a doutrina da “dormição” ou “inconsciência” dos mortos simplesmente pelo fato de que há versículos claros na Sagrada Escritura que mostram que os mortos não estão nem “dormindo” e nem “inconscientes” (cf. Is 14, 9-10; 1Pd 3,19; Mt 17,3; Ap 5,8; Ap 7,10; Ap 6,10); o que faria alguém pensar que há contradições na Bíblia.

A questão é que os versículos citados do Eclesiastes não fazem referência a um estado mental dos mortos, mas sim ao infortúnio espiritual em que se encontram por causa do lugar onde estão. Os mortos os quais os textos se referem são aqueles que morreram na inimizade de Deus, e não a qualquer pessoa que morreu. Vejamos os versículos abaixo:

“Ignora ele que ali há sombras e que os convidados [da senhora Loucura] jazem nas profundezas da região dos mortos.” (Prov 9,18)

“O sábio escala o caminho da vida, para evitar a descida à morada dos mortos.” (Prov 15,24)
Os versículos acima mostram que a região dos mortos é um lugar de desgraça, onde são encaminhados os inimigos de Deus. Isto é ainda mais evidente em Prov 15,24. O sábio é aquele que guarda a ciência de Deus, este quando morrer não vai para a “morada dos mortos”. As expressões “morada dos mortos” ou “região dos mortos” fazem alusão a um lugar de desgraça, onde os inimigos de Deus estão privados da Sua Graça.

Voltando aos versículos do Eclesiastes, o escritor sagrado ao escrever que para os mortos “não há mais recompensa”, “não há mais trabalho, nem ciência, nem inteligência, nem sabedoria”, refere-se unicamente ao infortúnio que existe “na região dos mortos’’, para onde eles vão”. Eles quem? Os que estão mortos para Deus.


7ª Resposta: Acréscimo de livros na bíblia
Refutação: A bíblia usada pelos apóstolos era a Septuaginta e não a Hebraica.Das 350 citações do Antigo Testamento que há no Novo, 300 são tiradas da Versão dos Setenta, o que mostra o uso da Bíblia completa pelos apóstolos. Verificamos também que nos livros do Novo Testamento há citações dos livros que os judeus nacionalistas da Palestina rejeitaram. Por exemplo: Rom 1,12-32 se refere a Sb 13,1-9;  Rom 13,1 a  Sb 6,3;  Mt 27,43 a Sb 2, 13.18; Tg 1,19 a Eclo 5,11;  Mt 11,29s a Eclo 51,23-30;  Hb 11,34 a 2 Mac 6,18; 7,42;  Ap 8,2 a Tb 12,15.
Nota:
O Cânon Palestino veio apenas para combater os cristãos da igreja primitiva e deixar Cristo fora das escrituras (como livros não sagrados).
Como eles fizeram o Cânon se Cristo mesmo disse que eles não compreendiam as escrituras?
Porque os protestantes seguem quem matou Cristo?
Mas não foram estes mesmos judeus que mataram Cristo e fizeram o Cânon Palestino?

8ª Resposta: ADORAR SOMENTE A DEUS! MARIA NÃO É DEUS E NENHUMA DEUSA, MARIA É A MÃE DE JESUS!
Refutação: Mt 4.10 [...] ”Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás”. - Portanto, a veneração prestada a Maria, a bem aventurada, a cheia de graça (cf. Lc 1,28), difere essencialmente do culto de adoração prestado unicamente à Santíssima Trindade (Pai, Filho e Espírito Santo).
Nota: Na realidade, não é só heresia dizer que tal afirmação como é falta de caridade, fazendo julgamento com falsa afirmação de que somos idolatras e adoramos Maria a Mãe de Jesus no lugar de Deus. Pois bem, passemos a demonstrar a inconsistência das acusações ridículas contidas em falsas afirmações, mostrando a você – e a todos quantos quiserem conhecer a verdade – o que a Igreja verdadeiramente nos ensina sobre Maria.

9ª Resposta: Intercessão aos "santos" e a Maria
Refutação: 1Tm 2.5, “porque há um só Deus, e um só mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo, homem”! -
‘’Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que esteja morto, viverá. E todo aquele que vive e crê em mim, JAMAIS MORRERÁ . Crês Nisto?’’ (João 11,25-26). Os Santos por terem servido a Jesus Cristo, terem acreditado e renunciado tudo que era mundano para obedecerem a Deus, esses não estão mortos, e sim vivos. Vejamos mais exemplos:

‘’ Eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaac e o Deus de Jacó. Ora Ele não é Deus dos mortos, mas Deus dos vivos’’ (Mateus 22,32). ‘’Pois, se os mortos não ressuscitam também Cristo não ressuscitou. E se Cristo não ressuscitou, é inútil a vossa fé, e ainda estais em vossos pecados’’ (1 Coríntios 15,16-17) Existem passagens que podemos ver claramente que os Santos estão conscientes, vamos analisar: ‘’ O Senhor disse-lhe: Que fizeste! Eis que a voz do sangue do teu irmão clama por mim desde a terra’’ (Gênesis 4,10). Como isso acontece? Vamos analisar a visão de João: ‘’ Quando abriu o quinto selo, vi debaixo do altar as almas dos homens imolados por causa da palavra de Deus e por causa do testemunho de que eram depositários. E clamavam em alta voz, dizendo: Até quando tu, que és o Senhor, o Santo, o Verdadeiro, ficarás sem fazer justiça e sem vingar o nosso sangue contra os habitantes da terra?’’ (Apocalipse 6,9-10). Podemos analisar também que o Juízo particular é um fato Bíblico. Vejamos: ‘’ Como está determinado que os homens morram uma só vez, E LOGO EM SEGUIDA VEM O JUÍZO’’ (Hebreus 9,27). Veja com atenção essas palavras do apóstolo Paulo: ‘’ Estamos, repito, cheios de confiança, preferindo ausertar-nos deste corpo para IR HABITAR JUNTO DO SENHOR’’ (2Coríntios 5,8). Perceba que aqui claramente Paulo diz que vai habitar junto do Senhor, ele não fala que vai ficar dormindo até a volta de Cristo! A Bíblia nos ensina que os homens após a ‘’morte’’ serão como os Anjos: ‘’ Na ressurreição, os homens não terão mulheres nem as mulheres, maridos; mas serão como os anjos de Deus no céu’’ (Mateus 22,30). ‘’ Eles jamais poderão morrer, porque são iguais aos anjos e são filhos de Deus, porque são ressuscitados’’ (Lucas 20,36). Se seremos como os Anjos; o que os anjos fazem? Vamos analisar o que a Bíblia ensina: ‘’ Não são todos os anjos espíritos a serviço de Deus, que lhes confia missões para o bem daqueles que devem herdar a salvação’’ (Hebreus 1,14).

Nota: O Catecismo nos ensina que os Santos não cessam de interceder por nós. Pelo fato de eles estarem mais próximos de Jesus Cristo, nos ajuda a se aproximar de Cristo. Mas será que isso tudo tem base Bíblica? Como posso explicar a Intercessão dos Santos para meus colegas protestantes? Os protestantes utilizam a seguinte passagem para tentar negar a Intercessão dos Santos, vejamos: ‘’ Porque há um só Deus e há um só mediador entre Deus e os homens: Jesus Cristo, homem’’ (1Timóteo 2,5) Lendo essa passagem ao pé da letra, aparenta aqui negar a intercessão dos Santos, pelo fato de ser UM só Mediador, entre Deus e os homens.

10ª Resposta: Idolatria
Refutação: Bíblia proíbe a Idolatria, proibi-se na Bíblia a confecção de imagens, podemos citar aqui alguns exemplos: Lv 26,1; Dt 7,25; Sl 97,7; Sl 115; Ex 20,1-4.

Todas essas passagens condenam a fabricação de Imagens de Ídolos, ou seja, de imagens que representam ‘’deuses’’, que não é o verdadeiro Deus. Da mesma forma que a Bíblia condena a fabricação dessas Imagens, a mesma Sagrada Escritura nos mostra que nem todas as imagens são proibidas. 

Vejamos aqui alguns exemplos: Ex 25,17-22; 37,7-9; 41,18; Nm 21,8-9; 1Rs 6,23-29.32; 7,26-29.36; 8,7; 1Cr 28,18-19; 1Sm 4,4 e etc. Deus que é Onisciente, não poderia estar em contradição. Pois se toda imagem representasse um ídolo, Deus era contraditório, por ter proibido as imagens em certa hora e em outro momento ter permitido. Analisando cuidadosamente, percebemos que Deus está nos mostrando que o que é proibido são imagens de ‘’deuses’’ criados pelos homens. O que nós Católicos temos para com os Santos e Anjos, é uma Veneração, um respeito, uma honra. Vamos analisar o que significa então veneração:

-Veneração: Do grego δουλια, "douleuo" ou "dulia", que significa "HONRAR”, Respeitar,
Muitas pessoas dizem que devemos dar toda honra a Deus, e que os Santos não merecem Honra.

 É verdade que devemos dar Honra só a Deus, mas que tipo de Honra? Honra de Adoração. Somente Deus é digno de Receber Honra de Adoração, isso é fato. Mas é bom saber que nem toda honra significa adoração. Existe a honra de veneração, ou seja, respeito. Vamos analisar, até mesmo na Bíblia que devemos honrar os Santos, e as pessoas.

 Vejamos: A veneração é uma forma respeitosa de “CONSIDERAR, LEMBRAR E IMITAR” os nossos guias da fé. (Hb 13,7)
“GLÓRIA, HONRA E PAZ para todo aquele que pratica o bem" (Rm 2,10). ‘’ HONRA as viúvas que são realmente viúvas’’ (1 Timóteo 5,3) ‘’HONRA teu pai e tua mãe, amarás teu próximo como a ti mesmo’’ (Mateus 19,19).

Nota:
É muito comum hoje em dia, nós Católicos sermos atacados pelos protestantes de ‘’Idolatras’’. Creio eu que esse é o nome que mais os protestantes chamam os Católicos. 

Porque isso? Simples... Porque nós Católicos temos em nossa Igreja, imagens de Santos e de Anjos. 


11ª heresia: Confissão Auricular
Refutação: O poder que a Igreja tem para conceder em nome de Deus o perdão dos pecados provém do mesmo Cristo que conferiu esse poder a seus apóstolos pois:
Disse-lhes outra vez: A paz esteja convosco! Como o Pai me enviou, assim também eu vos envio a vós. Depois dessas palavras, soprou sobre eles dizendo-lhes: Recebei o Espírito Santo. Àqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados; àqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos” (João 20, 21-23).
Também disse Jesus a Pedro:
Eu te darei as chaves do Reino dos céus: tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus” (Mateus 16, 19).
E disse mais Jesus aos apóstolos:
Em verdade vos digo: tudo o que ligardes sobre a terra será ligado no céu, e tudo o que desligardes sobre a terra será também desligado no céu” (Mateus 18, 18).
O significado de "ligar" e "desligar" não se limita a autoridade de definir o que é lícito e que não é a respeito da doutrina, mas também o poder de conceder o perdão de pecados, já que o poder outorgado aqui não é limitado: “tudo que ligares”, “tudo que desligares”, poder que por sua vez é confirmado explicitamente por Cristo ao permitir perdoar ou reter os pecados.

Nota:
Estas evidências mostram que a Igreja sempre teve a consciência plena de haver recebido de Cristo o poder de perdoar os pecados e considera este como parte do depósito de fé. Surpreendentemente tanto os padres do oriente como do ocidente interpretam as palavras de Cristo tal como nós católicos fazemos quase vinte séculos depois. É evidente, portanto, que o concílio de Trento somente fez eco do que a Igreja já ensinava contra os hereges dos primeiros séculos, os quais, em sua grande maioria, nem sequer defendia a posição protestante de hoje, já que a grande maioria deles não rejeitava que a Igreja havia recebido tal poder.


12ª Resposta: Procissão
Refutação: Em procissão levando nos ombros a arca da aliança os sacerdotes e TODO POVO EM PROCISSÃOobedeceram a ordem de Deus que culminaram na queda da muralha de Jericó. 6-Josué, filho de Nun, convocou os sacerdotes e disse-lhes: Levai a arca da aliança, e sete sacerdotes estejam diante dela tocando as trombetas. 
7.E disse em seguida ao povo: Avante! Dai volta à cidade, marchando os guerreiros diante da arca do Senhor.         
8.Logo que Josué acabou de falar, os sete sacerdotes, levando as sete trombetas, retumbantes, puseram-se em marcha diante do Senhor, tocando os seus instrumentos; e a arca da aliança do Senhor os seguiu.
9.Marcharam os guerreiros diante dos sacerdotes que tocavam a trombeta, e à retaguarda seguia a arca; e durante toda a marcha ouvia-se o retinir das trombetas. (Josué 6)
E na dedicação dos muros de Jerusalém
Então fiz subir os príncipes de Judá sobre o muro, e ordenei dois grandes coros em procissão, um à mão direita sobre o muro do lado da porta do monturo.(NEEMIAS 12,31)
E quando Cristo entrou em Jerusalem
E muitíssima gente estendia as suas vestes pelo caminho, e outros cortavam ramos de árvores, e os espalhavam pelo caminho.
E a multidão que ia adiante, e a que seguia, clamava, dizendo: Hosana ao Filho de Davi; bendito o que vem em nome do Senhor. Hosana nas alturas!
Conheça as imagens religiosas no antigo testamento.

Nota: Conduzir as imagens em procissão é um ato comum na IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA SIM POIS TEMOS UMA TRADIÇÃO .(Josué 7,6); .(Êxodo 37,7); ( Êxodo 25,18 ); (Isaías 45);(Gen 49:8);
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Amado amigo católico, foi com muito temor que eu escrevi sobre esses temas; jamais existiu em mim a intenção de ofender a vossa fé, no entanto, se faz necessário a elucidação desses temas; Passei 28 anos dentro da ICAR, e quando comecei a conhecer aquilo que verdadeiramente é a vontade de Deus, percebi que a ICAR, escondia o verdadeiro ensinamento de Jesus Cristo.
Reflita sobre os temas aqui abordados, e os compare fazendo uso da sua bíblia;
Não se deixe ser enganado! Examine tudo!

NOSSA CONCLUSÃO: Você com toda a sua OBSTINADA PETULÂNCIA cometeu o grande erro SER PROTESTANTE, agora armado em pseudo intérprete das Sagradas Escrituras e nítido falso teólogo, como a maioria dos adeptos dos TIMES DE OLHADORES DE LETRAS DE BÍBLIA confirma também ser FALSO CRISTÃO.


“A Igreja não perdeu nenhum fiél. Aqueles que se foram nunca foram fiéis católicos realmente. Não se pode perder o que nunca se teve. Os que deixaram a Igreja eram indecisos, curiosos ou pessoas que estavam apenas ‘cumprindo uma obrigação’ passada por seus pais ou avós. A Igreja, casa e família de Deus, surgiu como um pequeno grupo; não importa a quantidade, e sim a qualidade dos seus filhos, como cristãos conscientes e santificados”
PAPA EMÉRITO BENTO XVI

.VOU COLOCAR MAIS UMA QUE É SOBRE A IGREJA VERDADEIRA!

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1 comentários:

Muito Bom!

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